05 agosto 2013

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O bem que te quero... e o mal que te faço

50 comentários:

  1. Dani, ontem (hoje né? kk) meu filho acordou a 1 da madruga pra mamar, eu dei mama e eu fiquei até as 3 lendo teu blog, que adoro e me identifico muito.

    Também tenho esse medo, e meu filho tem só 3 meses. Acho com toda certeza que sufoco, que vou sufocar esse menino de tanto amor. Ao mesmo tempo que quero ele independente quero ele comigo, grudado em mim. Tem vez que penso que se desse eu engolia ele, só pra ter ele aqui comigo dentro de mim de novo. Doida eu né? Eu sei. Mas sou assim. Estou aprendendo a ser mãe, e não é nada fácil.

    Segue teu coração, mas assim como eu, lembra que um dia ela vai crescer, essa é a ordem natural ( e gratificante para nós, mamães) das coisas.

    Hoje mesmo escrevi um post sobre como o tempo passa, e ainda estou secando as lágrimas.

    Beijos

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    1. Cacau, conheci o teu blog, muito bonito!!!
      João Nicolas é lindo, uma graça, parabéns!

      Realmente, conhecer a medida do quanto liberar e do quanto prender é muito difícil, mas não é impossível.

      Com certeza chegaremos lá.

      Um grande beijo!

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  2. Ai, que difícil. Muito difícil. Nina tem 1 ano e me pego com essas questões. Eu sou muito protetora. O pai dela não. que quero faze-la dormir no meu colo; ele, não.
    Ao mesmo tempo, quero que ela fique mais com ele. Ela não quer!
    E como vou negar colo, carinho, amor! Penso muito se estou fazendo o certo. E penso tanto, tenho medo.
    Ela é adorável, simpática, brinca, fica bem na escola... quero que continue assim. Sempre.
    Sábado teve reunião na escola e enquanto as professoras falavam, eu me culpava porque achava que todos os problemas, todos os avisos que elas davam, era para mim, para a Nina. Louca de pedra, mas cheia de questionamentos.

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    1. Bibi, ainda bem que os pais são diferentes das mães, não é???? Já pensou se fôssemos todos iguais?? Essas crianças não iam durar...
      =)

      Eu não nego carinho, colo, amor, afeto... e nunca acho que isso fará mal a ela. O meu raciocínio é em relação aos mimos e aos excessos (não de amor), mas é algo que tem que ser medido no dia a dia.

      Beijo, chuchu!

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  3. Ai Dani tô suuper com vc!
    Eu era igualzinha com o Pedro e só consegui desgrudar um pouco agora pq com dois mesmo querendo não dava!!!!
    Mas ainda faço a loucura de deixar ele faltar as vezes na escola para ficar em casa comigo! mesmo sendo errada, sei lá, tem hora que dá um aperto no coração!
    educar é difícil, mas vê-los crescer e ganhar autonomia e liberdade e o mundooo...ai dói de um tanto!!!!
    beijos

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    1. Michely,
      É um sentimento muito ambíguo, não é???
      Muito gostoso vê-los crescendo e ganhando o mundo, mas muito dolorido perder o bebê que cabe nos braços.
      Claro que é uma questão de adaptação e todo mundo sairá vivo dessa história.
      Oremos.
      =)

      E o seu bebê no forninho? Tudo bem?

      Beijo grande!!

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  4. Ai Dani, que coisa difícil essa de ser mãe né? Eu super entendo seu apego. Eu acho que isso faz parte da maternidade sabe? Poxa, pensa só, são nove meses DENTRO de nós. É difícil desapegar. Mas acredito mesmo que esse excesso todo possa torná-la emocionalmente dependente de voce. Posso dizer isso por experiência própria, com meu mais velho. Eu sufoquei tanto, grudei tanto, impedi tanto que ele escorregasse sozinho por muitos anos, que hoje ele é um garoto cheio de inseguranças. Isso não é bom. Preciso te dizer, com toda a sinceridade de uma amiga, ela já devia sim conseguir escorregar sozinha. Pode parecer bobeira, uma simples brincadeira, mas por muito tempo eu agi dessa forma com Jorge Lucas e agora os 'escorregas' da vida se apresentam pra ele e ele me olha pedindo socorro, sabe como? Não foi bom pra ele. Foi bom pra mim, enquanto vivi esse apego todo, ele ali debaixo das minhas asas, mas como demorei a soltá-lo, ele demorou a se libertar. Essa é minha opinião, baseada no que vivi, espero que entenda isso. Hoje com Mateus eu já consigo me soltar mais. Mas agora mesmo estou sofrendo com as férias acabando e a sensação de final de licença maternidade. Ah, e tem mais uma coisa....vou a favor dos pais que pegam no nosso pé nesses momentos. Eles têm uma visão menos romantizada das coisas, é bom ouvir esses toques deles. Beijos amiga !

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    1. Lu, acho que os pais estão certíssimos, pois são muito mais racionais do que nós, mães, porém, pergunte à Laura se ela quer o colo do pai ou da mãe??? Uhuuu \o/

      Pq eu sou muito mais carinhos, mimos, beijos e cheiros. Não que ele não seja, pq ele é muito grudento com ela tbm, viu?? Mas eu sou mais, consigo essa façanha.

