29 outubro 2013

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Revolta - Violência materna

31 comentários:

  1. Dani, concordo muito com tudo q vc escreveu. Por parei de participar desses grupos, de ler e opinar. A maioria nao respeir... veja bem, a maioria, nao todo mundo. E muitas querem ditar o que deve ou nao se fazer... cada crianca eh uma crianca, poxa. E o legal eh compartilhar experiencias, trocar ideias e ter uma relacao saudavel, neh?
    Bjo.

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  2. O mundo materno tem disso (desde TER que ser parto normal, TER que amamentar, TER que ser feliz ao sair da maternidade e depois vai longe é: quem fala primeiro, quem anda primeiro, quem saiu das fraldas primeiro, notas na escola...) e é por isso que não participo de nada, porque tudo é muito visceral, tudo é levado a ferro e fogo.
    Teve uma vez que eu disse no FB que eu ficava feliz por meus pais nunca terem me beijado na boca, por várias razões não concordo com essa prática e não faço nos meus filhos, mas eu não paro na rua, no mercado para repreender quem faz... afinal cada família tem sua dinâmica e no fim uma outra mãe surtou porque ela faz isso com a filha e o que eu tenho com isso e blá, blá... Saí do grupo, não estou nas redes sociais para criar barraco, mas para trocar informações e aprender com opiniões que eu vou gostar de ler e outras diferentes da minha.
    Eu acho que tudo que envolve maternidade deveria ser levado com leveza e amor, sem apontar o dedo para outro, sem querer impor o seu jeito e sem tentar convencer que na sua casa tudo funciona melhor...
    Com toda certeza, para muitas mães eu digo também "Mais amor, por favor". Se aceitem, aceitem seus filhos, aceitem que o que funciona para você nem sempre funciona para o outro. O meu sapato 35 não vai ser bom para quem calça 37- porque eu vou querer obrigar a todos a usarem o meu número, que é tão confortável pra mim, porque não seria bom para você e para o mundo?! Aí eu crio um grupo de mulheres que calçam 35 e começamos a ditar todos os benefícios dessa numeração e porque todas deveriam usar... pobres mulheres que não calçam 35 e vão acreditar no blá, blá e passarão a vida desconfortáveis...
    Adorei seu texto ;)

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  3. Fantástico!!! Ao cubo!!!!

    A gente tem por hábito dizer que a maternidade nos transforma, nos modifica, nos melhora. Mas fico indignada em como a maternidade pode nos tornar julgadoras e, como disse, prepotentes.

    Um saco todas as cartilhas que existem por aí, ditada por mães que se acham perfeitas. Tudo é teorizado, tudo tem nome e, se não fizer daquela forma, querida, estará fadada ao completo fracasso materno. Será mãe de merda e terá um filho mal educado, com problemas psicológicos, de aprendizado e de saúde.

    Não somos ninguém para julgar a educação do outro e MUITO MENOS A DOR DO OUTRO. Dor é íntimo, profundo e pessoal. A mesma situação passada por duas pessoas diferentes gera nelas sentimentos distintos. Não podemos, jamais, enfiar o dedo na ferida.

    Cadê o amor? Cadê a solidariedade?

    Quando fiz o meu blog, pensava nas trocas solidárias entre as mães. Em, de alguma forma, ajudar e ser ajudada. Jamais em julgar, jamais em disputar.

    Mas espero, de verdade, que essa arrogância faça parte da minoria. Principalmente porque o futuro está, literalmente, nas nossas mãos. Na forma como educamos nossos filhos. Se não temos estes valores básicos de amor, respeito e solidariedade, fica difícil de ensiná-los aos nossos!

    Beijos! E obrigada por falar o que muitas de nós têm vontade!

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  4. Desde quando tive minha filha sinto o quanto falta apoio para uma mãe. Em tudo. Difícil alguém apoiar as escolhas, sejam elas quais forem. Lamento profundamente a perda desta mulher e espero que ela encontre alguém que a apoie de coração. Mas apoio, mais amor, menos julgamentos. Ana Paula.

