08 julho 2013

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A separação, a personalidade mutável e a vida feliz a dois

75 comentários:

  1. ai, ai... que testo, heim?!
    que mexida na ferida!
    olha, vou te contar: as vezes me passa tudo isso pela cabeça. Me questiono em como estou agindo, não me conheço em algumas situações. E, realmente, coloco minha filha acima de tudo.
    não tenho medo de ficar sozinha com ela, de criá-la. Desde que ela tenha amor, carinho e seja feliz!
    compartilho contigo. Em tudo. E vivo os mesmos dramas, dilemas, questões... e, te lendo, acho que pode ser normal, sabe?!?
    Bjo!

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    1. Eu acho que pode ser normal mesmo, deve ser, né?
      Como é minha primeira filha e minha vida mudou taaaaanto, fico assim, toda questionadora...
      =)

      beijos e obrigada por sempre comentar por aqui, viu??

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  2. Sabe que eu te entendo. Graças a Deus depois da chegada do meu pequeno o casamento ficou muito melhor, somos mais companheiros, nos amamos mais, somos mais felizes. Claro que tem momentos de estresse, brigas, mas temos um acordo velado de sempre tentar resolver as coisas da melhor forma possível. Meus pais também são divorciados, mas o divorcio aconteceu quando eu e meus irmãos já éramos "grandes", eu tinha 19 anos e meus irmãos 14 e 15, pois minha mãe, sempre tentava, mas não conseguia segurar a barra sozinha, pois a cada separação meu pai usava de artifícios muito baixos para fazer com que ela voltasse. Quando era adolescente, uma amiga que tinha os pais separados me disse que o clima ficou tão ruim dentro de casa que ela passou a desejar a separação dos pais. Eu achei horrível o que ela me disse naquela época, pois sempre que pensava em separação, pensava em sofrimento. Mas com o tempo entendi que antes vale 2 lares harmoniosos do que 1 catastrófico, e sim, pouco antes dos meus pais se divorciarem eu passei a desejar que isso acontecesse, pois o clima estava horrível. Sobrevivemos e hoje cada um segue o seu caminho muito melhor e mais feliz!

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    1. Não é, Marina? Eu acho tb!
      Não é que eu abriria mão do meu casamento a qualquer hora, por qualquer motivo, de forma alguma, mas é isso que vc disse: mais vale 2 lares felizes do que 1 catastrófico.

      Adorei o seu site! E sinto muito pela perda...

      Voltaremos a nos falar.

      Beijos!

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    2. Obrigada pela visita! Acompanho seu site faz tempo, mas andei sem tempo de comentar!

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  3. Dani, voce acha bacana numa segunda-feira vir com um texto bombástico como esse ?! rs
    Em outubro completarei 20 anos de casa e te digo, sim, muitas vezes pensei em me separar. Já passamos por muitos altos e baixos durante esse tempo, e nos baixos sempre pesei em primeiro lugar o bem-estar dos meninos, sempre ! Também não ficaria casada apenas para manter o retrato da família não, mas não consigo encarar a separação dessa forma como voce escreveu. Talvez porque a separação dos meus pais tenha sido muito traumática pra mim(primeiro quando eu tinha 16 anos e depois novamente quando eu tinha 19 anos). Eu senti demais a saída do meu pai. Eu não dormi por semanas, pensando como ele estava sem meu beijo de boa noite e pela manhã, ao sair pra escola sem vê-lo, eu odiava minha mãe. Já sentiu o trauma da pessoa né? rs
    Mas eu também coloco a felicidade dos meus filhos acima de tudo e concordo com voce que é melhor viver com pais separados do que no meio de uma guerra. Meu caso foi assim. Minha mãe e meu pai chegaram às beiras da agressão física, então com certeza foi melhor pra todo mundo. Hoje em dia eles frequentam reuniões de família, festas de netos etc, superamos, mas a minha lembrança de passar o final da adolescência e o início da vida adulta sem meu pai o tempo todo, não foi legal. Mas eu acho também que hoje em dia há casais desistindo muito fácil. Problemas todos temos, viver junto é muito difícil, mas não dá pra se separar somente porque eu gosto do dia e ele da noite. Dá pra tentar o meio termo, na minha opinião. Eu entendo isso que voce diz de conseguir se imaginar só com a Laura. É que a gente tem tanto poder quando o assunto são os filhos, que a gente dá conta sim. Minha mãe deu, a sua deu, e nós estamos hoje aqui pra contar a nossa história. Dei essa volta toda pra te responder: na minha opinião, sim, todas nós nos vemos solteiras em alguma época do casamento. Eu confio tanto em mim como mãe, eu sei que dou tanto, dou tudo, pelo bem-estar dos meninos, que sim, eu viveria sozinha com eles dois. Bjs em voce e na Laura.

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    1. Lu, são poucas as separações "amigáveis" neste mundo e eu sei que fui muito sortuda por ter pais que se separaram e mantiveram um minimo de amizade para que não sofrêssemos mais do que o necessário. Eles se amam como dois irmãos, é até bonito de se ver.
      Concordo com o que vc disse: tem muita gente desistindo fácil do casamento hoje em dia! Tem mesmo! E acho que pela "facilidade" (só que não) de se separar... não é este o meu caso, de forma alguma, pq, nas poucas vezes em que pensei na minha vida sem o marido, eu fiquei desesperada. Mas eu passaria por isso se fosse necessário, pela Laura. Espero que não seja, é claro.

      No mais, você me parece muito aguerrida, forte e MULHER, com M maiúsculo mesmo!

      Um grande beijo!

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    2. Eu entendi 100% do seu texto. Sinto pelas nossas conversas o casamento de parceria que voce tem. Esses questionamentos são até saudáveis, eu penso assim. E adorei essa coisa de mulher com M maiúsculo viu?! rs
      Um beijão !

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  4. Ah super normal...au acho!! Também já me vi várias vezes pensando em como seria a vida separada... mas por enquanto temos mais prós que contras... beijo

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    1. Sem dúvida, Grace. Muito mais prós do que contras.
      Senão, que sentido teria, não é?
      Beijo!

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  5. Olha Dani, eu vou ser bem sincera com você: eu nunca me imaginei criando o Tomás sozinha não. Mas por outro lado, eu acho que casamento só existe quando os dois querem e trabalham pela relação.
    Meus pais não são separados, mas os do João sim. E putz, o João é mega tranquilo. Eu acho que não é o fim do mundo uma separação, e que todo mundo não só sobrevive, como vive.
    O limite entre colocar filho na frente de tudo, inclusive na frente do parceiro, é realmente muito tênue e muito frágil. Mas é uma fase, e se os dois souberem passar por ela, acho que todo mundo ganha no final. É o que eu acho, né!
    Beijos

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    1. Gabi, imagino que morar fora deve ser um fator bem positivo no casamento, não é? Eu não sei (mesmo), nem faço ideia, mas acredito que ajude a manter a cumplicidade sempre em dia. Imagino...