      Estou, há poucos dias, tentando ver as coisas de outra forma - e te digo: é difícil pensar fora do senso-comum criado por nós mesmas, viu? Muito difícil pensar diferente.

      Beijos grandes, querida!!!

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    2. Sei como. Mateus chega a mandar o pai ir pro banho pra ele ficar sozinho comigo à noite. E ele também é grudento com Mateus....beija o tempo todo, dorme abraçado. Mas nós somos as preferidas !!!! Uhuuu \o/

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  5. É tão difícil né?!? Lembro que antes de ser mãe disse para a minha que filhos são para o mundo, e ela só retrucou dizendo que era para eu esperar ter os meus para ver se é isso mesmo. E tive, e cheguei a conclusão não é. A gente tenta, mas é difícil saber que eles crescem rápido, que em breve estarão independentes e nos achando chatas. O que procuro fazer é aproveitar ao máximo, posso exagerar, posso ser descuidada em alguns aspectos, mas amo demais meu pequeno e tudo o que eu faço é por amor!

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    1. Eu tbm, menina!!!
      =)
      Me vejo assim... hahahahaha

      Qual é a medida certa???
      (existe medida certa?)

      Beijos!!!

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  6. é Dani, mto dificil educar, dificil acertar... mas o que acho importantissimo, é ser assim, como vc....ser OBSERVADORA... acho essencial para uma boa educação, observar nossos erros com os pequenos, achofundamental pros acertos futuros.....sou como vc, me questiono o tempo todo, troco figurinha com amigas mães... como vc tb quero acertar e mesmo educando, tento respeitar a personalidade dos meus filhos para que eles se aceitem como são, com seus defeitos e qualidades..... é né dani....um desafio educar...BEM!! bjs Carol mercurio mãe do vi e do gu.

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    1. Obrigada, Carolzinha, obrigada!!!

      Observo mesmo, observo tuuuudoooo!!!!

      Desafio e tanto, Carol, que desafio....

      Sem dúvida alguma, o melhor desafio do mundo para mim.
      Amo muito tudo isso.

      Beijos grandes em vcs quatro!!!

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  7. Acho que toda mãe tem esse medo do filho crescer, criar asas e voar para fora de casa. A Luisa tem 2 anos e eu dou comida na boca dela, caso contrário ela não come, mas sempre tento incentivá-la a fazer sozinha. Acho importante a Laura saber que pode contar com vc, de ela saber que vc estará por perto caso ela precise de vc, mas a gente precisa deixar que eles vivam. Hoje mesmo fui deixar a Luisa na escola, no seu primeiro dia de aula... fiquei me remoendo, achando que a Luisa não se sairia bem, que ela iria precisar de mim... no fim, ela se adaptou tão bem que já vai começar a ir em período completo. Nós, mães, que colocamos obstáculos nesse processo... nós queremos eles por perto, nós queremos resolver tudo, nós queremos protegê-los, fazer as coisas por eles... mas chega um momento que os filhos precisam aprender a caminhar com as próprias pernas, mas não sozinhos, pois estaremos ao lado deles para orientar e amar. Acho bacana vc fazer essa auto-avaliação. Tenho certeza de vc é uma boa mãe e tenho certeza de que vc encontrará a melhor forma de educar a sua princesa. O problema é que esqueceram de mencionar no manual das mães como é amar sem apego, né?! Desculpe o livro que escrevi no seu comentário =)
    bjo
    Raquel
    www.eudonadecasa.com.br

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    1. Raquel, adoro comentários longos, não se desculpe jamais!
      =)

      Eu também acho muito difícil educar sem apego, especialmente pq passo de 9 a 10 horas por dia fora de casa e longe da Laura. Como não grudar nela quando estamos juntas???

      Difícil tarefa.

      Luisa vai se sair super bem na escolinha, elas adoram!!! Uma loucura aquilo lá!!!!

      Beijos para vcs!!

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  8. Dani, minha filha!!! Imagino o que vc está sentindo e posso te garantir que já me senti assim inúmeraas vezes com relação à educação de vcs (vc e seus irmãos). Mas olha, não existe certo e errado, com o tempo vamos aprendendo que cada serzinho é único, ninguém é cópia de ninguém e portanto, é aceitável todo e qualquer comportamento que difere dos demais!!! Vc acha que é errado dar amor? Querer grudá-la em vc? Claro que NÃO!!! Mal faria qualquer mãe que desconhecesse as necessidades únicas de seu filho. As fraquezas, as inseguranças, os medos, as incertezas só nos fazem crescer!!! Cada coisa a seu tempo. A Laura é especialmente amada e acho que amor nunca é demais. Por receber tanto amor é que ela sabe muito bem amar!!! Não SE CULPE, apenas curta sua filha. Se entrega, se joga,se misture a ela porque essa fase é linda e já, já ela cresce. Novas fases virão e nós sonharemos eternamente com nossos filhinhos quando eram pequeninos, assim como sonho com vcs ainda pequititos e morro de saudades!!! Vc é tão mãe que precisa de outro filho para ajudar a Laura a deliciar de seu amor!!! TE ADMIRO E TE AMOOOOOOOOOO

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    1. Mamita, obrigada.... obrigada!!
      <3

      Te amo taaaaaaaaaaaaaanto..........
      Te amo taaaaaaaaaaaaaanto..........

      o que seria de mim sem vc?

      nada.

