13 junho 2014

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Resenha parcial - Crianças francesas não fazem manha

48 comentários:

  1. eu curti, a parte de alimentaçao e do cadre condiz MUITO com o q meus pais praticaram comigo e que por consequencia, pratico c o pequeno! li o livro e me senti em casa c algumas coisas, entao eu gostei sim! nao que eu faça tudo q ele descreve

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    1. Bella, que bom que gostou! Algumas pessoas realmente gostaram, mas para mim não está legal.

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  2. nao tenho nem dúvidas que o melhor a fazer é voltar pra Gutman!
    minha sogra leu esse livro e ficou me recomendado e eu apenas discordei de TUDO que ela me contou, entao nem vou me dar ao trabalho!

    beju na pancita!

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    1. Hahahahaha Carol, eu apenas estou discordando do livro inteiroooooooo!!!!
      Desisti já.
      Beijos grandes na sua pancitonaaaa!

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  3. Olha eu queria conhecer esse bebe que se deixado chorando por dez minutos volta a dormir sozinho, comigo nunca aconteceu, nem comigo do lado, dando peito, balançando, dançando na boquinha da garrafa, kkk.

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    1. Rafa! Saudade!!! Com 6 semanas nem com pinga pro bb dormir sozinho de novo..... Beijos!!!

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  4. Fecha djá e volta para o livro da Laura Gutman ;-) Tempo é precioso demais para perder, darling. Beijos

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  5. Adoro resenhas! Não vejo filme, nem leio nenhum livro sem ler o assunto numa resenha antes. Nem sei se é o ideal, mas como meu tempo é bem limitado, pelo menos dá pra dar uma selecionada. E por esta sua resenha parcial, este livro está fora da minha lista. O que me fez lembrar da "Encantadora de Bebês", livro que eu achava o máximo ( gosto de disciplina, confesso) até descobrir nas 3 primeiras semanas que a realidade da minha filha não se adequava a tudo no livro. No começo, sentia aquele fracasso, mas depois liguei o fda-se e fui fazendo do meu jeito, como vc já disse em outros posts, no "instinto". E seja o que Deus quiser!

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    1. Josi, sou dessas tbm. Li encantadora, apliquei na Laura, mas não tenho mais "as manha" de aplicar na Helena (assim como o nana nenê, acredite).
      Este livro me deixou um pouco de cabelos em pé e um pouco aliviada, por saber que toda mãe tem seus defeitos mesmo e ponto final.
      Um beijo grande!!

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  6. Volta para Gutman!!! Não consigo mais ler estes 'mãenuais' e não ficar tipo "afff, afff e afff.... " kkkkkkk
    beijoss!

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    1. Marina, eu tbm me enchi.....
      =/

      Beijos, querida!

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  7. Eu amei essa livro! Não dá pra levar nada ao pé da letra,mas concordo com muitas coisas...eu acho que os pais americanos e até os brasileiros tem essa ansiedade de que os filhos tem que fazer mil atividades, falar logo, etc...eu lia o livro e pensava muito nessa guerra que está a maternidade, quando na verdade tem que deixar a criança ser criança...eu sem querer tenho sido assim com a Malu, ela é bem independente. Eu amei esse livro,acho que é bem por aí...não é um manual, é um livro pra fazer a gente refletir. Beijos!

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    1. Ana, você e muitas outras mães gostaram deste livro, tanto que ele é um best seller no Brasil.
      Eu não me encaixo em nenhum dos padrões apontados no livro e não gostei dos extremos que ela citou, dos exemplos que, para mim (na minha realidade) não fazem sentido algum.
      Eu não sou despreparada como uma mãe americana parece ser, mas tbm não sou a mãe "fantástica" que a francesa é.

      Não gostei dos extremos.

      Mas tem muita gente que gostou do livro, sim.

      Se fizer refletir, ótimo! A mim, não fez.

      Beijos!