      Obrigada pelo carinho sempre aqui no bloguinho!

      Beijos!!

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  6. Concordo totalmente. Temos que agradecer todos os dias às pessoas que lutaram tanto para que, hoje, não tenhamos que manter um casamento "pelas crianças" ou "pela sociedade".

    Deve ser muito frustrante para uma mulher se manter no casamento por "conveniência" (justificada ou não), e não vejo como isso não virar tb pro lado dos filhos - o que pode traumatizá-los tb, talvez mais do que uma separação.

    No fim das contas, papai e mamãe felizes, filhinhos felizes tb. E se for em duas casas, que seja harmoniosa a convivência entre os adultos.


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    1. Bárbara, concordo totalmente! Em tudo!!
      Mamãe e papai felizes = filhos felizes.
      Amém!
      Beijos!

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  7. Bom, eu parto do principio de que nada é pra sempre kkkk
    Tive dois exemplos de casamento, o dos meus avós que foi até que a morte os separasse e dos meus pais, que acabou quando meu pai traiu minha mãe.
    Meu avo foi o melhor pai e marido do mundo, minha avó, uma libriana que falava alto e cheia de vontades dizia pra quem quisesse ouvir "ele era o melhor marido porque ela sempre foi a melhor esposa!", fato ou mito eu não sei, só sei que ele era louco por ela e passou 56 anos da vida dele levando café na cama todas as manhãs, só parou quando adoeceu.
    Ela morreu primeiro quando já tinham mais de 65 anos de casado e ele só sobreviveu porque tinha demencia e não sabia exatamente oque tinha acontecido.
    O irmão dele, depois de mais de 70 anos de casado adoeceu junto com a esposa e morreu no dia seguinte da morte dela.

    Já meus pais, tres tias, duas primas acabaram cada um seguindo seu rumo. Dessa gente toda minha mãe é a unica amiguinha do ex marido cretino. Nunca entendi, mas vai fazer oque, cada um sabe de si.

    Eu to nessa vida pra ser feliz e isso eu aprendi com minha mãe, não dá pra ser feliz com quem não te respeita, seja em forma de traição ou seja como for.
    Um casamento não é feito apenas de amor, mas também de amizade, carinho e acima de tudo RESPEITO. Quando o respeito morre tudo vai embora, inclusive a felicidade e a vida é curta pra ser infeliz.

    Meu filho é sim meu bem maior, mas nem por ele e nem por ninguém eu manteria uma relação que não me faz feliz.
    Minha mãe não manteve e eu a respeito muuuuuuito por isso, uma coisa é ser amguinha do meu pai, outra é ser mulher dele kkkkk.

    E olha que loucura, nego traiu minha mãe sem dormir uma noite fora de casa, era todo manso, bonzinho kkkkk se fosse outra eu aposto que teria perdoado. Eu conheço umas e outras que em troca de conforto e o "status" de casada aceita poucas e boas. =(

    Beijocas

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    1. Ingrid, também conheço muita gente que, só para manter alguém do lado, fica aí falando que está casada.... que aguenta muita coisa para ter um marido para chamar de seu. Deus me livre.
      Engraçada a trajetória dos seus pais, não é? (engraçada para quem está de fora, obviamente).

      E que Deus nos guie sempre em nossas escolhas e decisões.

      Beijos!

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  8. Oi Dani!

    Menina, acho que vc é minha irmã gêmula!!! kkkkkk Me identifico demais com seus pensamentos =) Tb pensei várias vezes em como seria minha vida só com minha filha (sempre chego a conclusão que nossa vida a três é melhor), mas nos momentos tensos, penso sim, não posso negar. tb acho que pra sempre tem que ser a felicidade dos nossos filhos e que é nossa obrigação proporcioná-la com um lar harmonioso e feliz (mesmo que isso ocorra através de uma separação). Meus sogros tem mais de 30 anos de casados e vivem bem, em harmonia (acho lindo... aliás, passei a acreditar no casamento, depois de conhecê-los), e e=meu marido é fruto disso (ele nunca, N-U-N-C-A falou em se separar...acho que por ter vivido nessa lar, onde tudo se supera junto...coisa linda!)... Já meus pais se separaram após 5 anos de casamento quando meu irmão tinha 1 ano e minha mãe estava grávida de mim (6 meses de gestação)... e sumiu! Crescemos vivendo só com mamãe (foi difícil, tb com meus traumas particulares), mas isso me mostrou que se minha mãe, com bem menos estrutura do que eu tenho hj criou e educou 2 filhos, sem marido...rá... tb posso, se for preciso... não me contento com migalhas, trabalho, sou independente, então quero ser feliz e fazê-lo feliz tb... e o principal quero minha filha num lar saudável, feliz, guardando bons momentos da nossa união como casal... Graças a Deus superamos algumas pequenas crises, e estamos numa fase boa... então, que seja eterno enquanto dure! Bjs e se cuida!

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    1. Menina, meus sogros são casados há 35 anos e eu acho o casamento deles LINDO de viver, uma coisa fantástica de linda!!!!!! Não é inspirador?

      Que as crises venham e saibamos lidar com elas, não é?

      Beijos grandes!

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  9. Primeiramente: Dani, que foto maravilhosa, hein?? Linda, parece de revista! E a felicidade estampada no seu rosto deixa ela mais bonita ainda... Não há dúvidas que foi um dia imensamente feliz pra você. :)

    Sobre o texto, bem, eu não acho que exista obrigação para nada nessa vida, muito menos para estar casada. Acho que relacionamento é algo muito difícil, SIM, e que às vezes acontece de não dar certo, mto mais frequentemente do que os que dão. Maaas... acho que sua visão tão "objetiva", digamos assim, sobre esse assunto tem a ver com o fato de você ter visto isso acontecer com seus pais, mesmo. Porque, veja, eu tenho pais casados há mais de 30 anos, e não vejo essa dissolução de um relacionamento com a mesma "facilidade" (entre mtas aspas, por favor) que você vê. Pra mim é algo complexo, complicado, doloroso, etc, exatamente porque não tenho essa vivência. Por outro lado, minha digníssima tem uma visão mto mais próxima da sua, porque os pais dela são separados desde que ela tinha 6 anos de idade, tem pai ausente, nada bom exemplo de marido e pai, etc, etc. Ela, pior do que você, acredito eu, tem uma descrença em relacionamentos muito grande. Claro que (assim como você) isso não quer dizer que ela seja uma esposa ruim, ou que não acredite na longevidade do nosso relacionamento, em particular. Mas que é bem mais pessimista do que eu em assuntos de casamento, ela é.