      Te amo para sempre.

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    2. Que lindo mamãe aqui !!!! Tenho pensado muito numa coisa que ela escreveu: aproveitar, porque depois teremos saudades. Sabe Dani, eu acho que a gente tá sempre pensando tanto, planejando tanto, que corremos o risco de depois pensar "poxa, passou tão rápido". Temos que curtir como sua mãe sabiamente sugeriu. Filhos são os maiores presentes da vida !!!!

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  9. Ai, que difícil, Dani! Você já tentou perguntar a ela por que ela se sente triste (quando vai p/ o cantinho do castigo sem ser mandada, por exemplo)? Ou o que ela sente no geral ou ainda por que ela não quer um irmão? Não sei se ela saberia responder exatamente. Mas seria um começo. Vc trabalha? Se sim, ela sentiu quando vc voltou a trabalhar? Se ela chora no cantinho quando chamam sua atenção na frente de terceiros, é porque ela não gosta, se sente humilhada, talvez. Pergunta pra ela. Te digo isso porque, recentemente, descobri um câncer de mama e, em menos de 1 mês, tive que parar de amamentar da noite para o dia; me ausentei para ter que fazer inúmeros exames e consultas; descobri um problema na coluna, o qual me impede de pegá-la nos braços e, para completar, fiz uma cirurgia, que me fez dormi 2 noites longe dela. Fora que quando voltei, fiquei acamada e só agora é que estou começando a me sentar no chão com ela para brincar. Ela tem 1,5anos e a reação foi terrível: ficou meio arredia, dizendo não para tudo, chorando por tudo nesse mundo e se apegou ao pai de uma forma que ele não pode nem ir ao banheiro que ela dá escândalo. Ou seja, teve um motivo aparente para suas reações. Eu não sou psicóloga, mas sempre tendo a achar que toda e qualquer reação de uma criança, tem haver com algum comportamento, atitude ou fato relacionado aos pais (vide Laura Gutman). Não consigo acreditar que amor demais estrague uma criança. Por mais beijos e abraços que vc dê, acho que tem algo mais. Como é que Deus faz uma criaturinha linda e perfeita e não quer que os pais "papariquem"? Acho que a natureza dos pais é dar carinho e segurança aos filhos. E quem é que não dá demais? Sempre fomos (eu e marido) muito apegados à nossa filha e todos dizem que ela vai ser insegura, anti-social e dependente. Sendo que, quando saímos, ela se solta e sai correndo e não quer nem que a gente segure sua mão. Quanto à socialização (ela ainda não foi p/ a escola, nem creche), ela encara todo mundo que desce no elevador, conversa, ri e ainda quer pegar na pessoa. Se for criança, não sossega enquanto não consegue a atenção da outra criança. Quanto à dependência, acho que hoje, ela está dependente do pai, devido às circunstâncias pelas quais estamos passando. E detalhe, depois que "voltei ao normal", estou sentindo uma mudança gradual nela, em termos de insegurança. Te falo tudo isso porque vejo mães se culpando e chorando de dor por não deixar o filho dormir na cama com ela, só para dar uma satisfação social. Acho que esse não é o seu caso. Vixe! Escrevi demais! Espero que tenha ajudado!
    Bjim!!!

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    1. Sílvia, que barra!!!! Deus, que susto, hein????
      Vc está bem? Está melhor???

      Nossa, torço muito pela sua recuperação total!!! Total!!!

      Agora, quanto ao que vc relatou, deve ser muito difícil para a sua filhinha entender o que está acontecendo mesmo. Ela é muito pequena e só sabe sentir, não entende. Natural que ela se apegue ao pai neste primeiro momento e volte a ser apegada contigo daqui a pouco, quando vc conseguir se dedicar mais (fisicamente) a ela, pq entendo que psicologicamente em tudo o que vc pensa, é nela, não é? Mas fisicamente existem barreiras e essas barreiras podem ser sentidas pela pequena. Daqui a pouco vc não sentirá essa segmentação por parte dela, pq vc estará com ela integralmente novamente.

      Fico feliz, muito feliz.

      Obrigada pelo seu comentário e por expôr aqui.

      Tinha lido alguns posts do seu blog, mas não vi sobre os problemas de saúde. Caso queira um abraço virtual, em qlq momento: estou aqui!!!
      \o/

      Beijos grandes, queridona!!!!

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  10. Dani dani, é dificil mesmo! Lendo seu texto vejo a Lavinia na Laura, ela é assim tbm nos brinquedos grandes, na cama elástica so agora pula sozinha antes ela sempre com um adulto, ela tbm não vai com monitores eh sempre comigo. Super timida perto dos outros e com a gente fala o tempo todo...Só que pelo contrário eu não sou como vc se descreve, não sou tão agarrada intende, não por falta de vontade simplismente porque a Lavinia é assim mesmo desde pequena toda independente.

