18 junho 2013

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Vivo no meu mundo

52 comentários:

  1. Dani,

    Meus sonhos são todos pensados em prol da Manu. Nunca mais, NUNCA MAIS MESMO, eu quis algo meu, só meu, sabe? Tudo passa por ela. Tudo é por ela.
    Me sinto mais feliz com sua chegada, mas me cobro muito mais também. Como você, não aceito tropeços.
    E se erro, tento, na mesma hora, reconhecê-lo para servir de exemplo.
    E essa pressão toda que nós mesmas nos colocamos (porque a gente tem o péssimo hábito de absorver TODOS os problemas, muito mais que os maridos) nos faz, muitas vezes, ficarmos mais introspectivas, sérias.
    Acho que é um aprendizado. Com o tempo e com uma capacidade de nos analisar friamente, acho que a gente acha o tom. Nunca como um dia já foi. Nunca mais tão leve, despojado. Mas a gente tende a achar um equilíbrio.
    Pelo menos, é o que eu espero!
    Beijos

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    1. Pati, eu tbm acho que é um aprendizado e que, com o tempo, vou aprender a equilibrar as duas Danielas existentes dentro de mim - uma, a atual, a nova, a descoberta. E a antiga, que não morreu, só está dormindo em algum lugar por aqui.

      Um grande abraço para vc e um bejio enorme na Manu!!!

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  2. Dani, querida! Dá aqui um abraço!
    Eu sou exatamente assim. E isso não chegou agora com a gestação; é de muito tempo antes mesmo.
    Vivo no meu mundo paralelo na maior parte do tempo.

    Não acho bom nem ruim também. É só o meu jeito. Aproveito muito esses momentos de introspecção pra fazer autoanálise, descubro umas coisas bem legais desse jeito, e ainda economizo na terapia, hahaha

    Será que piora depois de a Bolota nascer? :P

    Use isso sempre a seu favor! ;)

    Beijo beijo!

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    1. Abraço, Má e Bolota!!! Abraçoooo!!!!

      Eu imagino que vc seja assim mesmo - até por conta daquele comportamento da Laura, que vc disse que era assim tbm, sabe?
      Pois é, estou me tornando assim.
      Não acho bom, nem ruim, só é diferente de tudo o que já construí na minha vida. E mais fácil, por ora. É mto mais fácil ser assim do que me forçar a continuar sendo a Daniela de antes, fato.

      Acho que a tendência de vc se voltar para dentro depois que Bolota nascer será grande, não?

      Beijos!!!!!

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  3. Posso ser a primeira a comentar?! Deixa?!
    Dani, estamos vivendo momentos muito parecido. Entendo quando voce cita o exemplo do seu marido. É participativo na criação da Laura, como meu é na dos meninos, não deixa passar nada que pra eles parece importante, tipo, meu marido controla horário de remédio melhor que eu. Mas o exemplo das férias, é exatamente igual ao meu ! Não é importante programar as férias com 6 meses de antecedência (no nosso caso 1 ano né? rs)! Ele diz até que é exagero meu. Como tudo que eu faço, está sempre sendo julgado como exagero. Se no verão eu já estou contando quantos conjuntos de moletom o Mateus tem, exagero. Eu tenho que deixar pra pensar só quando o frio chegar?! Se em dezembro eu já pensei na vacina cara que ele tem pra tomar em abril, exagero. Tem muito tempo ainda pela frente. Às vezes eu fico imaginando como seria se eu resolvesse ser relaxada por alguns meses. Eu não posso descuidar do cartão de crédito, ser irresponsável nem um pouquinho, pois isso afetaria totalmente o equilíbrio financeiro da parte mais importante da família pra mim, meus filhos. Eu não posso responder meu gerente de mau jeito e correr o risco dele me olhar diferente, e quem sabe num futuro corte de pessoal me demitir. Eu tenho que pensar neles. Mas o marido não só responde o gerente como ainda me fala "voce quer que eu fique calado?". Sim ! Quero que voce pense SEMPRE, em todas as situações da sua vida, primeiro nos meninos, que é como eu sigo minha vida desde o nascimento do primeiro deles. Eu já escutei essa semana duas vezes que eu só ando mau humorada, só falo em contas. Bom, pra voce ver que não é só voce. Escrevi, não reli e vou clicar no Publicar sem revisão. Vamos nos abraçar tá amiga?!

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    1. Lu, abraço de urso!

      É BEM ASSIM QUE ACONTECE POR AQUI!!!

      BEM ASSIM MESMOOOOOO!

      Exatamente isso, não dá para explicar, meodeos do céu....

      É pensar na estação seguinte, contar os casacos e as calças ainda em janeiro, para ver se preciso comprar algo para maio... exato! Eu já estou vendo as roupas de verão da Laura!! Por isso...

      É exatamente assim, menina... exato!

      Eu planejo férias com meses e meses de antecedência, imagina se deixo para última hora? Não vou a lugar nenhum e não levo a Laura para passear, posso? Não. Quando era só eu, tudo bem, mas ela passa o ano inteiro sem mim, indo da escola para a casa da minha mãe e nas férias ficaremos em casa pq eu não planejei com a antecedência necessária??? NÃÃÃÃOOOO!!!

      Um abraço forte, vc captou tudo.

      Beijos, querida!