    Mas, assim, eu não acho mesmo, mesmo, mesmo que haja uma necessidade de estar casada, ou que o casamento, o estar junto, esteja acima do bem estar da família. DE FORMA ALGUMA. Se não está dando certo, tem que repensar e, se for o caso, separação, sim. É o melhor para todos os envolvidos, principalmente se houver uma criança no meio. Isso de ficar junto pelos filhos é cilada, na minha opinião. Ficar junto a que preço, né?? A que preço para os pais e também para os filhos, que vivem e convivem com uma situação nada saudável dentro de casa.

    E sabe, sobre saber se o casamento ainda tem salvação ou não, acho que a gente sempre sabe, Dani... Mesmo que insista por um tempo, tentando encontrar o rumo novamente, quando acaba, acaba mesmo. Quando acaba a vontade de estar junto, de fazer dar certo, de querer ser feliz de novo... Aí acabou. Se ainda há esperança ou vontade de dar certo (de ambas as partes, claro), então acho que ainda tem jeito.

    Beijo!

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    1. Lore, vou te dizer: eu pensei em vc quando estava escrevendo esse texto, vc sabia???? NÃO SEI PORQUE, NÃO ME PERGUNTE, mesmoooo!!! Mas pensei muito e ainda escrevi em uma parte (casais hetero ou homoafetivos), mas no final, apaguei a frase em si pq eu não tinha falado sobre isso em nenhuma parte do texto, ficaria estranho deixar uma frase solta assim.
      Que fique claro que esta frase foi reflexo de vc no meu pensamento!!!! Acredita???
      (acho que tinha um tempo que vc não comentava por aqui, fiquei com saudade menina!)

      Concordo contigo e o que eu quis dizer no texto foi exatamente: eu acho que sou mais favorável à separação pq tenho pais separados e vivi esta fase... sobrevivi, não é? E não aceito viver mal, triste, mal humorada ou em uma casa com um lar desfeito por conta da aliança.

      Obrigada por voltar aqui, que bom que vc veio!

      Grande beijo, chuchu!

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    2. Que lindo, Dani. :) Dizem que a gente não deve agradecer pelo sentimento alheio, então digo apenas que o carinho é recíproco. E que você e a Laura estão constantemente no meu pensamento também.
      Eu estava ausente daqui pq, mais uma vez, estava viajando... Mas agora estarei mais frequente (até a próxima viagem, pelo menos). E, de certa forma, esse texto veio num momento em que eu precisava refletir sobre muita coisa, inclusive sobre meu relacionamento, mesmo, por incrível que pareça... Então talvez tenha sido transmissão de pensamento, quem sabe?? :)

      Um beijo grandão, em vc e na lindinha.

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  10. Adorei o texto apesar de nunca ter sido casada. Vejo que hoje em dia é melhor ser feliz que ser casada com alguém que não combina com vc.
    Solteira e com a ajuda dos meus pais tenho uma maternidade bem legal e no momento não vejo que seja imprescindível um homem por aqui. Aliás vejo que vou precisar de um tempo com minha criança para que ela vá entendendo melhor que mamãe e papai foram namorados mas não se casaram. Sorte aí! E paciência, perseverança... paz! Que acho que são os ingredientes necessários para uma união estável e duradoura. bjos

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    1. Dani, sem dúvida alguma, é muito mais importante ser feliz do que qualquer outra coisa nesse mundo!

      Sorte para nós, querida. Para todas nós.
      =)
      Beijos grandes!

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  11. Dani, como você sabe não sou casada nem nunca fui.
    Quando descobri que estava gravida estava namorando firme, tipo de passar todo final de semana na casa dele, e com a notícia de da gravidez o príncipe virou sapo. Na hora não tive dúvida, terminei tudo. Muita gente ficou espantada, mas pra que manter uma coisa que não faz mais ninguém feliz? Será que seria bom pro Edu ter pais casados por "obrigação"?
    Eu penso assim tem muita gente que não se vê, não se admite sozinha, faço uma metáfora bem besta! É igual cabelo comprido, acho lindo, mas só quando ele esta bem tratado, bonito, feliz! Quando o cabelo esta todo quebrado, cheio de pontas duplas, de que adianta manter o cabelo comprido só pra dizer que tem, se na verdade ele esta morto? Corta! Cabelo cresce de novo!
    Beijos

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    1. Ju, que decepção, hein???
      Tem coisa pior do que descobrir que o pai do seu filho é um bosta??

      Não seria melhor para o Edu ter pais casados por obrigação, não, tenho certeza de que não seria!!!

      Adorei a sua metáfora!!! Adorei!!!

      Beijos grandes, querida!!!!

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  12. Ui!! Quanta coisa pra pensar...eu me casei com meu melhor amigo...então, por muito tempo, eu não conseguia pensar minha vida sem ele...mas o tempo, a maturidade, as adversidades e as crises nos fazem ver a vida sob uma nova perspectiva...depois de tantas coisas que passamos, escolhemos estar juntos e somos muito mais felizes hoje. Porém, sem a ilusão de que é perfeito e tem que ser pra sempre, sabe?! Pra sempre só o amor pelo meu filho! Aliás, ele me fez muito mais corajosa e certa de que ser feliz não depende de ter alguém. Hoje, consigo sim me ver só, se assim a vida nos levar. E concordo com vc! Casamento a qq preço não é um bom caminho. Pra ninguém! Hoje somos uma famia feliz. Mas se amanhã as coisas mudarem, paciência! Ninguém deve se obrigar a uma relação i feliz! Amei a reflexão! Bjs

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    1. Myriam, me casei com o meu melhor amigo tb!
      <3

      Na realidade, ele se tornou meu melhor amigo enquanto namorávamos, pois o Rô é meu cúmplice para muita coisa nessa vida...

      Que Deus continue abençoando nossos casamentos, amém!

      Beijos!!

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  13. Não és a única não! Eu também sou filha de pais separados e passei a vida inteira me imaginando mãe de tantos filhos, mas SEM marido! Porque pra mim era inconcebível que alguém ficasse tantos anos casado com a mesma pessoa.