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  5. Sabe Dani, tenho prestado muita, mas muita atenção nisso.
    Mães julgando outras mães. E fiquei espantada com a frequencia e a ferocidade que isso ocorre. É triste demais. Falta exatamente aquela palavrinha que vc colocou aí no texto: empatia.
    E passei a olhar pra mim também, e ver que eu não estou isenta disso. Eu não costumo falar e me envolver nas polêmicas, mas muitas vezes já pensei. Acho que o primeiro passo é tomar consciência disso. E depois ver o que fazer.
    É muito triste que uma pessoa na situação dessa mãe que perdeu o filho ainda tenha que arcar com o julgamento e a culpabilização alhei (porque nesse caso, parece ser isso que é: gente culpando a própria mãe pelo que aconteceu).
    Mas também é muito triste que, mesmo nos casos menos graves, a gente viva se apontando o dedo umas pras outras, sem parar pra ouvir, sem diálogo, sem respeito.
    Estou com um texto pra escrever sobre isso, meio começado, mas ainda preciso elaborar um pouco mais.
    Bom, o seu tá ótimo, parabéns! ;)
    (e eu preciso elaborar mais porque - olha só - descobri que quero justamente trabalhar com mães)
    Beijoca pra vc

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  6. Cansa isso, né Dani?!
    Cansa a dor por si só, que já é imensurável. A dor do dia-a-dia, dos noticiários, das perdas que temos.
    Cansa mais ainda quando sentimos a perda do outro, pq o outro é IGUAL a gente (pq eu morro de chorar vendo causos de criancinhas ou de mães, viu)...
    Daí o povo cansado, ao invés de solidarizar com a dor do outro, se acha no direito de dizer que a sua dor é maior, que a dor daquele é CULPA dele e que é para enfiar a dor dele onde ele quiser, mas não expôr-la a publico, para que o publico sofra junto.
    Aí vejo o quanto tem de gente egoísta que não aprendeu que se ele não pode ajudar... que fique queto.
    Eu só consigo pensar na dor dessa mulher e na raiva desse lugar e desses médicos... e nem sei a historia direito, alem do que vc contou.
    Somo iguais, né?!
    Adorei o texto, flor!
    bjs

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  7. Perfeito!

    Tem um montão de mãe por aí que diz que cria seu filho com apego, mas que não é capaz de acolher o mínimo a outra mãe que precisa de colo e/ou informação!

    Falta amor nesse mundo...ah, falta!!

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  8. Eu não soube desse caso em particular, mas, pelo que vc descreveu foi uma coisa horrorosa...o mundo virtual materno é dificil mesmo!!! Ao invés de uma ajudar a outra, ocorre o oposto...que bom vc ter falado o que pensa...vai servir para um bocado de gente!! Muita falta de compaixão para com a dor dessa mulher...vá entender...

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  9. Também não sabia desse caso, e sinto muito!!! E assino embaixo! Beijos

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  10. Você tocou direto na ferida, Dani! Ainda que realmente não seja a postura de todas, essa arbitrariedade e pressa em julgar são extremamente opressoras. E olha que estou falando no efeito que provoca em mim, pessoa gestante e desejosa de um parto normal humanizado, vivendo as delícias dessa fase. Ou seja: estou bem! Imagina então alguém que foi vítima de violência e está vivendo a pior dor que deve haver?
    Faltar empatia na luta pela humanização do parto é uma contradição que não pode existir, porque acaba provocando o efeito contrário ao desejado por esse movimento que, na essência, é tão bonito. Parabéns pelo texto, que só reflete a sua postura de sempre, de se colocar de forma tão transparente nesse turbilhão que é a maternidade!
    Beijo!

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  11. Dani, concordo integralmente com tudo o que você disse.
    Não tenho facebook, instagram, nada dessa vida louca de internet por mil motivos, mas um deles é exatamente esse, porque se nos expomos de alguma forma, ainda que não seja essa a intenção, as pessoas (leia-se mães) vem com tudo com críticas e ofensas.
    Não faço a menor idéia de quem seja essa mãe que você contou a história, mas me dói sinceramente pensar no que ela passou e continua passando... Meu Deus!! Que mundo louco é esse?
    Definitivamente, não é esse mundo que quero para minhas filhas não!!

    beijos,
    Aline

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  12. Excelente texto! Mais amor e menos julgamentos!