    Eu acho que talvez esse seja o jeito da Laura, mais se vc acha que precisa soltar mais, desapegar um pouco...faça isso e veja como as coisas vão caminhar.

    beijos beijos, saudades de passar mais vezes por aqui!

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    1. Rê, eu acho mesmo que o jeitinho da Laura é beeeem delicado, meiga, bem na dela. Acho que tem muito do jeitinho dela nesse quesito timidez+sensibilidade+choro+colo o tempo todo....
      Tem do meu incentivo integral (hohohoho), mas tem dela tbm.

      Um beijo grande, menininha!!!

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  11. Dani querida, Gui tá com 2 anos e 3 meses e adora parquinho, escorregador, túneis, etc e faz tudo sozinho, faz questão de fazer sozinho. Vejo que ele se sente orgulhoso quando consegue as coisas assim. Quanto a colo, ele pede vez ou outra, mas ontem por exemplo, ficamos umas 3 horas no shopping entre comer e passear e andou o tempo todo de mão comigo enquanto o Leo se revezava entre o meu colo e o do marido. Acho que ela só vai se sentir segura de andar sozinha, de ir nesses brinquedos sozinha quando tu relaxar também. Não é fácil! Acredito que por aqui tenha sido mais fácil essa separação emocional pela chegada do Leo. Já não vejo mais o Gui como bebê e ele mesmo não se vê. As vezes pego ele no colo e chamo de "meu bebê" e eu e ele achamos muita graça porque sabemos que ele não o é mais. Brincamos muito, temos uma conexão maravilhosa, ainda precisa de cuidados enormes, mas vejo que a cada dia ele fica mais independente e necessita disso. Pega o iogurte na geladeira e come, desce as escadas sem se segurar... coisas que pequenas que o fazem se sentir capaz.
    Pelo que entendi tu deixa ela fazer de tudo, não tem medo que ela caia, se machuque, o problema é a vontade de ficar grudada. Bastante clichê, eu sei, mas criamos os filhos para o mundo. Deixa ela ir, solta a mão dela nos brinquedos, aos poucos. Só dá colo se ela pedir ou quando tu tiver com muita vontade. Não sou entendedora de nada, só estou tentando pensar contigo.
    Se eu tiver pensado muita bobagem, aceita meu abraço apertado e desejo de que tudo fique bem!
    Beijãozão

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    1. Cris, não falou nenhuma besteira e não acho que tenha falado demais, não, obrigada por deixar um comentário tão abrangente, especialmente sendo mãe de uma criança de 2 anos e 3 e um bebê de 7 meses!!!!! Tempo não deve sobrar por aí e vc veio aqui para me deixar um abraço e um texto muito carinhoso! Obrigada, querida, obrigada!!!!!!

      Eu realmente a incentivo a sair, a descer escada, a subir na cadeira, a descer o escorregador sozinha. Eu tento, tento muito, mas acho que o que a Laura é no exterior é reflexo do tanto de colo e carinho e grude que eu sou com ela quando estamos em casa e eu não a deixo respirar sem mim, entende????

      Em casa eu sou uma, sou a mãe grudenta, a mãe que faz questão de dar banho com ela no colo, a mãe que dá o jantar sempre, a mãe que está junto com ela o tempo todo. E na rua eu largo mais... acho que ela não entende essa separação de "mães".
      =)

      Obrigada pelo abraço, dado e recebido!

      Um grande beijo!!!!

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  12. Ahhhh taí um assunto complicado, essa coisa doque é "normal", porque né, oque é normal pra um pode não ser pro outro, afinal não somos todos iguais.

    Mas eu acredito sim que você pode começar a trabalhar seu lado super afetuoso, de repente terapia pode lhe ajudar, sei lá!
    É importante também que seja devagar, porque não foi do dia pra noite que vc virou a mãe "grudenta", então tb não dá pra ser do dia pra noite que vc vai mudar. A Laura pode se sentir rejeitada e isso vai ser bem ruim.

    Eu LHE garanto que dá pra amar, fazer carinho, dá pra ser grudada sem ser grudenta! =)

    Boa sorte, beijão!

    PS: Confesso que vc discrevendo seu tempo com a Laura eu só consegui pensar numa coisa, "E tempo pra ela e pro marido, ela não tem?". Lembre-se, vc tb é mulher, esposa, amiga, não é só mãe. Acho válido guardar um pouco pra vc. =)

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    1. Ingrid, eu adoraria fazer terapia, mulher. Adoraria ter dinheiro, tempo e disposição para fazer (pq seria o tempo em que eu ficaria com a Laura, não sei se estou disposta).

      Mas gostaria muito. Muito mesmo!!!!!!!!!!!

      Quanto ao momento com marido: vc está certíssima, não existia direito, até esta semana, que voltaram as aulas e Laura voltou a dormir cedo, por volta das 20:30. Agora tenho minhas noites com ele, nem que seja para ficarmos juntos assistindo TV e fazendo carinho, conversando coisas de adultos (ou namorando, cozinhando, tomando vinho). Até semana passada, não tínhamos.