    Hoje já vejo as coisas de uma forma diferente, obviamente porque encontrei um homem que me ama, que eu amo, que me deu um filho lindo (gostoso, fofucho da mamãe) e que topa todas comigo. Mas já pensei inúmeras vezes em como seria se nos separássemos, pois pra mim isso é uma possibilidade, sim.

    Assim como tu, não, eu não penso em me separar tão cedo. Mas tenho plena consciência de que casamentos tem fim, e acredito que as pessoas têm sempre que buscar a felicidade!

    Beijos

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    1. É, De., eu não penso em me separar, não!!!
      =)

      Mas... se um dia for necessário, se for a última possibilidade.... o importante é ser feliz!

      Beijos grandes!

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  14. Lindo, Dani!

    Uma vez, uma pessoa me disse que quando o filho nasceu,ela passou a amar mais o marido. E eu respondi: eu o amo menos. Ela se chocou.
    Acho que ela não me entendeu. Eu o amo, pelo menos, na mesma intensidade que antes. Talvez até maior. Mas o amor que eu descobri com a chegada da Manu é tão absurdamente infinito que esse outro, entre marido e mulher, chega a ser pequeno. Entende? São amores diferentes. Um sem fim. O outro...bem...espero que sem fim também, quem sabe?

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    1. Adorei o "eu o amo menos", Pati, que honestidade, mulher!!!
      Mas é bem isso, friamente falando (e acha que eles nos amam MAIS?? rá).

      Entendi totalmente o que vc falou, porque antes de ter a Laura eu achava que amava o Rodrigo enlouquecidamente, então, quando a Laura nasceu, eu descobri esse amor realmente insano da maternidade, mas, ao mesmo tempo, vendo o Rodrigo como pai excelente que é, o marido que se tornou depois da Laura, a dedicação que tem com ela e comigo, eu o amo ainda mais do que antes... só que, infinitamente menos do que a amo...
      É assim mesmo.
      E eles nos amam desta forma: muito mais do que antes da maternidade (pq envolve carinho, admiração, respeito pela mãe dos filhos) e muito menos do que amam os filhos. Fato.

      Beijos grandes!

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  15. Olá Dani! Faz tempo que eu visito o seu site, mas nunca me manifestei...então, primeiro lugar, preciso dizer que esse seu amor pela Laurinha é lindo demais, inspira, emociona, me indentifico muito.
    Quanto ao post, acho que eu, na verdade, sempre vislumbrei uma vida a duas. E aí topei engravidar, mesmo já sabendo que o casamento não tava essas coisas. A gravidez foi horrível, passei muuuito mal e o casamento acabou de vez (desculpem as que acham que é um momento mágico, pra mim foi foda). Aí quando a filhota completou um mês, nos separamos. Difícil, sofrido sem dúvida é. Mas eu olho pra traz e sinto orgulho de ter conseguido sair de uma situação que estava me matando aos poucos, roubando a minha alegria de viver, de ser o tipo de pessoa que vive a vida com coragem e não desiste jamais de ser feliz.
    Estamos caminhando bem (agora ela tem 4 meses). Ele tem contato diário com ela, e talvez a parte mais difícil seja suportar tanta proximidade, porque, mesmo sendo dificílimo, eu sempre o recebo, sempre tento ajudar a relação deles se cosolidar, sempre evito brigas...e talvez isso seja o melhor que eu possa fazer pela minha filha. Ela não terá uma família convencional. Talvez as famílias modernas sejam mesmo assim, plurais, abertas e tão diferentes quantas forem as possibilidades de se relacionar e de amar!

    Taissa - São Paulo (não consegui publicar sem ser anonima =()

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    1. Taissa, sem problemas comentar como Anônimo (desde que assine depois para eu saber que foi vc! hehehehe), imagina.

      Sabe que eu achei a gravidez UM TORMENTO!!! Um horror! DE-TES-TEI ficar grávida. ODIEI!

      É isso mesmo, o melhor que vc faz é providenciar um lar com amor para sua pequena. Independente se tem pai/mãe morando juntos. E ser amiga do seu ex é fundamental, dentro do possível, para que ele cuide dela também. Deve ser MUITO difícil, nem imagino como... mas é por ela.

      Beijos grandes, força para vcs, hein!

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  16. Nossa... me senti até mais leve...penso mtooo nisso, questiono se o nós deve durar pra sempre ou não tornou-se necessário porque os outros esperam que seja. Eu e meu marido passamos por uma super crise depois do nascimento do meu pequeno, quando estavamos começando nos entender e eu estava parando de pensar que talvez tudo estivesse terminado....veio a outra pequenina que ta no forno... então confesso que fico menos apreensivo pois acho que uma hora voltaremos aquele ponto de começar a se entender... mas morro de medo desse momento nunca chegar... amei o texto www.mamybrasil.blogspot.com.br

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    1. Querida, acho que, assim como a Lorena falou no comentário lá em cima, nós sabemos quando chegou ao fim... sabemos, sim.
      Se há amor, se há forninho para a pequena, se há amizade, carinho e bem querer, ainda há um casamento, sim. Eu acho.

      Eu só desistiria do meu casamento se eu chegasse à conclusão de que não daria MESMO para continuar casada.

      E aí, a postos com esta decisão, mãos a obra e vam´bora ser felizes, não é?

      Beijos grandes e boa sorte para vcs!!

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  17. Eu nao concordo nao. Mas te entendo. Eu sou filha de pais separados, entao eu vejo nos meus irmaos que eles nao acreditam em casamento para sempre. Pena. Mas eu encontrei um marido otimo com uma fé em Deus que poe o casamento acima de tudo. Alias, acima da felicidade pessoal. Porque casamento é muito mais serio do que morar junto até que deixe de ser legal. Casamento é compromisso com a vida, com o outro, com a criacao dos filhos. A gente tem que colocar o outro a frente da gente, e o outro é o filho, mas tb o marido. mas, bem, noa vou dissertar aqui. Mas te entendo.

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    1. Mari, que bom! Que bom que vc acredita em casamento eterno e que pensa assim, seu marido deve ser um homem de muita sorte, menininha!!!

      Beijo grande!

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  18. Oi Dani linda!!

    Vim aqui especialmente para agradecer seu comentário outro dia lá no blog no post sobre o Lucas. Thank's! Por isso eu amo blogar e encontrar outras mães, assim como eu, como você, que se ajudam através das palavras escritas sabe?!

    Mas aí que eu li o seu post né, porque eu não viria aqui "só" dizer obrigada sem ler nada e adivinha só?! Eu tb penso como vc!