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  13. Terminei de ler seu texto ouvindo o som dos aplausos em pé, no Teatro Municipal.... DANIELA RABELO PARA PRESIDENTE!!! CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP, CLAP!!!!

    Fantástico, incrível, verdadeiro, enfático, sincero.... Sincero com você e com todas as mães... Acredito que você tenha tirado um peso do seu coração escrevendo, pois eu tirei um peso do meu lendo... Como é verdade que mulher mãe é um bicho egoísta e egocêntrico... Queremos que nossos filhos sejam modelos capas de revista e esquecemos que a vida vem sem manual de instruções e nós construimos nosso caminho a cada dia com nossas escolhas e atitudes. Desse caso especificamente eu não fiquei sabendo. Estou meio out desse mundo, cuidando das minhas meninas que não é pouco trabalho... rsrsrsrs
    Cansei da hipocrisia, do falso moralismo. Família perfeita nem em comercial de margarina, pois é um treco que faz mal pra caramba....
    Por isso vou aderir a campanha: MAIS AMOR POR FAVOR!!!!

    Beijosss em você e na pequena grande Laura
    Adoro você!!!
    ;)

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  14. Dani, vc é minha "idala", ADORO como vc tem a alma aberta, corajosa e, principalmente, sincera!
    Pena que nem todo mundo vai ler seu texto, pena que também terá gente que não saberá interpreta-lo, ou pior, nem vai se reconhecer nele...e adorei vc ter lembrado do pai, coisa que muita mãe ignora, e que alguns preferem assim mesmo, pra não ter esta responsabilidade toda sobre o filho.
    A Bia dorme a noite inteira, mas o resto...sem falar na mãe dela, que fez Cesária por opção, trabalha fora e ainda resolve correr quando chega em casa...uma decepção! Só que não...E eu odeio esta violência no parto, minha mãe passou por isso tbm no parto do meu irmão e ignorar a dor alheia é meio caminho pra logo pagar com a própria!
    Bjs!

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  15. Dani,
    Não acompanhei o caso (porque sou uma mãe alienada que não assiste jornal por falta de tempo!)... que lamentável! Vejo tanto isso nos blogs... as mães que se acham e que julgam as outras o tempo. Outro dia vi um post imenso julgando fria e calculistamente as mães que trabalham fora... Fiquei tão revoltada, que nem me dei ao trabalho de responder.... simplesmente meu tempo é muito valioso para desperdiçar com pessoas assim, sem compaixão, sem afeto, que precisam se auto-intutular as melhores mães do mundo, rebaixar as outras para acreditarem que são sim boas mães... enfim! Amei seu post! Falou e disse!!!! Já disse isso antes por aqui, mas repito: adoro seu blog porque vc é de carne e osso, expõe sua vida, suas limitações, seu desespero e seu lindo amor de mãe. Sei que vc é gente de verdade e o que vc escreve é cheio de verdade. =) Parabéns

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  16. Meu Deusss Dani, estou empolvorosa com seu post, extremamente verídico e sincero, concordo plenamente com vc, vamos julgar menos e apoiar mais, aceitar o diferente, deixar que cada uma eduque seu filho como bem entende, e dar pitaco só quanto for chamada...Amoooo seus textos ....
    www.reinomae.com

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  17. Olha, é de cair o cu da bunda esse tipo de comportamento né?
    (perdoe meu francês, mas eu também fico muito puta com esse tipo de coisa)
    Po, não consigo imaginar a dor que essa mulher está sofrendo nesse momento. E não se acolhida com compaixão por outras mulheres que podiam ter sido vítimas da mesma violência? É pra perder um pouco a esperança no mundo... que tipo de filhos elas estão criando pro mundo?
    Felizmente saí de muitos dos grupos de que participava... estava perdendo tempo demais com a vida alheia... e não cheguei a acompanhar essa história.
    Ainda bem!
    Mas compartilho da tua revolta, pois vi casos semelhantes em muitos desses grupos.
    Um beijo!