      Muito obrigada pelo comentário, viu? Sempre com palavras sábias!
      =)

      Beijos!!!

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  13. Dani querida! Com você sim! Meus gêmeos, agora com 7 anos, tem as suas particularidades e são criados da mesma forma. O Lucas é bem ligado em mim, nunca foi de ficar sozinho sem ser com a babá (não tem mais)ou com alguém da família, chorou quando entrou na escola já com 3 anos e quando retornava a cada férias, nunca foi de curtir os brinquedos de parquinho sem que eu estivesse por perto. Hoje ele faz tudo isso numa boa e já está dormindo na casa de amigos, quando se sente seguro. Sempre dei muito colo, muito carinho, muito contato no banho, muita massagem... Nosso excesso de carinho nada tem a ver com a evolução dos filhos, mas acho que nossas atitudes sim. Eu me questionei muito com o Lucas e acho válido esse questionamento. Falo pra ele que é bom ficar longe da mãe um pouquinho para sentir saudade, valorizar a presença, se virar... Isso tem dado muito certo. Você vai encontrar o caminho certo, não tenho dúvidas. Quem não passou por dúvidas assim? Quem? Me mande email pra gente conversar. Quero saber as novidades. beijos, Gisa Hangai

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    1. Gisa, obrigada, querida, obrigada.

      Vou mandar e-mail sim.

      Obrigada pelo carinho.

      Um enorme beijo para vc!!!!

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  14. Falta irmão. Mesmo que ela não peça, é isso que falta pra ela, pra você. Falta um bebê. quando voce tiver um outro bebe no colo, imediatamente a Laura vcai adolescer. Vai por mim. A Laura nao quer irmão porque ela nao faz ideia do que é ter um irmão. Como é algo novo, ela nao quer encarar algo novo porque ela nao sabe como é. Amiguinho nao é irmão. Quando a criança tem irmão, ela aprende a se desprender da mae (e vice-cersa), aprende a esperar a propria vez, aprende a dividir a mae. As vezes a base de choro, mas aprende. Pra voce ter uma ideia, meus dois filhos mais velho (o menor ainda nao fala) estao pedindo mais irmãos. nao um só, mas mais 2, um menino e uma menina, e o meu mais velho falou que quer uma familia com 7 ou 8 pessoas. Apesar das brigas e das dificuldades em ter um irmao (pensa uma crianca na privada que ja terminou seu servico esperando vc terminar de trocar a fralda do outro pra ir limpa-lo), eles sabem o que é um irmao, pra que serve, e o quao legal é!

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    1. Tenho certeza disso, Mari.
      Certeza absoluta.

      Meu medo é ter um irmão antes de termos trabalhado essa simbiose e que a chegada de um irmão seja muito dolorida, à princípio, entende?

      Por isso eu já quero trabalhar um pouco da individualidade da Laura agora, por algum tempo, antes de dar-lhe um irmão e este desapego vir muito bruscamente para ela.

      Um beijo grande e obrigada pelo seu comentário!

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  15. Imagino oque você está sentindo... Não deve ser nada fácil ver seu bebê crescer e ter que deixar a "corda" se afrouxar com o tempo...
    Verdade que é necessário criar nossos filhos para o mundo (e que mundo cruel!), mas mais verdade ainda é o quão difícil é essa missão de mãe né?

    Acho que a ideia de ter um irmãozinho seria legal pra você dividir esse amor tão grande, e pra ela também sentir isso... sei lá... não que isso seja a resposta de tudo, não que seja pra agora, não sei. Eu penso em ter dois filhos aí fico falando isso pra todo mundo rsrs.

    beijos!

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    1. A ideia do irmãozinho é fantástica, Mara, fantástica!!!!

      Uma pena eu não poder $$$ agora, mas, te juro que assim que for po$$ível, engravidarei. Ou farei de tudo para.

      Um beijo enorme para vc e para o lindão!

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  16. Dani, acho sua preocupação super válida. E quero dividir como me sinto passando pela situação oposta a sua. Como já disse aqui, engravidei quando a Lavínia estava com 2 meses de vida. Então, desde que ela é um bebê, eu estimulei a independência para que ela (aos 11 meses - !!!) não sofresse com o nascimento do irmão. Ela não sofreu realmente, continuou a dormir bem (já que só dormia sozinha), continuou a comer bem (frutas e legumes ela já tinha aprendido comer sem ajuda), etc. Hoje ela está com 2 anos e 4 meses e não precisa de mim para nada, a não ser para apoio emocional. Ela brinca sozinha, não aceita fruta picada, come de garfo e faca e ama dormir na casa dos avós (coisa que me incomoda, mas fico sem coragem de negar o pedido - que é sempre dela e das avós em conjunto, que parecem crianças também diante da possibilidade de ficar uma noite toda com a netinha - porque quando preciso deixá-la lá elas estão prontas a me ajudar). E como me sinto com uma filha tão independente? Me sinto excluída e tenho medo dessa segurança dela ser exagerada. Tenho medo de que ela enxergue as coisas de forma simples demais, pelo excesso de segurança. Tenho medo de colocá-la na escolinha e ela esquecer que eu existo...rs

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    1. Sâmia,

      Sabe que a diferença minha com o meu irmão também é de 11 meses?? Eu sou a mais velha, mas somos praticamente gêmeos, pq, né??? 11 meses é uma diferença pouca para irmãos, é uma delícia ter um irmão tão cúmplice. Adoro.