    É uma, duas, e eu to pensando em me separar. Porque aqui os momentos difíceis acontecem com mais frequencia e, juro, eu penso num amor pra toda vida e as vezes desconfio que, infelizmente, não é o meu marido. Que pena, porque eu o amo muito e vice-versa, mas somos bem incompatíveis em alguns momentos.

    Enfim, eu já pensei sim em me separar para viver mais tranquila, sem clima tenso e chateações dentro de casa por causa dos meninos. E mesmo assim, ainda acho que há pelo que continuar casada, que ainda dá, que ainda vale a pena... mas se um dia eu tiver a certeza de que não, farei o que for preciso para que todos fiquem o melhor possível. Sempre.

    Beijão
    Ju

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    1. Ju, é isso mesmo! Enquanto houver fogo, há esperança (é este o ditado? rs). Enquanto houver esperança de que há casamento, então existe, de fato, um casamento!

      Eu sou daquelas que optam por viver o casamento em sua totalidade, em todos os níveis de entrega, de crença, de tudo. Até que se perceba que não dá certo... ou até que se perceba que foram muitos anos felizes e que bacana!
      Sabe?

      Beijos!!!

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  19. NOssa que post tocante, como todos os seus ...muito verdadeiro e intenso...adoro sempre vir por aqui...bjss
    www.reinomae.com

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  20. incrível..incrivel! Não sei como vc consegue colocar num único texto exatamenteee o q sento quando muitas vezes não consigo nem verbalizar. Muito sincero e verdadeiro seu post..Parabens por ter a coragem de se expressar num tema tao ..polemico e incompreendido as vezes. Tbm passei a pensar dessa forma depois q me tornei mae..e me sentia extremamente culpada por isso..ler seu post me deu um alivio no coração rss.
    Bjokas

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    1. Obrigada, Pri, obrigada!!
      Obrigada mesmo, suas palavras são sempre muito queridas.

      Não se culpe, não... não por MAIS isso... fique bem.

      Beijos!!!

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  21. Nossa, as vezes leio teus textos e parece que eu escrevi! Temos muito em comum eheheh Beijos

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    1. Ana, obrigada... escrevo sobre a maternidade real, deve ser por isso. Sem endeusamento ou sem muitos panos quentes e todas nós passamos por crises existenciais enquanto mães e mulheres, não é?

      Beijos grandes!

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  22. Dani, adorei esse seu texto. Simplesmente adorei. Porque desde o dia que eu fui morar com o pai da Beatriz ( ou melhor, ele veio morar comigo) eu sempre cogitei o dia que não estaríamos mais juntos. Ele falava que não podia pensar assim, mas eu sempre fui muito realista, porque eu sinceramente não acredito em eternidade.
    Acredito sim que podemos ter relacionamentos duradouros - talvez, até a vida toda, porque não? - que durante os anos esse amor pode mudar - não existe apenas um tipo de amor, existe? - mudar, se transformar. Entender que, as pessoas mudam, amadurecem ou não e temos de estar nessa mesma sintonia como casal. Acredito que a partir do momento que não acompanha mais, já não está tão legal. Enfim, eu sempre cogitei não estar um dia com ele, não somente isso, fiz isso com todos meus relacionamentos.

    Quando vi que para mim não dava mais, que já havia tentado de tudo, que já havia dado 300 chances, que já havia acabado o respeito. Eu pensei na Beatriz. Pensei que como mulher e feminista eu tinha de dar o exemplo para ela. E que eu JAMAIS me perdoaria se futuramente ela permanecesse em um relacionamento no qual ela não queira mais estar - seja por estar infeliz, ou por simplesmente não querer - usando o argumento de que: minha mãe aguentou.

    Sofrimento sempre irá haver em ambas as situações. Mas eu acredito que o impacto na criança que vive em um lar onde só há brigas é muito maior do que o impacto da criança que encara uma separação. Eu escolhi separar Beatriz chorou, até hoje ela ainda não entende umas coisas ao certo, mas ela tem apenas 3 anos e não tem o porque de entender mesmo. Com o tempo tudo se ajeita.

    Hoje vejo que algo eterno é muito subjetivo! Eu prefiro que NÃO seja eterno, mas que seja feliz. Sabe? Hoje eu olho para o casamento que tive com o pai da Beatriz e vejo que fui feliz em muitos momentos, que aprendi muito, que cresci, que tive a Beatriz e que foi válido sim. Fui infeliz também, entrei em depressão, acabou com minha auto estima. Mas TUDO foi aprendizado!

    Beijão

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    1. Isa, vc é um exemplo fantástico para mim! Não em relação à separação em si, mas de tudo, de garra, de batalha, de superação.

      Tudo o que vc vive é acompanhado pela minha humilde pessoa e faço votos de que a pequena Bia seja muito, muito, muito feliz!!!!! Sempre!

      Fico feliz que tenha tido coragem de recomeçar e não tenha mantido o seu casamento apenas por conta da filha, o que não é justo com você, nem com ela.

      Um grande beijo! E obrigada pela visita!

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  23. Adoro a naturalidade com que você aborda certos temas que parecem bicho-papao! Nas suas linhas, fica tudo muito leve, muito reflexivo e gostoso de ler. Particularmente acho que viver em outro continente nos proporciona mais cumplicidade... É outra rotina, outro ritmo e outras responsabilidades. É mais parceria - pelo menos no meu caso foi o que aconteceu.
    Mas acho legal pensar em outra perspectiva sim. Ótimo tema Dani! beijos

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    1. Imagina, Ci, obrigada! Fico toda SIACHANDO quando alguém fala coisas bonitas a respeito da minha escrita.

      Eu também acho que viver em outro continente faz com que os casais fiquem muuuuuito mais cúmplices e amigos, acima de qualquer coisa. Deve ser uma experiência fantástica, engrandecedora, fortalecedora, sem dúvida!!!

      Beijos grandes, querida Ci!

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  24. Hum...Danizinha, sinceramente? Eu não me vejo solteira, kkkk. Eu penso no casamento com algo eterno sim, mas se os dois estiverem felizes claro. Também não acho que a o relacionamento deve persistir se a convivência é um conflito.

    No caso da separação acho que sim, os filhos devem estar em primeiro lugar. Afinal é uma responsabilidade a formação dos pequenos e os pais devem pensar nisso. Se a separação existir que haja esforço para uma amizade...

    Beijinho, tá linda nessa foto!

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    1. Deia, imagino que vc não se veja solteira mesmo, até pelos textos e pela forma como vc vê a vida, especialmente pelo recente acontecimento dos seus pais, deve ser tudo muito difícil, não é?
      Eu também acho que, caso a separação exista (e evitemos ao máximo chegar neste nível, é claro!!), tem que ser com o mínimo de respeito e amizade entre os dois, para não ferir ainda mais os filhos. Pq eles sofrem muito tbm.