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  18. Que triste, que triste mesmo, é a realidade da nossa sociedade. Zero empatia. Não acompanhei nada do caso, mas não é difícil de saber o quanto ela deve ter sofrido e o quanto deve ter de falacioso nas justificativas do hospital. Acolhimento é a palavra.

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  19. Cade vc aqui por perto pra eu dar um abraço apertado??!
    Faço minhas as suas palavras!
    E digo mais, oque tem de mãe mentirosa por ai não tá escrito kkkkk
    Ontem mesmo li o texto de uma que se diz a melhor do mundo, o caso é que há um tempinho atrás estavamos no mesmo grupo e essa mesma moça só abria a boca pra reclamar do filho que não dormia, não dava sossego e que ela vivia a base de antidepressivo porque a coisa era foda.

    Tenho pena de quem se deixa levar pelas realidades inventadas, regras ditadas por essas mães cretinas que proliferam na internet.

    Beijocas, querida!

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  20. Imagino o sofrimento dessa mulher Dani. Difícil, muito difícil tanta crueldade. Por aqui tenho uma colega que passou por isso: ficou um dia e uma noite em trabalho de parto e na hora de nascer fizeram fórceps...o bebê morreu. Triste, e o pior é que acontece muito.

    Sobre perfeição, não existe mesmo.

    Beijinho!

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  21. Já não basta o sofrimento que é perder um filho, que como tu disse não tem nome, ainda ter que ouvir besteiras de pessoas que se acham melhores que Deus...as vezes me dá vontade de sumir desse mundo.. tenho medo de ver o mundo que meu filho vai viver daqui uns anos.

    Deprimente...

    Texto perfeito flor!

    Beijos

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  22. Dani: eu te amo!
    Guria, vc é demais! Eu nem sabia desse assunto aí rolando, mas lendo suas palavras senti o sengue esquentar aqui tb. Realmente esse mundo virtual é cheio de "eu sou a melhor mãe" e poxa vida, ninguém é melhor que ninguém, a gente trabalha TODO DIA pra ser a melhor mãe que podemos ser e sempre, sempre, sempre somos julgadas. Cansa né?!

    Adorei o texto!
    Estava morrendo de saudades de passar por aqui!

    E ah, quero conversar contigo sobre a festa bailarina viu?!
    Tenho umas ideias!
    Beijão

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  23. Oi Dani! Vi seu post lá pela fan page da Than, e menina, precisava vir aqui te dar um abraço virtual! Em algum momento já havia lido algum post seu, mas sei lá porque, não dei continuidade! Quando vi o blog, reconheci!
    Sabe, eu sou (fui) blogueira das antigas, bem antes de engravidar, lá pelos idos de 2007/2008. De lá pra cá, me formei, casei, vivi, viajei, engravidei, gestei, maternei, rs...e a blogosfera mudou! Virou mundo cão! Eu amo escrever, PRECISO derramar em palavras o que me sobra em sentimento, mas decidi não mais compartilhar no blog, pois não me encaixo nesse pensamento tão dentro da caixinha como o povo tem imposto por ai.
    Bom, é isso! Meu abraço virtual pra você, e palmas para sua franqueza. Abaixo a intolerância materna!

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  24. Parabéns pelo post Dani! Tenho visto muito ataque, pouca compreensão, não nesse caso específico, mas em vários. Acho que uma coisa é lutar contra um sistema obstétrico "manipulado", outra coisa é lutar entre nós. Não deveríamos estar unidas? Ajudar, compreender, unir o sagrado feminino, acalentar o sofrimento dessa mãe? Pra que possamos falar de natural, vida, direitos precisamos olhar sim além do nosso umbigo, e aprender principalmente a respeitar e a se unir. A "nossa" causa será de poucos se tudo for tão violento. Não vi a conversa onde essa mãe foi desrespeitada, mas sinto pela profunda dor (aliás não consigo e espero nunca sentir) do que aconteceu em dia vida e o posterior "ataque" que você menciona. Essa é a hora de nos unirmos, tem um monte de gente lutando por coisas legais, que isso não vire uma guerra , uma competição onde no final nem ganhadores terão! Saudades sempre bjão grande