      Agora, acho que ela nunca vai esquecer que vc existe, mas entendo totalmente a sua preocupação, o seu sentimento. Não deve ter sido fácil para ela, assim como não foi para vc, mas com certeza ela vai ser muito grata por ter tido um irmão tão parceiro.

      Quanto ao comportamento dela, se for parecido comigo, eu sou super independente, corro atrás de tudo, sempre fui atrás do que precisava, nunca esperei nada de ninguém, mesmo que precisasse da ajuda de alguém, pq eu já ia lá e pedia, na cara de pau.

      Eu gostaria que a Laura fosse mais assim e, pelo que percebo, talvez a Lavínia seja bem parecida comigo neste aspecto (analisando muito superficialmente, é claro).

      Fique tranquila, pq acho que segurança demais é bom sim. É muito bom. Muito melhor do que insegurança demais.

      Um beijo enorme!!!

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  17. Oi, Dani. Li todo o teu blog, e gostei muito. Tua filha é linda!
    Lendo esse post, lembrei muito de um primo meu que é assim também. E de todos os outros primos, ninguém mais era assim. Sabe qual era a diferença entre eles? Todos tinham pelo menos um irmão, menos esse primo.
    Não garanto que isso seja o certo a fazer, mas ter irmãos é sempre bom pra independência da criança.
    Bj

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    1. Francine, muito obrigada!!! Muito obrigada!!!
      =)

      Estou chegando à conclusão de que a solução para este problema é um irmão! uhuuuu - lembrar de mostrar todos os comentários para o marido em breve!
      =)

      Um beijo enorme e obrigada pelo seu carinho!!!

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  18. Dani, acho q ta na hora de vc ter outro bebe, e deixar a Laura crescer rsss. Eu te entendo, eu me identifico..meu coração se enche de um amor taoo grande quando olho para o rostinho da minha baby.. e sei q essa fase bebe ..cuti cuti.. vai passar, temos q nos preparar e "crescer " junto..sabe? amadurecer tbm, saber q cada fase necessita de algo novo..mudanças, nelas e em nós. Eu acho tbm q a Laura ainda eh muito novinha, e o jeitinho dela ser, tem muito a ver com o seu jeito tbm, ela simplesmente eh apegada a mamãe. Na hora certa vai crescer..mas não desapegar, isso é personalidade, e não há naadaa de errado em ela ser assim. :D

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    1. Mais uma com irmão!!! Irmão, irmão, irmão!!!
      =)
      XENT, vou falar pro marido ler isso aqui, pq eu estou ovulando só de ver essa página!
      =)

      Agora, sério, acho que tem muito do jeito da Laura, sim. Eu gostaria que ela fosse mais extrovertida, mais segura, mais certa de si, mais como eu (hahahahahaha), mas ela, pelo jeito, está puxando à minha irmã, que era tão quietinha, na dela, tímida, mais sozinha.
      Sei lá.

      Só quero que ela seja feliz, do jeito que for melhor.

      Um grande beijo, chuchu!!! E um beijo maior ainda para a sua princesa LINDAAAA!!!

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  19. Dani, não tenho filhos ainda, mas hoje me coloco no lugar da Laura hehe pois eu era uma criança como ela em alguns sentidos. Sempre fui muuuuito tímida, demais, chorona. Nunca gostei que brigassem comigo, ainda mais na frente dos outros. Todas as vezes que alguém falava mais grosso, eu sentia vontade de chorar (até hoje é assim). Não queria que me vissem chorando, então ia pro cantinho, ia pro meu quarto, agarrava meu ursinho preferido e choravaaa, pensando porque faziam isso comigo, o que eu fazia de errado, será que ninguém mais me amava? Hoje melhorou um pouco, com 23 anos já consigo falar em público, coisas que não conseguia antes de jeito nenhum. Já sei ouvir, melhor, as críticas, mesmo me sentindo triste e envergonhada ainda.
    Minha mãe é uma super-ultra-mega-protetora, minha e de minha irmã. Nunca deixou que fizessemos as coisas sozinhas, sempre quis resolver tudo pra gente..até hoje, podendo ela mete o bedelho e faz tudo que puder. Sempre teve medo do mundo em relação a gente. Sempre nos apavorava quando íamos sair de casa porque "vai ser assaltada, essa rua tá muito perigosa, cuidado no ônibus, tem muito estuprador por aí, não conversa com ninguém, cuidado com essa bolsa.." entre tantas outras coisas que nos deixavam inseguras e com medo até de sair de casa. Sei que tudo que ela fez foi por amar demais e querendo acertar, como todas mães, mas vendo hoje, no futuro, o que aconteceu foi que eu me tornei muito dependente dela, ficava insegura de ir nos lugares, de falar com as pessoas. Até levar currículos nas empresas ela ia comigo, até entrava e entregava no meu lugar, acredita? Mas me dei conta de tudo isso e to conseguindo mudar, com ajuda da minha terapeuta maravilhosa, mas é uma luta de todo dia. To vivendo a minha vida agora e vendo onde minha mãe errou, para não fazer o mesmo com meus filhos.