      Beijos e obrigada!!!

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  25. Dani menina! Saudades! to numa correria frenética que não consigo mais visitar ninguém...
    Primeiro preciso te contar: Vi sua mami na propaganda num ônibus domingo! Ia tirar uma foto mas estava no carro e daí não deu tempo pq o farol abriu =(
    Segundo, preciso te mandar uma ideia de lembrancinha maravilhinda de bailarina pra festinha da Laura, amanhã prometo não esquecer, se não for leo e-mail vai pelo face!

    Pronto, agora sobre o post, olha só, eu ao contrário de vc tenho pais casados a mais de 30 anos, se amam como namorados. Cresci vendo isso, meu marido idem com os pais dele. Mas nem por isso penso que casamento é para sempre e que temos de pensar nos filhos em primeiro lugar e blá blá. Desde quando casamento infeliz faz filho feliz? Nãooo...
    Meu ponto de vista, se não dá mais, não adianta empurrar com a barriga, tapar o sol com a peneira, melhor separar!

    Beijosss...

    PS. Agora me visita lá no Mamãe Arteira tá?

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    1. Vc viu minha mãe??? uhuuuuu!!!! Que chique!!! Quer dizer, chique-chique não é, mas que bacana! Seria chique se fosse a propaganda da Louis Vuitton e não do bilhete único hahahahahahaha mas é ótimo de qualquer forma, morro de orgulho dela!

      Mande-me djá! Quero ideias sempre!!!!

      Vou te visitar no mamãe arteira, sim, podexá!!!

      Obrigada pelo carinho, chuchu!

      Beijos!

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  26. Meus pais se separaram quando eu tinha 7 anos e isso mexeu MUITO comigo. Todo mundo do lado da minha mae passou por pelo menos um divorcio, exceto uma tia minha que teve um casamento longo e polemico. Entao minha visao de casamento sempre foi muito negativa, tanto que "casei" aos 33 anos so porque estava gravida e porque meu marido tinha as paranoias dele. Sim, ja pensei em desistir do casamento sim, por achar tudo complicado demais e estressante demais e eu ter muita preguica... mas ate ai, as vezes eu sinto o mesmo sobre maternidade e apesar de amar minhas filhas com todas as minhas forcas e nao me arrepender de te-la, nos momentos complicados me questiono se "nasci" pra isso. Eh da minha natureza achar que se tem problema, eh mais facil desistir e virar as costas. Foi assim com empregos - nao aguentava o chefe? cliente mala? Demissao e arruma outro. Felizmente com os anos fui vendo que nao eh bem assim e a gente nao deve desistir das coisas simplemente porque elas sao dificeis e nao estamos felizes no momento. Agora, num outro angulo, sempre achei doido essa coisa de "amar apenas uma pessoa" que o casamento prega. Se nem filho tem nosso amor exclusivo; nao amamos 2, 3, 4 filhos ao mesmo tempo? Nao, nao praticamos casamento aberto aqui em casa, mas as vezes me pego pensando se nao existem outros caras por aih que combinam mais com minha personalidade. Mas tudo isso porque eu tenho mania de questionar absolutamente tudo, ate as coisas que estao funcionando bem, soh porque acho legal questionar. :-)

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    1. Chris, só para começar, eu li os seus dois comentários, viu? Adorei, obrigada!!!!!

      Adorei o seu comentário e conheço muitas pessoas iguais a você, que "desistem fácil" (entre aspas MESMO) das coisas, pq elas começam a ficar difíceis. Não que seja fácil desistir, de forma alguma, mas para algumas situações, às vezes parece mais tranquilo sair andando e dar as costas do que ficar e tentar arrumar.

      Acho isso bem normal, bem humano, viu????

      Todo mundo tem uns dias de pensar "Deus, será que nasci para ser mãe/ser esposa/trabalhar fora/trabalhar em casa"?

      Beijos grandes, obrigada pelo comentário!!!

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  27. Aff..penso tanto sobre isso. ADORO estar casada, ams quero sempre acreditar que existe um plano B. Que se não estiver bom, posso recomeçar.
    Concordo com voce, acho dificil um casamento longo e feliz. Mas, hoje em dia encaro melhor as crises. Acho que elas vem e podemos superar e reconstruir uma relação. Nao acredito em conto de fadas, acredito num investimento constante em prol da relação. Otima refçlexao. bj

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    1. Crises existem MESMO, Lorena, sempre! Sempre! Sempre!
      E que venham, pq nos fazem crescer, aprender, evoluir. Sem elas, ficaríamos no mesmo estágio evolutivo de 15 anos atrás... que graça teria????

      Saber que existe a liberdade de escolha muda tudo, na minha opinião.

      Beijo grande!!

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  28. Moça Bonita... sempre com texto que mexem tanto com a mulherada e que rendem muitas trocas nos comentários. Eu li na hora que postou... cheguei começar a escrever, mas que bom que não comentei!!! Estava p. da vida com meu marido (estado constante.. rsrs) e não acho que devemos nos deixar influenciar pelo impulsos...

    Mas vamos ao comentário... Como foi enriquecedor a troca nos comentários.. quase tanto quanto o texto... rsrsr

    Eu sou filha de pais juntados, que nunca se casaram e vivem bem. Marido é filho de pais que se suportaram enquanto criavam os filhos... a mãe sofria, o pai abusava. Até que os filhos cresceram, eles se separarm e marido traumatizou. Ele acredita em casamento por conta de filhos.. eu já disse que posso ter 10 filhos, se não estiver feliz... é cada um para seu quadrado.

    Concordo muito com vc... a coisa muda muiiiiito depois que tempo filhos. Eu achava que meu amor por marido era maior que qualquer coisa no mundo. Não tinha ideia do quanto podia estar enganada. Amo meu marido e por isso continuamos juntos, apesar de um cem numero de vezes eu já ter tido vontade de mandar ele para asia central. Mas ponho a minha felicidade e, consequentemente, a felicidade da Laís em primeiro plano.

    O casamento mudou muito depois de Laís, mas mudou pq a gente muda. É preciso amadurecer, aprender a lidar com o novo, mudar alguns conceitos. Daí se um muda e o outro não, começa o conflito.

    É um papo longo.... e apesar de ele estar sempre na minha cabeça, nunca tive coragem de falar sobre isso no blog. Acho que pelo medo de as pessoas pensarem que aquilo significava a intenção de separar... mas não acho que necessariamente signifique isso.