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    2. Acho que o livro serve apenas como base, aliás como tudo que diz respeito ao ser humano rs acho delicado deixar tudo tão engessado justamente porque cada criança responde de uma forma, mas não deixo de valorizar as dicas, infelizmente vivemos uma época como bem li em uma matéria ontem de "infantolatria", onde as crianças são colocadas em um pedestal e viram verdadeiros tiranos. Acho um absurdo um casal visitar minha casa com seus filhos e solicitar que eu coloque minha programação da tv em desenhos ou pior que eu ligue o wi fi para eles ficarem jogando e assim nos deixar em paz. Vejam eu disse que acho um absurdo, mas, de verdade, não sei se estou certa, ainda serei mãe (sou gestante) e me preocupo muito com essas questões onde as crianças ditam as regras da casa e a mães dizem que deixam por estarem cansadas e não querem ter mais esse desgaste. Por outro lado, vejo a experiência da minha irmã que não cedia em muitas situações e colocava limites e deu um excelente resultado. Resumindo só saberei quando chegar a minha vez rsrsr, mas, de fato, a educação de hoje em dia me assusta. E quanto aos exageros da autora enxergo como um traço dos escritores americanos quando eles cismam com algo são extremistas mesmo rsrsr

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  8. Olha, esse livro é o tipo que eu não li e não gostei...acho meio ridícula essa empáfia de que as crianças francesas não fazem birra, as mulheres francesas são magras, a alimentação do francês é exemplar...minha pergunta é: será que fazer birra é TÃO ruim assim ou será que é parte do desenvolvimento normal da criança?Não sou grande conhecedora , mas soube de outras pessoas que os franceses são frios e pragmáticos, na sua maioria, e isso é muito diferente de nós , que vivemos numa cultura mais calorosa.Então a minha pergunta é: você quer ter um filho carinhoso, que tenha o jeito de ser da sua família ou quer um filho "francês"?( como nos é vendido através dos " manuais" de como ser mãe).
    Dani, larga isso e se joga na Guttman!
    Beijos, Nat

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    1. Safira, não há neste mundo inteiro, pais perfeitos (ou crianças perfeitas). Não existe. Li que os pais franceses são super frios, rígidos, que batem nas crianças em qualquer lugar - e ainda acho que não devem ser assim, é tudo uma questão de generalização.

      Cheguei à conclusão (mais uma vez) que o melhor é educar da forma que eu posso e consigo. Ponto.

      Guttman, aqui vou eeeeuuuuu!!!
      =)

      Beijos, Nat!

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  9. Ok, descobri que não devo ler esse livro, obrigada por me contar! hahahaha
    Como a Gabi disse aí em cima: tempo é precioso demais, vou prosseguir também na Gutman e vamo que vamo!! \o/

    Esse negócio de achar que um determinado grupo de pais (os franceses, nesse caso) fazem tudo tão divini e maravilhoso me parece irreal demais, a conta não fecha. O negócio é assumir mesmo que todos temos falhas e seguir buscando o equilíbrio nosso de cada dia, amém.
    :P

    Beijo grande!!

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    1. Má, fuja! Corra para as montanhas! Vc é das minhas, não ia gostar de um parágrafo deste livro....

      Eu achando que era implicação, mau humor, má vontade, sei lá... quando cheguei na página 100 vi que eu estava sendo era muito legal e boazinha, já deveria ter parado de ler há tempos!!

      Exatamente isso: todos temos falhas, todos educamos da melhor maneira possível, todos erramos. Ponto.

      Beijos grandes, queridona!!!

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  10. Oi Dani... antes de mais nada eu tbem tenho tomado uns goles de cerveja (abafa, hahahaha). Bom, eu não li o livro, mas já ouvi falar sobre ele e lendo a sua opinião tenho mais certeza de que não vou gastar meu precioso tempo fazendo isso. Olha, não acho certo algumas pessoas quererem comparar a educação de nossos filhos com a de outros países. Cada país tem sua cultura e vários outros fatores que influenciam em seus habitantes. O que eu acho que acontece lá fora é que a criança é meio que tratada como um pequeno adulto, sendo que aquele pequeno ser deveria ser tratado com uma criança.... com suas responsabilidades, sim! Mas é uma criança!!! E criança tem que brincar, se sujar, correr, pular, dançar e se no meio disso tudo tiver uma birra, Ok! Vamos aprender a lidar com isso, mas não limitar a criatividade e o desejo da criança de ser o que ela é.
    bjo e boa semana
    Raquel
    www.eudonadecasa.com.br

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    1. oi raquel!
      concordo!!Não é justo comprar filho de ninguém na mesma rua, imagina em continentes diferentes? Claro que a questão cultural vai pesar....

      Sim, pelo que entendi do livro, é esperado da criança que ela entenda o seu lugar no mundo desde as 6 semanas, quando tem que aprender a dormir sozinha.... até o resto da vida.
      Não sei se é o certo ou o errado, sei que não consigo. MInha filha tem que fazer birra de vez em quando mesmo, tem que ser chatinha, tem que ser criança sim.

