13 novembro 2013

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Quem sou, onde estou, pra onde vou?

22 comentários:

  1. Dani sou sua fãããã!
    Amei o texto, como sempre amo!
    Beijos
    Than (mamãe da Anna Laura e do Bernardo)

    PS.: preguiça de logar na conta...kakakakakaka

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    1. Than, eu só tenho a agradecer a sua visita, já sabendo da sua condição ímpar de mãe de RN com uma bebéia da idade da minha no colo.... obrigada mesmo, fiquei super feliz que vc curtiu o texto no Face e nem tinha ideia de que tinha comentado aqui! Obrigada!! <3

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  2. Uau, Dani, que reflexão!
    Acho que a partir do momento em que temos mais perguntas do que respostas estamos num bom caminho. Autoconhecimento é isso mesmo, essa inquietação constante, esse querer saber mais, esses questionamentos.
    Pelo menos comigo é assim o tempo todo.

    Agora estou pensando muito em algo para transformar em renda, que eu possa exercer enquanto sou mãe sem precisar ficar muito longe nos primeiros meses (ou anos). E quer saber? É difícil pra caramba! Como dizem por aí "não tá fácil pra ninguém", rsrs.
    E eu ainda sou do time de que precisamos mesmo mudar o nosso interior, olhar mais para as nossas particularidades, ouvir o nosso instinto. Porque quanto mais a gente busca lá fora as respostas que deveriam vir de dentro, mais a coisa fica uma zona, uma bola de neve que é mesmo bem difícil de parar. Eu vou (ou tento) ir por esse caminho, mesmo estando completamente contra a maré.
    Não é fácil, mas vale a pena!

    Beijo grande!

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    1. Má, eu concordo contigo!! Gosto muito de pensar que tudo bem racionalizar tanto e ter tantas questões pendentes.... é normal, não é?
      Eu acho que sim!! No dia que eu parar de questionar, parei de pensar, de refletir, de melhorar....

      Boa sorte na sua nova profissão! Especialmente se for aquela que um dia vc comentou comigo, vou ser a cliente número 1!

      Beijos grandes!!

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  3. Dani,
    Também li o texto da Nine ontem e fiquei com ele na cabeça. Me vi lá - parei de postar há algum tempo, deixei meu blog morrer, não me arrependo. Os motivos, eu compartilho com os que ela descreveu lá no post dela.
    Também fazia muito tempo que não lia blogs maternos (tenho alguns poucos no meu feed, o seu e o dela, por ex) e muito menos comentava. É boa essa troca, é salutar, mas aprendi que a gente tem que escolher nossas batalhas. Puxando um pouco o assunto de alguns posts seus atrás, falo aqui de tempo x internet.
    A gente precisa usar a informação que a gente consome a nosso favor, e não fazer o favor de deixar a informação nos consumir. Como estratégia, eu deletei tt e fb do meu celular. Tem sido muito bom. E suficiente.

    Beijos!

    Pri

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    1. Pri, quanta honra! Sério, quanta honra!!! Nossa, que bom ler o seu comentário, me senti a mais querida do mundo!! =)

      Sabe que, embora a Laura tenha três anos (nem isso ainda), eu já me vejo nessa situação de não ter muito o que escrever do seu dia-a-dia, e sim, mais sobre as perdas, os ganhos e os aprendizados, mas nada especial de aprendeu a falar, aprendeu isso, fala tais palavras errado... nadinha.... nem vontade de registrar, eu tenho. Acho lindo que ela fala várias palavras erradas, mas não fico gravando por aqui!

      ADOREI a sua ideia de não ter o face no celular!!!! AMEI!!!!!!!!
      Acho que porei em prática now!!!!!

      Um grande beijo e obrigada por tudo!!

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  4. U-A-U! Adorei a reflexão! E como vc deve ter percebido (obrigada pela linkada aqui) eu estou na mesma vibe. Senti um Q de ironia no seu texto, kk, acertei? Ir nas festas da empresa para mostrar gratidão foi de matar de rir. E precisar comprar presente e ter roupas e unhas feitas! Isso me lembra de mim mesma alguns anos atrás. Mudei essa parte, mas foi só porque passei num concurso público e posso me dar ao luxo de não ter que puxar o saco do meu delegado ou do meu chefe (ainda que isso não faça de mim a funcionária preferida). Enfim... Quando eu me dei conta de que trabalhava mais para movimentar a roda do trabalho e da fortuna de outras pessoas, em detrimento do meu próprio bem estar e da minha família, JIZUIS, deu um negócio, um siricotico, uma síncope daquelas! Eu gasto, trabalhando, 5.000,00 todo mês. Gasto isso para pagar a diarista, a babá, a escola, o aluguel bem próximo ao trabalho, que fica no centro e é caro, para que eu possa vir almoçar em casa. Caraca! Sem trabalhar eu economizo pelo menos 3.000 de cara. Mas tudo bem, dinheiro não é o único motivo pelo qual eu trabalho...eu quero me sentir bem com meu trabalho. Só que meu trabalho não me realiza...já realizou, mas não realiza mais. E aí? Como mudar tudo, assim? É de pirar, ou não? Fora que não dá para ter horário fixo e rígido, pq largo tudo mesmo quando meus filhos estão doentes. E saio mais cedo para ver a apresentação - ridícula - na escolinha. Não deixo meu trabalho por fazer, nunca, mas pq não posso ter essa possibilidade se sou ótima servidora? Modéstia a parte, claro, hehe. Enfim, Dani...acho que somos a uma geração de mulheres que vai questionar as relações de trabalho mais uma vez. Não queremos ser como os homens, nossa realidade muda depois da maternidade - e deveria mudar para o pai tb, mas isso é outra coisa - queremos trabalhar sim, mas queremos qualidade de vida (e isso não é ter carro celular empregada), queremos viver mais com as pessoas que amamos, queremos estar presentes em nós mesmas e nos que nos rodeiam. É ou não é? Beijos, lindona!