    É diferente a tua situação, acho que isso foi mais um desabafo hehehe mas acho que tu está "super-protegendo" a Laura por amar demais e por querer que ela seja sempre o teu bebê. Imagino o quanto é difícil ver os filhos crescendo, deixando de ser os bebêzinhos que cabiam nos nossos braços, mas é importante, como tu disse, pra construir a autonomia, para poderem tomar decisões por eles mesmos. Não sei como fazer isso haha se tu descobrir conta aqui no blog pra eu já aprender também e praticar num futuro próximo.
    Desejo boa sorte pra vocês e que logo a Laura esteja descendo o escorrega sozinha, confiando nela mesma.

    Beijos e ela tá linda, como seeempre, cada dia mais fofa.

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    1. Nicole, muito obrigada pelo seu comentário e por expôr a sua experiência. Obrigada mesmo! Essa troca é o melhor de tudo em ter um site, sabia????
      Obrigada, querida.

      Tenho certeza de que a sua mãe fez realmente o melhor (como vc mesmo disse) e que só fez por amor. Agora, entregar curriculo no seu lugar não dá, né????? hahahahahahahahahaa

      Como assim????

      De todo o resto, eu vou ter que me trabalhar e me conter, pq tenho muito medo dos outros, da cidade, da vida, das ruas. Mas acredito na capacidade da Laura sobreviver bem, claro.

      Foi realmente um desabafo para que eu consiga equilibrar esse tato de amor e carinho com doses de liberdade e individualidade de forma que ela cresça bem e saudável, sabe como?

      Um grande beijo, querida, obrigada novamente!!!!

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    2. Poisé, até entregar currículos hahaha mas eu achava isso normal, pra tu ter ideia. Depois que casei é que a ficha caiu mesmo, porque ela começou a querer se meter na minha vida a dois. Me dei conta e agora tudo segue normalmente..não fosse por eu ver minha mãe fazendo as mesmas coisas com a minha irmã, que agora tá com 20 anos e não faz nada sozinha.

      Mas tu vai conseguir sim, com certeza. Ela vai sobreviver heheh temos que confiar nas crianças, na educação que demos a elas né? É isso ai.

      E essa troca é o melhor, saber que todo mundo tem duvidas e as vezes são as mesmas que as nossas hehe aprendo muito nessa blogsfera.

      Beijos

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  20. Daani, eu super te entendo. Agente não aguenta ver o tempo passa e quer aproveitar cada segundo junto deles!!!

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    1. É isso mesmo, Thaty, é exatamente isso!!!!

      Beijos!!!

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  21. Dani minha flor... No primeiro momento fiquei sem saber o que te dizer, por isso não comentei antes.
    Acredito que tudo em excesso não seja mesmo muito bom. Imagino como deve estar sendo difícil vê-la crescer, mas isso é o natural da vida.
    Eu por exemplo, tenho grandes dificuldades em dividir os cuidados da Sophia com alguém, principalmente com parentes. Isso é desde que ela nasceu. Quando preciso fazer isso, fico muito mal. Mesmo. Não sei se vc viu lá no blog que voltei a estudar, e ela tem ficado um pouco com a avó. E isso tem me deixado angustiada. As vezes sinto como se tivesse perdendo ela aos poucos para as pessoas que nos rodeiam. Sofro quando estamos fora de casa e ela prefere que outra pessoa te leve no banheiro, ou te dê comida por exemplo, que não seja eu. Mas eu sei que isso é uma coisa que deve ser trabalhada em mim, porque nesse mundo não vivemos sozinhas, e precisamos das pessoas sempre.

    Cada uma com seus dilemas maternos. Querendo sempre oferecer o bem e o melhor, mas as vezes não seja tão bom assim.

    Acho que não ajudei em nada, mas vim deixar meu abraço apertado.

    Bjs

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    1. Manu, claro que ajudou. Só de escrever, de me deixar um abraço, de contar suas experiências, já vejo que não estou sozinha nos dilemas maternos.
      Ajuda muito, sempre.

      Obrigada!

      Eu também tenho dificuldade em dividir cuidados da Laura, mas ao mesmo tempo, quando posso, largo ela com os parentes para que eles cuidem e criem laços, especialmente os que moram em outra cidade. Acho importantíssimo ela confiar em todos os avós, não só nos que moram perto da gente. Sabe como?

      E quando ela prefere outra pessoa eu também sofro, mas pego uma latinha de cerveja e o sofrimento passa.
      =)

      Brincadeiras à parte, eu tbm sofro quando ela prefere ajuda de outra pessoa da família, mas ao mesmo tempo eu fico aliviada por saber que, de alguma forma, estamos no caminho certo.

      Um grande beijo para vcs!!!