    Essa troca pode ajudar a entender algumas coisas.. talvez deixar de cobrar certas coisas... de se cobras por outras.. e no fim, ter um dia-a-dia melhor no relacionamento. Fazer com que seja possível o tal felizes para sempre!!!! (eu nunca acreditei em contos de fadas... sempre me perguntava o que acontecia depois.. huahauhu)

    Bj grande
    saudade de vc, heim!!!

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    1. Menininha linda, tão gostoso ler seus comentários aqui no blog... já te disse isso??? ADOOOROOO!! A gente tem taaaaaaaaanto em comum, não é????

      Bom saber que somos todas humanas, normais, bem centradas (hahahahahahahha) e equilibradas (HAUAHUHAUHUAHUHA).

      Beijos grandes, chuchu, boa semana!!!
      (faltam 48 dias para ir para o paraíso) \o/

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  29. Nossa Dani......adorei seu texto....a forma q vc escreve é exatamente como eu penso.....nao o lado de falar que nao existe casamento eterno....eu acredito nisso....,acho que faz parte da nossa história de vida.....acho o seu relato de ver seus pais separados sem "traumas" bacana pois eu nao vejo isso refletido nos meu alunos.....

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    1. Adri, nem todo mundo tem história feliz para contar (como eu, com meus pais, por exemplo), e uma separação é sempre muito difícil, especialmente a dos pais... sei beeeem.... mas como os meus ficaram amigos e ainda são muito próximos, meus problemas foram minimizados.

      Beijos grandes!!!

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  30. Menina, muitas coisas para escrever e dialogar sobre esse seu texto, mas aqui nos comentários não rola. Com calma vou tentar te escrever nos próximos dias. Obrigada pelo email! Beijos! Nine

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    1. Nine, vamos papear....
      Vamos sim.

      Beijos grandes!!!

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  31. Eu penso como você. Não precisa ser pra sempre se não for pra ser feliz. Ser feliz é mas importante. Acho que para os pequenos um lar cheio de brigas e ofensas é muito pior do que ver os pais separados e felizes. Não acho que se deva se separar por qualquer coisa, a vida a dois é sempre muito difícil, mas também não acho que se deve ficar apenas em nome de preservar uma instituição, ou por medo, ou por inércia. Se estivermos felizes a nossa capacidade de fazer os pequenos igualmente adultos felizes aumenta muito, sem contar que somos exemplos né?!
    Durante a gravidez o casamento pra mim fica muito difícil, me irrito facilmente e penso muito em ficar longe do Edu, por outro lado, agora no final, como na primeira, as coisas se acalmam e eu percebo eram os hormônios!!! Ufaaa! Bjo enormeee

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    1. Laiz, durante a gravidez eu fiquei LOUCA, tipo LOUCA VARRIDA BIRUTA SURTADA, eu não era eu. Entendo totalmente.
      Tinha dias que amava meu marido e tinha dias que queria bater nele só dele me olhar... vai entender os hormônios.

      Um beijo grande e boa chegada do Theo por aí!

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  32. Dani, gatona! Deixa eu contar um pouco de mim, pra depois te dizer o que eu acho, porque a opinião descolada da história de vida da pessoa fica meio perdida né?
    Eu não sou filha de pais divorciados, porque nem chegaram a ficar juntos. Ou seja, nunca soube o que é crescer com pai e mãe juntos. E sobrevivi. E sou feliz. E tenho uma cabeça ótima. Precisei de terapia, claro, pra trabalhar algumas coisas, mas quem não precisa, afinal.
    Cresci ouvindo da minha avó que só deveria me casar depois que fosse independente. Ela se decepcionou com o casamento, mas criou 10 filhos, quase sozinha, apesar de ter um homem na cama toda noite. Ela me dizia para ser independente, mas nunca completou "porque se ele te decepcionar, você dá um pé na bunda dele". E nem precisou, porque eu sempre entendi dessa forma. hehe
    Daí que eu vivi muitos anos com a forte convicção de que eu seria mãe solteira, que não dependia de homem pra nada, que eu vivi bem sem pai e os meus filhos também viveriam. Produção independente para mim era o que tinha de mais cool na vida.
    Mas marido apareceu na minha vida, a gente foi construindo uma história juntos, decidimos casar. Mas eu ainda tinha o pé atrás, sabe? Eram muito poucos exemplos de casamentos felizes que eu via. Tanto que casamos com separação TOTAL de bens. Dá menos trabalho na hora de separar, eu achava. hohoho
    Só que, quatro anos e meio depois de casados, e alguma terapia também pelo caminho, e algumas crises (internas, que ele nem sabe da existência) eu hoje vejo tudo diferente. É impossível olhar para a história linda que a gente tá construindo, e continuar vendo isso como uma coisa que se não der certo a gente separa. Hoje eu não estou casada, mas preocupada em não criar compromissos que não possam ser desfeitos se a gente se separar (e nem falo só da encomenda do biscoitinho não). Hoje eu vivo o meu casamento como algo que é eterno, que vai precisar de comprometimento dos dois nas horas de dificuldade, que vai precisar de paciência para enfrentar fases que parecerão intransponíveis, mas que passaremos por isso juntos, porque existe amor. Acho que pensando dessa forma, a possibilidade de dar certo é muito maior do que pensando: se não der certo, separa. Por outro lado, se chegarmos num ponto em que não temos mais respeito pelo outro, tchau, beijo, foi bom. Acho que será relativamente simples pra mim, a separação, entende?
    Só que... vivi com uma amiga há pouco tempo a experiência dela achar que o amor tinha acabado, que não dava mais pra viver juntos. Eu praticamente tive que a convencer a ter um pouco mais de paciência, a tentarem mais antes de separar, pelo menos para ter a certeza de que não daria mesmo. Passaram pela crise, conversaram, mudaram, e hoje estão felizes, o amor voltou, estão construindo uma história linda.
    Ou sejE, falei, falei, e cheguei ao mesmo ponto da sua dúvida. hahaha Como saber que acabou mesmo o amor e que dali não vai mais pra lugar nenhum? Se descobrir, me conta!!! rsrsrsrs
    Beijos!

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    1. hahahahahahaha

      adorei o seu texto, Nana, sua linda! Adorei, adorei, adorei! Adorei saber mais de vc tbm, obrigada por contar!!!

      Eu penso como vc, em muitos aspectos: temos que fazer de tudo para dar certo, penso no amor, no que eu quero construir, no que eu quero desse relacionamento. Penso em tudo e repenso mil vezes antes de pensar em me separar (tanto que não estou pensando, de jeito nenhum, em me separar!!).