      Beijos grandes!

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  11. tô com o mesmo problema com o livro "crianças francesas comem de tudo". Gosto de ler, mas sou preguiçosa, ou é cansaço mesmo no fim do dia, sei lá... o livro parou de ser tão interessante, MAS paguei 44 conto então tenho que ler tudo! hahaha

    O fato é que pra aplicar tudo que o livro diz, a gente teria que viver num mundo de BOB, com horários perfeitos etc... um pouco fora da nossa realidade brasileira. enfim...

    O bom é que LG está muito bom de garfo! tô feliz! tô conseguindo fazer papinhas deliciosas, saudáveis, e ainda não precisei (nem pretendo) dar o tal potinho da nestle... entre outras coisas...
    até o dia que ele descobrir os industrializados com o pai, avós, tios e eu ser a chata/controladora e decretar guerra com o mundo! aeuhaeueah
    beijosss

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    1. Mara, se você pretende terminar: força e paciência. É chato ler livro que nos desanima, mas quem sabe vc reanima com ele, não é?
      Beijos!

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  12. Nossa será que só eu não achei o livro A maternidade e o encontro com a propria sombra O livro...sabe euaté gostei, mas não achei tudo isso que falam...concordo com muita coisa do livro, mas tem horas que o acho meio exagerado tbém. Quem sabe se um dia eu ler de novo eu goste mais, por enquanto ele segue na estante. E esse das crianças francesas eu até pensei em comprar, mas pelo que vc me falou me parece mais aqueles manuais pra pais que fala tudo que uma pessoa com um minimo de senso já sabe...rsrsrs
    bjs

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    1. Fran, eu também comecei a ler o livro da laura guttman e parei, pq não achei tããããooo empolgante assim, mas eu estava ainda muito machucada com a questão da (não) amamentação da Laura, fiquei mal por uns tempos e não li mais. Agora acho que posso retomar sem culpa, tentando acertar (como sempre fazemos, né), sem chorar pelo que não foi e, sim, pensando no que virá.
      Acho que é só pela iminente chegada da Helena que vou retomar o livro do encontro com a própria sombra.

      Beijos grandes!!!

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  13. Eu li esse livro quando estava grávida e gostei muito. Não sei o que acharia se lesse hoje, que já sou mãe (ah, como a maternidade muda tudo!). Mas eu acho que toda leitura é válida, sempre aprendo alguma coisa. Até "a encantadora de bebês" eu li inteiro,mesmo nao concordando com uma frase do que ela escreveu. Li e achei interessante ver como as mães são diferentes, e aquele papo que "mãe é tudo igual, só muda de endereço" é a maior balela. Eu até concordo que o "crianças francesas" é exagerado,mas acho que isso é estratégia de marketing. É óbvio que os pais franceses não são perfeitos, e nem todos seguem a mesma linha de educação, mas será que o livro seria um best seller se a autora falasse que os pais franceses são como todos os outros,erram e acertam? O da Laura Gutman eu gostei,apesar de achar alguns trechos meio repetitivos. E qdo ela pega nos nossos pontos fracos incomoda,dá vontade de abandonar a leitura. Mas o que tô gostando mais é o do Dr. carlos Gonzales.

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    1. |Talita, que bom que gostou!
      Eu não acho que toda leitura seja válida, não, honestamente.... não tenho tempo nem disposição para ler algo que não concorde, mesmo que, no fundo, eu saiba que vou aprender alguma coisa (assim foi com este livro, pq eu discordo de 90%, mas algo ele ensina...).
      Eu, Daniela, não tenho paciência nem disponibilidade para terminar um livro que considero chato....

      O da Laura Guttman eu acho repetitivo e chatinho às vezes, mas no geral, concordo muito com o que ela diz e aprendo bem mais do que lendo algo que não "me agrega"... entende? Difícil achar um livro que seja 100% informação, aprendizado e prazer, muito difícil! Mas quando um livro te dá sono... zzzzz... durma.
      =)

      Beijo grande!

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  14. Oi Dani,
    Achei as suas criticas super validas, tbm achei que a autora exagera. Ela tenta o tempo todo dizer "não que os americanos sejam assim... mas são!" pra tentar dar um equilibrio, mas não consegue.