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    1. Nine, essa nossa conversa renderá muito....

      Acho, realmente, que a sociedade precisa mudar COMO UM TODO, de forma URGENTE!!!

      E o que eu mais quero é a tal da qualidade de vida, sem dúvida. Claro que ir a pé para o trabalho me gera um conforto enooooooooooorme e isso é ótimo, mas, no geral, eu preciso ter conforto em sair para ver as apresentações da Laura, ir às reuniões da escola, ir ao médico, levá-la para exames.... não é????

      O que eu mais quero é estar presente na vida das pessoas que amo tanto.... e me sinto tão ausente!!

      Beijos grandes!!

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  5. Ta que pirei no texto.. depois no comentario da Nine...
    Ontem tive uma conversa seria com meu marido sobe os valores que damos as coisas e o valor da minha felicidade... pode pagar muitas coisas e não ser feliz, é uma conta que não bate mais na minha cabeça...
    Hoje estou aqui... vendo o dia passar.. moscando, morcegando, pq não tenho animo, estimulo, forças para continuar mantendo essa roda ativa... mas PRECISO fazer isso por alguns meses, ainda...
    Todos os dias me pergunto, me questiono e tento que meu futuro seja diferente... que minha atuação na vida de Laís seja diferente.. e que minha realização com Martha, pessoa, mulher, ser humano vá além de ter que pagar as contas no final/inicio do mês!!!
    (com seu texto a vontade de chorar de hoje só aumentou... Ou é tpm, ou hormônios de gravidez.. huahuahuah)

    bj grande em vcs

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    1. Marthinha, são hormônios gravídicos.... oremos!!!!!!

      Não chore, curta a vida pq ela é muito boa, não é???

      Beijos enormes!!!

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  6. Dani, lendo seu texto (incrivel!) várias coisas me passaram na cabeça, muitas já observadas acima mas se tem algo que mais me incomoda e me faz pensar ultimamente é justamente essa questão de 'TER QUE TER" e não digo isso com relação a nós adultos não, estou falando das nossas crianças!
    É um tal de tem que estudar em uma escola bilingue porque tem que aprender a falar inglês, português e sei lá mais o que até os 3 anos (eu tenho 30 e até hj não sei direito), tem que ter a festinha da Minnie no buffet mais caro com produções que até casamento perde.... Enfim, que mundo é esse que estamos mostrando para nossos filhos?
    É claro que não sou hipócrita, gosto e faço aniversários para minhas filhas, graças a Deus temos condições de colocá-las em uma boa escola que não é uma de 1.500 reais por mês mas é a que mais se adequa a minha realidade econômica e pessoal... Enfim, o que quero dizer é que eu não sou o que tenho, definitivamente. Até posso ter esses 5.000 reais pendurados em mim agora (apesar de que acho que não chega a tanto!) mas isso não representa nem de longe o que sou e o que prezo.

    A maternidade faz loucuras com a gente e hoje faço reflexões que outrora não passavam na minha cabeça. A gente muda mesmo e muito!

    bjocas,

    Aline

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    1. Aline, muito obrigada pelo elogio quanto ao texto, obrigada mesmo!!! <3

      Eu concordo que as crianças de hoje não só têm que TER, como têm que ser!!! Têm que ser os primeiros a aprender inglês, a contar até 20, a falar mãe e pai. Têm que ser os fodas antes de completar 5 anos. Eles têm que fazer aulas extracurriculares e as tardes têm que estar ocupadas com funções maravilhosas que os deixem dignos de viver neste mundo tão maravilhoso e hábil com tudo e todos... affe....

      A gente muda muito após a maternidade e quanto mais mergulha nestas questões, mais mudadas voltamos à tona para respirar.

      Um grande beijo!!!

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  7. Oi Dani! Compartilho desse seu momento reflexivo. E não é de hoje. Eu tenho procurado por uma vida mais simples, tenho procurado descomplicar muita coisa, inclusive a maneira de pensar. Passo com pressa agora, mas prometo te mandar outro comentário, ou mensagem via FB do tanto que esse texto me fez pensar.
    Grande e carinhoso beijo

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    1. Gabi, tamo junta!!!!