      Amo o meu marido demais da conta. Nós nos escolhemos para vivermos juntos, termos filhos, começarmos uma família e eu só desistiria disso se tivesse muita certeza de que não dá mais certo.

      E aí eu volto à minha questão: quando dá para ter certeza de que não dá certo??? hahahahahahahahaha

      Beijos grandes, querida!!!

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  33. Dani super concordo com tudo que vc escreveu!
    Mas eu ainda acredito em casamento eterno. Acredito e espero.
    Tenho medo da solidão sabe....já vivi sozinha e sei como é difícil e triste!
    Mas vou na mesma linha que vc....se é pra ser infeliz, que seja sozinho e não na frente dos filhos!!!
    Beijooooo.

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    1. Michely, eu não acredito em casamento eterno, mas quero muito que o meu seja!!! =)

      Beijos grandes, querida!

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  34. Só agora consegui vir aqui e ler esse texto de um assunto tão espinhoso.
    Bom, pelo que conversamos lá no almoço, acho que vc sabe um pouco da minha opinião né?! Eu já achei sim que casamento fosse pra sempre, mas não que isso significasse aturar qualquer tipo de infelicidade. É o velho "infinito enquanto dure": tem que durar o tempo em que os envolvidos se sentem felizes. Se não tá dando certo, ninguém é obrigado a ficar casado.
    Por outro lado, é fato que casamento não é fácil e que, sabemos, existe por aí até certa banalização da separação. Todo mundo conhece casos de gente que se separa na primeira briga, no primeiro perrengue. Não dá pra ser radical.
    Outro ponto que eu acho importante é a chegada dos filhos. Do primeiro, principalmente. A dinâmica da casa e do casal muda muito! Mesmo que só por um período, há que se abdicar de coisas, comportamentos, programas, pessoas, até alimentos por aquele serzinho que chegou. Isso abala e muito a vidinha cotidiana anterior, e muita gente sente o baque.
    O resumo do que eu acho é que casamento dá trabalho, e muito. É preciso dedicação mesmo, não deixar a peteca cair, não deixar a preguiça dominar, não acumular mágoas nem "empurrar com a barriga" o que puder ser resolvido. É mais ou menos como na educação dos filhos: é cansativo, repetitivo... mas dá bons frutos.
    bjos!

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    1. Sarah, concordo contigo!! Inclusive na parte da banalização do divórcio, como se fosse algo tranquilo, como se fosse terminar um namoro. Não é.
      Dá trabalho, muito trabalho, sim. Mas rende excelentes frutos!!! Com certeza!!!!

      Beijos!!!

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  35. Dani
    Sempre leio seus textos...dessa vez deu vontade de escrever...
    2 casamentos...2 filhas...2 separações...
    Na minha segunda separação tinha uma relação com a Gabi tão intensa quando a sua com Laura, a Gabi sem saber foi quem me deu força...Diferente de vc eu não tinha um marido "companheiro" e nem um "ótimo pai" então eu já fazia tudo sozinha...
    Ninguém morre com uma separação, nem mãe, nem pai e nem filhos...mas se pudéssemos escolher...escolheríamos viver com os 2 na mesma casa...eu sei disso, vc sabe disso e Gabi já me disse isso...até pediu pro pai morar aqui no prédio pra ficar perto...
    Dani ninguém nasceu pra ficar sozinho... sua filha te basta hoje...maaassss eles crescem e uma hora vão embora... ah claro isso tá longe... sim está! mas quando isso acontecer, enquanto ela estiver viajando curtindo a vida dela e antes de te dar os netos rs vc vai querer ter quem do seu lado, pensando, se preocupando e curtindo essa fase dela? ou quem sabe curtindo uma outra fase sua?
    E digo mais a Laura sempre vai ser tudo na sua vida, só que tem coisas que só um companheiro pode te dar como uma boa conversa...um ombro... um colo... um vinho... um olhar safado...um bom sexo... e a certeza de que seu mundo desmoronar tem alguém pra segurar as pontas...pq sim somos mulheres com "M" mas ainda somos humanas...e a vida nos surpreende muito...
    AUDREI

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  36. é D.Dani....um filho MEXE numa relação... mexe muuuuito com a mulher .... muda a mulher...quase que por completo arrisco a dizer... mas acho que depois desta mudança(tempestade) vem a bonança... vem o melhor de nós, ao mesmo tempo que aumentam as discussões sobre finanças e educação, aumenta a admiração como pai e isso pra uma mãe (eu) aumenta o amor, a vontade de estar mais junto praver crescer juntos os melhores pedaços nossos.... uma coisinha, experiencia minha....osegundo filho, veio pra nos acalmar e nos aceitar e valorizar mais um e outro, nosso caçulinha, nos uniu muito (não estou fazendo apologia a ter outro filho) tiramos um pouco o foco do vi, deixamos ele mais solto, pra ele foi ótimo e pra nós melhor ainda.... bjs carol mercurio....laura tá kda dia mais moça meiga....

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  37. ahhhh.... eu acho sim que vale a pena lutar MUUUUUUITO por um casamento feliz, vale se mudar, fazer terapia...., pelos filho tb, mas principalmente pele casal.... pois os filhos por mais próximos que estejam....vão ter suas familias.....meus pais são cada dia mais companheiros um do outro e se curtem, não vivem a vida dos filhos, vivem a vida deles, com os filhos.... Carol mercurio

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  38. Olá... Sou nova nesse mundo dos blogs,faz pouco q encontrei o seu e tenho gostado muito das suas postagens... tanto q estou te seguindo!! Super concordo com o q vc escreveu. Tive mts momentos em que pensei em me separar, por achar q talvez eu fosse mais feliz somente com os meus pequenos... pq realmente não é fácil uma vida a dois, principalmente qdo se tem filhos!! E eu sempre acabava pensando q ainda dava pra mudar alguns pontos... tolerar mais algumas situações... tentar fazer diferente e fazer melhor... O fato é q faz alguns dias q me separei... depois de tantas tentativas e de uma dedicação enorme da minha parte em tentar fazer dar certo, chegou um momento em q vi q não dava mais... Acho bastante triste, mas tbm acho q não dá pra ficar adiando a nossa felicidade qdo já não estamos tão certos de q tem solução. Ainda mais que não quero meus filhos no meio de um casal que já não se entende. Mas é complicaaado...

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Sinta-se a vontade para viajar no comentário! =)
Ele será respondido por aqui mesmo, ok?

Beijas!!

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