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  25. Olá Dani!
    Super concordo com tudo q vc disse. Acho q de forma geral ta faltando amor no coração por isso q fica difícil se colocar no lugar e sofrer a dor do outro.
    Acho lindo parto normal e admiro mt as mães q tem seus filhos dessa forma, mas tive meus dois filhos de cesárea e não me acho menos mãe por causa disso!
    Solidariedade eh uma coisa q deveria ser natural, principalmente a nós mães.
    Parabéns pelo excelente post !! Bjok

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  26. Nossa Dani, que grito você deu! Já soube de casos de mães mal tratadas no hospital, principalmente nos publicos, mas juro, as vezes pensei que era por recalques, por descaso de um ou outro da equipe médica, mas não pensei em tortura instituída. Doeu muito! Que seres humanos são esses. Vão apodrecer iguaizinhos a todos.
    Que belo grito você deu!
    E é verdade, somos boas mães, mas ninguém é perfeito. Que legado deixaremos: nossos gritos de ordens na cabeça de nossos filhos, ou o ensinamento de amor e solidariedade a perpetuar.
    Tenho notado nas reuniões de colégio uma atitude estranha nas mães. Elas estão bem alheias ao que a escola ensina dentro da sala de aula, mas felizes porque não são mães de crianças problema. A profe não reclama do meu filho, ótimo. O que essas mães querem com filhos? Comparar com outros?
    É doloroso, pois esse círculo de horrores vai se alastrando e tomando dimensões não imagináveis.
    Parabéns por colocar isso para fora, imagino a tua dor!

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  27. Oi Dani, eu não fiquei sabendo desse caso e provavelmente não participo do grupo no FB. Mas concordo com você que algumas mães no mundo virtual estão muito ditadoras de regras e fazendo isso de forma agressiva. Atitude que não ajuda, não agrega, apenas traz mais sofrimento. A quetão da violência obstétrica é grave e deve ser divulgada sim para que sejam tomadas as devidas providências. Muito bom o seu grito, o seu desabafo.
    beijos
    Chris
    Inventando com a Mamãe

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  28. Oi Dani!!
    Gostei disso viu??
    Não sou mãe ainda, e por isso ando em busca de leituras saudáveis e que tragam um bocado de aprendizado para o meu futuro próximo...
    E justamente acho que ando desanimada com o que estou vendo... é uma ditadura sem tamanho!!
    Eu nem sou mãe ainda e já estou desesperada com o que me espera... é um julgamento atrás do outro!! Ou pq vc não soube dar o peito na hora certa e por isso não teve leite (não existem outras causas pra isso!!), ou pq vc fez cesárea (isso é inconcebível nesse meio!!), ou pq vc optou por deixar seu filho no seu quarto até que complete 1 mês para que vc não precise ir a cada 2 ou 3 horas no outro quarto amamentar, ou pq vc fez um quarto totalmente inadequado para a idade, ou pq voltou a trabalhar, quando na verdade, para muitas isso não é uma questão de "conforto", mas necessidade...
    Enfim... uma série de situações que vc tem que enfrentar com sabedoria... e não que o certo seja isso ou aquilo... a boa mãe vai saber medir, contornar, medir novamente e assim tomar uma decisão condizente com a SUA realidade...
    Tenho certeza que vamos errar... e muitas vezes!!... e assim, com esses mesmos erros, vamos acertar... vamos aprender... vamos exercitar o aprendizado...
    Espero mesmo que sejamos mais livres, mais leves, menos julgadas, mais humanas, mais evoluídas... em todos os sentidos!! :)
    Um beijo!!

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  29. Se queremos dar filhos amorosos ao mundo, e um mundo amoroso a nossos filhos, a Regra de Ouro nunca é demais: faça aos outros o que quer que façam com você. Se a intenção era incentivar o parto normal, atacar os outros não é nem de longe o caminho.
    Beijos, parabéns pelo post.

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Sinta-se a vontade para viajar no comentário! =)
Ele será respondido por aqui mesmo, ok?

Beijas!!

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