      Um grande beijo e obrigada por ter passado por aqui, mesmo na correria!!!

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  8. Lindo momento este seu, o qual compartilho. A maternidade causa enorme transformação na grande maioria das mulheres e aí a gente, finalmente, enxerga que o buraco é mais embaixo, literalmente. Eu pude dar tchau à carreira que antes abraçava com tanta dedicação. E sei que nem todas as mulheres podem/querem fazer isso. Fui de encontro a todos, que sei, chamaram-me de louca...como assim largar a carreira jurídica? Eu só pensava: como assim NÃO largar? Enfim, eu descobri que posso ser muito mais do que eu era e posso fazer muito mais do que eu fazia. E estou muito em paz com as minhas "tortas" escolhas. Sigo refletindo e tentando moldar esse novo eu. Deu trabalho chegar até aqui mas tem valido cada lágrima e cada reflexão!! Você vai se encontrar!!!
    Beijo enorme!!

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    1. Myriam, só posso te desejar tudo de melhor nesta nova etapa da sua vida! Tenho certeza de que vc optou pelo que mais te fará feliz e que não foi do dia para noite. Vc ponderou, pensou, analisou, repensou....
      É isso aí, nós devemos seguir nossos instintos sempre!!!

      Um beijo enorme!!! E parabéns para o Dan!!!

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  9. olha é difícil parece que nossa cabeça vai dar um nó
    hoje sou mãe em tempo integral
    mais já vive uma mãe que trabalhava fora por 09 anos
    quando decide ser mãe em tempo integral entrei em uma luta
    interior, mais no fim saberá tomar um caminho
    uma decisão que você

    linda noite bjs

    Ser Mamãe Pela Segunda Vez
    Google+Nanda

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    1. Nanda, tudo bem?
      Eu realmente estou buscando meu caminho, mas te digo que ser mãe em tempo integral não faz parte do meu sonho de vida, sabia? Não que eu ache ruim ou feio, é que eu gosto muito do meu trabalho e sei que sentiria muita falta dele, caso escolhesse a vida de mãe, exclusivamente.

      Cada uma deve buscar sua felicidade da forma que for melhor. Sem sombra de dúvida.

      Um beijo grande!

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  10. Sou mãe em tempo integral, não por opção própria, mas porque fui demitida assim que voltei da licença maternidade. É ótimo poder estar mais perto, mas fica um vazio, pois adorava o que fazia e continuo em busca do meu lugar ao sol profissional. Quem sabe depois do segundo filho eu passe a procurar com mais afinco, por enquanto ficamos assim, empurrando com a barriga, fazendo um freela entre uma papinha e outra. Sobre as outras questões, como esta difícil né?!? Tenho procurado levar uma vida menos consumista, tentar ver o lado cheio do meio copo e ser grata pelo que eu já tenho e não infeliz pelo que eu não tenho. Acredito que o capitalismo é que nos deixa assim, querendo muito e achando que temos pouco!!

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    1. Longa reflexão, não????

      Eu tbm tenho tentado levar uma vida mais minimalista, menos consumista, menos precisada de tudo.... quem sabe consigo?

      Vou me esforçar muito!

      Beijos!!!

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  11. Muito boa sua reflexão Dani! muito mesmo!

    Eu me pego pensando sempre em como antigamente as pessoas tinham 10 filhos, e apesar das dificuldades, tudo era superado. Hoje em dia temos a tecnologia e vários outros meios que vieram para facilitar a nossa vida, e engraçado que não temos mais 10 filhos, temos 1 ou 2, no máximo 3.

    A gente sempre ouve dos nosso pais "ahhh quando eu era criança não tinha direito a isso ou aquilo outro, hoje em dia é muito luxo". Daí eu pego meu pai, exigindo do meu irmão, a melhor roupa, a melhor escola, o melhor de tudo para o meu sobrinho, enchendo este moleque de mimos caros! Oras, quem estava criticando agora está cobrando???

    Tudo isso é muito louco... A cobrança da sociedade é muito grande... Temos que seguir a massa! O que nos força a trabalhar mais e mais para ter dinheiro para tanta coisa!

    Não posso nem quero julgar ninguém, afinal devo ter gasto quase 10mil reais com o enxoval do meu filho que está pra chegar! sou consumista sim! Adoro fazer compras... mas sempre me pego pensando se realmente tudo isso é necessário, e nos valores que quero passar para meu filho.

    Agora me diga, quedê o equilíbrio da pessoa?! kkkkkkkkkkk

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  12. Dani como sempre seus textos nos fazendo refletir tanto, viajei aqui lendo todos os comentários!

    A pouco tempo sai de um emprego de 5 anos! E hoje consegui um emprego de meio período e estou tão mais realizada, aos poucos vamos encontrando nosso equilíbrio, nos libertando de algumas coisas e nos dando conta do que realmente vale a pena!

    beijos beijos

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Sinta-se a vontade para viajar no comentário! =)
Ele será respondido por aqui mesmo, ok?

Beijas!!

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