    Porém comecei a ler o livro porque fui babá na França por um ano, e de fato, via algo bem diferente com as crianças de la! Por isso me interessei por descobrir o que era. As dicas praticas sobre sono, comida, etc são legais, mas pra mim o mais importante mesmo é esse sentimento de que o seu filho tem uma vida alheia à sua. Parece obvio, mas aqui no Brasil não lidamos como se realmente soubessemos disso. Tenho amigos franceses e a maioria deles saiu de casa por volta dos 18, 20 anos, ainda que seja pra morar na mesma cidade, só porque é hora de sair debaixo da asa dos pais, sabe? Não é uma questão de independencia financeira, mas de autonomia. Gosto que o livro não propoe uma linha pedagogica, apenas mostra um conceito cultural que se reflete na educação. Pelo menos foi isso que ficou pra mim.
    Agora, vc chegou na parte da amamentação? Nesse caso as francesas me decepcionaram... rs
    um beijo!
    Juliana

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  15. Para saber se da certo vale comparar os
    adultos que foram criados por americanos, parisienses e no nosso caso brasileiros

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  16. existe alguma luz no final do túnel. sou opai de uma menina de 9 meses, e achei o livro bom, apesar de te-lo lido, ao contrário de algumas mães que não gostaram mesmo sem ter lido, baseando-se em opiniões alheias.... Realmente é muito mais facil deixar a vida levar seu filho, e pode olhar a novela tranquila.....

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    1. Não dá para educar só com a emoção.
      Deve-se usar tambem a razao, pois como o livro fala o bebe já é capaz de entender muita coisa, o fato dele não falar não significa que ele não entenda o mundo.

      O problema da emoção pura é que quando as coisas estão bem é só beijos e risadas e quando a primeira coisa dá errada começa a histeria.

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  17. Sinceramente, li o livro "Crianças francesas não fazem manha" e, lembro-me que na época estávamos na França, em Paris (marido filósofo, preparando Doctorat) O primeiro filho nasceu no Brasil (1º neto das duas famílias e ganhamos passagem de ida e volta). Com meses voltei para a França e lembro-me bem que agi com meu filho sempre à moda francesa. Afinal estávamos morando lá. Aliás mesmo quando nasceu aqui no Brasil, ele tinha horários e eu seguia intuitivamente o que li bem depois.... Li o livro agora, meus filhos já têm a sua vida e confesso que gostei demais do livro e deu certo.Também para os outros que vieram depois quando já morava no Brasil. Acho que vale a pena ler, tem coisas super interessantes.

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    1. Vdd. Engracado que tem gente que nem leu e já diz, baseado na opinião dos outros, que não gostou.kkkkk...É como alguém te dizer que tal comida é horrível e você concordar, sem ao menos ter experimentado um bocado. Ruim mesmo é essa linhagem de mães que acham que criar filho é um teste experimental. Vou tentar do meu jeito se não der certo, pelo menos é o meu jeito. Afff! Resultado disso: criancas e adolescentes descontrolados e insuportáveis. Quando se tornam adultos correm para um consultório psiquiátrico para tentar tratar suas frustacoes, porque não foram ensinados a lidar com elas na infância. Gente, o livro é bom sim, sendo exagerado ou não, tem muita coisa relevante nele. A questão do sono dos bebês é verídica. E quem leu o livro sabe que a orientacao de deixar o bebe chorar um pou-qui-nho não é nem de longe severa e sim didática, baseada em estudos científicos e comprovados. Vejo muitos pais reclamarem que estão exaustos por não dormirem a tempos devido seus filhos não dormirem ou/e fazerem pirraca o tempo todo, vejo isso no meu dia a dia, quase que religiosamente. Então , porque não acatar o que outros pais fazem , e que dá certo, para isso mudar e eles terem novamente uma vida mais saudável com sua famlia? Só por que o exemplo vem de estrangeiros...ah, me poupe! Super Nanny tbm tem no Brasil que eu saiba , ou seja, os brasileiros precisam sim aprender a baixar a guarda, admitir que está com dificuldade e aprender com quem fez e deu certo. Minha opinião!

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  18. A maioria das crianças no Brasil são mal criadas - no sentido pleno, basta ver a maioria dos jovens, também de outras atitudes por parte dos pais do tipo "ainda bem que as aulas começaram, terei um descanso" - coitados dos professores, os pais querem deixar de educar os filhos e achar que outras pessoas tem que sorrir enquanto a criança faz birra - que mais adiante vai passar a desrespeito, acham que é uma crítica dura? Basta olhar para a delinquência juvenil em todas as camadas sociais. Outros países também tem proprobldmas, mas não na proporção do Brasil.