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  22. Graças a minha droga de conexão, só consegui comentar aqui hj, no trabalho aliás...aff!
    Todas já falaram muita coisa do que eu queria dizer e o que sua mãe disse realmente, falou tudo (estas mães...rs) mas lá vou dar 2 pitacos:
    1- Estes pediatras são uns chatos: ficam só 5 minutos com uma criança, dão uma de psicólogos e nos deixam um tempão pensando coisas nem sempre é verdadeiro ou necessário.
    2- Adoro sua sinceridade, menina! Adoro como expõe as suas angústias maternais sem medo de ser julgada ou com disfarces coloridos! E por isso que adoro vir aqui, mesmo qdo não tenho muito o que dizer...
    Bj

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  23. Primeiro que ela tá muita linda!

    Flor, eu sou chata, vigio Álvaro o tempo todo, não gosto que ele suba no sofá, detesto que ele se machuque e tento evitar de toda forma que aconteça, rs. Chamo ele de cute-cute e grude-grude, trato como bebezinho também.

    Mas ele é muito indepentende. Nunca chorou nas consultas e quer escorregar sozinho, pode?

    Para mim cada criança tem uma personalidade, talvez a Laura seja sensível, só isso.
    Acho válido que você mesma avalie seu tratamento com ela, se protege muito e tal.

    Beijo!

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  24. Ai Dani!!! Que difícil essa missão de ser mãe! A minha também é tímida e insegura em locais estranhos... Tb não quer ir em brinquedões sozinha e esses dias estava pensando exatamente isso.... Será apego demais? Tô criando uma filha dependente demais de mim? Por outro lado, ela sempre(desde 1 ano) come sozinha, já escova os dentes sozinha(eu do uma geral depois), brinca sozinha em casa (nem sempre)... Ai penso, ela tá virando um serzinho do jeito dela. Como dou muito denso e amor, ela é um doce de menina, super elogiada pelas professoras, super amada pelos colegas, é uma fofa. E pelo que acompanho Laura(pelos seus posts), ela tb é um doce! Elas dão o que recebem... Então ai me sinto uma mae duca porque minha filha é um amor! Muito difícil saber equilibrar, muito difícil se doar na medida certa, muito difícil deixar os filhotes voarem.... Dá pra equilibrar? Confesso que tento às vezes deixar ela mais solta, mas ai ela vem com aquela carinha e diz: "mamãe, você binca comigo? Voçê vai comigo!?...." Que resiste????? Kkkkk Mas ai....eis que surge a segunda gravidez!!!os colos nao pode. Mais ser em tempo todo... C sente aquela cólica e pensa.... Eita!!! Preciso me dividir... Tenho outra princesa que precisa do meu cuidado.... (Acho que é o único jeito de conseguirmos diminuir o grude! Quando engravidamos de novo!)... E olha, oarece magica! Ela está mais independente, desfraldou à noite, pq nao é mais bebê, com ela diz, fala que vai dividir a mamae, os brinquedos e o quarto, que vai ser uma irmã muito legal..... Kkkkkk tudo muda! Então, sim! sou do grupo das que apóiam o segundo filho (sabe aquela história do filho único mimado?! A Minha seria assim pra sempre, pois era o centro das atenções em todos os momentos! Com muito dengo, colo e tudo o mais?...). Com a gravidez, vemm aquele velho cansaço(estou superando essa fase! Ufa!),precisamos nos adaptar mesmo.... E depois, acho que ela vai desenvolver ainda mais o lado desapegado dela (obvio que vou continuar dando dengo, colo, beijos, mas com limite, já que vou ter que dividir).. Então Dani, assim que der $$$$$$$ encomende o segundinho! Um dia numa colônia de férias uma tia me disse... "Mãe, a senhora tem amor pra uns 5filhos.... É lindo como sua filha é amada!" Nunca esqueço disso e acho que vc tb Dani! Tem amor pra mais criança! Pena que nao temos dinheiro na mesma proporção :) Bjs

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  25. Dani,
    A Laura está linda, linda nessas fotos! Que beleza! Tem mesmo que mimar, que beijar e abraçar muito! rs
    Agora falando sério entendo perfeitamente tudo isso. Talvez seja uma cobrança interna, assim como já conversamos anteriormente. Queremos acompanhar cada passo dos nossos filhos e nem sempre é possível.
    A última vez que conversamos falei para você da minha "crise". Estou muito em crise!!! Penso muito no tempo, na rapidez e o quanto quero acompanhar e ser uma mãe presente, amada, dedicada para meus filhos. Vivo com a cobrança. Pra falar a verdade toda mãe tem lá suas preocupações diárias.
    Acho que esse último post (o de hoje) já diz um tanto como você está lidando melhor com toda essa situação, não é mesmo? Ter horário, dedicar-se a Laura, mas também cuidar de você, da sua saúde mental (por sinal está magra e linda).
    Bom amiga estamos juntas nessa caminhada. Quando precisar de uma amiga saiba que pode contar... sempre, sempre!
    Beijos e fica bem!

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Sinta-se a vontade para viajar no comentário! =)
Ele será respondido por aqui mesmo, ok?

Beijas!!

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