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  19. Recomendo que assista o documentário Consuming Kids para entender o que enfrentam os pais americanos ao tentar educar os seus filhos.

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  20. Uma prima pediatra me recomendou. ..informação é sempre bom..pra mim não é perda de tempo...Se for útil ótimo se não ok...Vou cear e ver se este método é válido para minha realidade. ..bjss

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  21. Eu não li porque também não concordo muito com essa "perfeição" dos franceses. O que aprendi com a maternidadede é que você sim pode aplicar as técnicas mas a resposta varia para cada criança, pois cada ser é único, com personalidade própria. Para cada filho é preciso ser uma mãe, ou seja, mesmo criando irmãos cá as vezes o que funcionou com um não dá certo com outro. Eu gostei foi de um livro chamado eu era uma ótima mãe até ter filhos. No papel tudo funciona bem, já na prática....

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  22. Quer saber como são as Crianças brasileiras em sua maioria? Vá a um Shopping! Verá crianças correndo e gritando, com país sem nenhum controle sobre a Criança dizendo não faça isso, mas sem nenhuma determinação. O que se percebe é que são pais de final de semana torcendo para que logo chegue segunda-feira para se livrar do encargo de "aturar" a criança. A criança em sua inocência tenta ao fazer coisas que sabe que são erradas chamar a atenção de pais. País que também são vítimas de um sistema que só valoriza o ter e não o ser. Então trabalham demasiadamente a semana inteira sem ter tempo nem paciência de dar atenção a criança que não é só criança no final de semana e criança todo dia e todo dia carece de educação, limites e atenção. Os franceses tem mais tempo para dar aos seus filhos.A carga horária lá é menor e ao do Rm presa rio que não respeitar.

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  23. Eu moro na França, conheço várias mamães francesas e crianças francesas, estou lendo o livro, e posso te dizer que não estou achando nada exagerado... não acho que ela trate as americanas como despreparadas, é claro que não são 100% dos casos que são assim mas entendo bem o que ela descreve como perfil das americanas e o identifico muito com a maneira que muitas mães brasileiras lidam com a maternidade. Vários exemplos que ela cita sobre as americanas me fazem pensar a muitas situações que eu presenciei no Brasil (ou de pais brasileiros aqui); ao mesmo tempo, sempre fiquei positivamente impressionada com o comportamento das crianças francesas. Fico encantada. Tenho uma amiga francesa que tem 5 filhos - 5!!! - e sei bem o que é ir à casa dela e não ter nenhum incômodo das crianças, que são super educadas, comem conosco à mesa e sabem conversar, sem interromper e sem incomodar. O livro na verdade só tem confirmado o que eu vejo no meu dia a dia, por isso estou devorando o livro com prazer. E eu não entendi a pausa como deixar a criança chorar por 10 minutos. A pausa é observar a criança quando ela parece acordar pra ver se ela está realmente incomodada com algo ou é só um "resmunguinho" entre uma fase do sono e outra. Talvez algo tenha se perdido na tradução para o português (estou lendo em francês) então talvez a diferença de percepção também esteja aí... mas, em resumo, estou amando o livro!

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    1. A versão brasileira está bem traduzida, o problema é como cada um interpreta.
      Como voce, eu sempre reparei na maneira agradável como as criancas se comportam em ambientes publicos.
      Sejam em grupos nas atividades extra curriculares ou em familia é sempre um prazer ve-las, pois sabemos que teremos poucas chances de ouvi-las berrando, correndo e esbarrando nas pessoas.

      Nunca vi um frances levar seu filho pequeno para restaurante ou qualquer outro lugar tarde da noite afinal no dia seguinte ele terá que acordar cedo pra escola.

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  24. Que engraçado, estou no capitulo 8 e devorando o livro. Adorei a forma como ela escreve, ela não é nada autoritária. As pessoas entendem a tal da "pausa" como se fosse pra deixar a criança berrando, e não é disso que o livro fala.

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  25. Depois dos comentários desisti de ler! Afff triste Pq achei que a autora era expert no tema. E achei que ajudaria na educação da minha sobrinha que é extremamente mimada pela mãe e avó, acho frio demais criança mimada, birrenta, cheia de vontades. Achei que o livro ajudaria num direcionamento mas pelo visto não. Agora ficou a dúvida ...

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  26. Dani, te dou razão quando diz que cada mãe deve seguir seu instinto. Mas só como curiosidade eu morei quase 3 anos em Paris e posso te garantir que é assim mesmo sem exagero. Quanto a educação americana não posso falar nada, desconheço. Agora as brasileiras eu posso falar de boca cheia, kkkk eu sou professora e lido com mães e crianças todos os dias, aqui sim é 8 ou 80, há mães super protetoras e que não deixam os filhos nem respirar e aquelas que mandam os filhos sem material pra escola e nunca lembram de buscar os coitadinhos no horário da saída. Isso na França jamais acontece, pq no horário da saída as crianças saem e fecham os portões. Se os pais não estiverem ali e acontecer alguma coisa com esta criança, a responsabilidade é toda dos pais e a coisa fica muito feia pro lado deles. Aqui já teve mãe que foi buscar o filho 3 horas depois do horário da saída, chamaram o conselho tutelar e nada foi feito. Quem foi punida? A professora que teve que ligar pra alguém buscar seu filho na escola, que só conseguiu voltar pra casa depois das 21 hs, pra ela sim teve castigo e pro emocional da criança que ficou tb, ficou um sentimento de abandono... Essa é a realidade brasileira. Acredite, acontece muito, não foi uma exceção. Mas não quero dizer com isso que os franceses são perfeitos, a questão da amamentação fora de questionamento, ser amamentado é um direito do bebê e amamentar é uma obrigação da mamãe, tb sem exageros, pq algumas mães aqui falam que amamentam até os 3 anos, coisa desnecessária, a criança já está até se alimentando de porcarias, isso sim elas deviam excluir e não excluem. Fora mães que fumam com as crianças no colo, etc... No geral, elas estão sim mais avançadas do que nós que seguimos um padrão americano de ser, mas como tudo na vida, não atingiram a perfeição, isso não existe, temos sim sempre que usar nosso instinto mas tb devemos raciocinar pra poder dar aquela equilibrada. Bjokas Adorei seu blog

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    1. Concordo em gênero, número e grau. Morei em Paris mais 2 anos e tudo o que você disse é verdade Eu vejo as mães brasileiras pirando demais, cansadas demais, exaustas demais, sem dormir e mais um monte de coisas que me fazem meus cabelos ficarem em pé. Não quero isso para mim. Vejo que as mães francesas não deixam de viver, nem durante a gravidez e nem quando a criança nasce. Na Alemanha é a mesma coisa. Atualmente eu moro nos EUA e não sei dizer, mas crianças são muito barulhentas, em geral.

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  27. Ainda quero ler o livro. È duro admitir, mas muitas crianças no Brasil não tem educação, incluindo os da minha família rsrs. Fui a um restaurante ontem e fui atropelada por várias crianças kkkkkkk
    Muitos falam que é SAÚDE.....
    Na verdade,as pessoas tem filhos pelos motivos errados, muitos nitidamente não tem paciência. Se pudessem deixar os filhos na escola em Janeiro e só buscar no Natal , muitos fariam.
    Crianças sem limites, birrentas, mal educadas e pais também mimados e fracos. É isso que vejo na minha família e fora dela . É duro admitir que talvez eu tenha sido uma criança também mal educada e mimada rsrrsrsrs

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  28. Eu morei em Paris mais de dois anos, o bastante para querer dar uma educação à la francesa e com um cadre bem definido. Por que? Porque eu nunca vi as mães francesas pirando, reclamando, gritando com as crianças, descabeladas, sem dormir, com olheiras e exaustas. O que eu vi foram mulheres que retomaram a vida bem rápido e não piram muito. As crianças não fazem manha, se caem logo se levantam, se começam a chorar a mãe as tranquiliza em segundos. Eu amei vivenciar isso porque é o que quero para mim. Não consigo entrar em uma bolha chamada maternidade e ficar nela 100% como vejo muitas amigas brasileiras fazendo. Eu vejo muitas amigas brasileiras reclamando muito e anos fio, a criança está com mais de 2 anos e mãe ainda reclamando de exaustão e não ter dormido. As crianças devem se adaptar a gente, acho, não o contrário.

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Sinta-se a vontade para viajar no comentário! =)
Ele será respondido por aqui mesmo, ok?

Beijas!!

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