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  4. Ahhhh Dani, acho que muito disso ai vem do excesso de responsabilidade que vc carrega, po,vc trabalha fora, não é um trabalho fácil, exige atenção, dedicação e muita responsabilidade. Ai em casa tem a Laura, a casa, o marido, é complicado assim mesmo.
    Eu diria que precisa aprender a delegar, mas fato é que eu também não sei fazer isso, então minha querida, quem sou pra lhe dizer algo sobre o assunto? kkkk

    No meu caso as mudanças que a maternidade me trouxe estão mais ligadas a serenidade mesmo, pura e crua. Apesar de ainda ser uma pessoa muito ranzinza (é de berço), eu estou bem mais aberta a entender antes de simplesmente mandar tudo a merda.
    Depois de me tornar mãe eu aprendi a lidar e enfrentar muito mais as coisas, antes eu vivia com o botão do "foda-se" ligado e entre tentar ouvir e entender,eu simplesmente saia fora.

    Quanto a tal bolha, aqui também aconteceu, mas nessa bolha ficou nós três e eu sinto que as vezes ficamos tão envolvidos com nós mesmos que precisamos de uma "chamada" pra voltar ao mundo "real".
    Mas talvez sejamos assim porque aqui na Holanda somos só os três, sei lá, só sei que o Károly é meu braço direito e esquerdo pra tudo.

    Força ai minha querida, a menina faceira continua ai dentro, só precisa de um espacinho pra voltar. =)

    Beijocas

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    1. Ingrid, comentei com a Pati (primeiro comentário), que acho ser importante encontrar o equilíbrio, pq, naturalmente, não seria a mesma pessoa de antes de ter filhos, é claro, mas não preciso ser tão diferente, não é????

      Acho que vcs, por morarem "sozinhos" e em um país muito distante, longe de outras pessoas, de família e tudo, acabam ficando nesta redoma mesmo, os três, bem juntinhos. Isso é fundamental.

      Meu marido é fundamental na nossa rotina, me ajuda muito, sempre, mas concordo contigo, são muitas responsabilidades para mim, acho que ainda sou só uma criança.
      =)
      Brincadeira.
      =)

      Que bom que a maternidade te trouxe para o outro lado, para o bom convívio, a escuta, a entender o próximo. Isso é ótimo!

      Obrigada pelo carinho de sempre no blog, viu??

      Um grande beijo!

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  5. Não amiga, não é só você... Às vezes nem me reconheço, e vivo ouvindo do marido "o que vc tem?", quando não tenho absolutamente nada.
    Vamos marcar outro café?
    Bjo

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    1. É bem isso! hahahahaha eu não tenho nada genteeeeeeee!!! Eu estou assim, mas tô bem, sabe comé????

      Vamos sim, Ilana, vamos, vamos!!!

      Beijos grandes!!!

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  6. Certamente é algo pelo qual todas nós mães de primeira viagem passamos por essa introspecção. Não sei se é o tao peso da respondabilidade que nos recai, mas, a gente muda e muda a nossa visão em relação ao mundo! Além do cansaço, as prioridades mudam bastante! E às vezes a gente nãonsabe lidar com isso o que nos torna reflexivas. Esse 180• que a materindade nos faz passar é dificil mesmo! E nós mulheres temos a enorme capacidade de abraçar a causa quase que sozinhas, pois pouquissimos são os homens que compreendem essa nova maneira de ser. Aí a gente acaba se sentindo meio só mesmo. Com o tempo a gente vai relaxando e aprendendo a viver sob uma nova ótica! Bjs e um abraçãããão!!!

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    1. Myriam, acredito muito nisso: com o tempo, encontrarei o equilíbrio.
      Fato.
      Beijos grandes!

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  7. Ainnn Dani.. fiquei com seu post aberto por um bom tempo (nem tinha coment nenhum ainda) para conseguir ler... fazer isso que tanto me faz falta.. só para chegar ao final e falar para vc:
    Não.. não é só vc!!!!
    Me sinto exatamente assim.. talvez não com os mesmo "bichos" ou mesmas "caraminholas"... talvez não tão fechada, pq depois de um tempo agente aprende a abrir do sorriso para fora... mas tbm não sou nem perto de ser a mesma pessoa que era antes... as neura mudaram, a gravidade que dou as coisas, a importância que dou.. tudo isso mudou.
    A maneira como reajo e como deixo de reagir... tão diferente... tão mais complexo!!!!

    Em fim.. acho que vou pegar uma ponte aérea e me juntar nesse café seu e da Ilana, heim?!

    bj grande!!!

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    1. Eu também quero ir no café ! rs

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    2. Ei, venham!!! Venham!! As duas!!!

      Acho que toda mãe se sente meio "autista", no sentido de ter um mundo só seu e que ninguém (NINGUÉM) mais entra. Não é, querida?

      E por isso a maternosfera nos traz tantas alegrias e tanto conforto... são pessoas que sofrem o que eu sofro, que passam pelo que eu passo, que entendem tudo o que eu falo (mesmo que não concordem).

      Adoro isso aqui.

      Beijos e melhoras para vc tb!!!

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  8. Por Deus, me deu vontade de chorar lendo esse teu post.
    Me sinto assim também. Só eu, eu e eu.
    Esse negócio do mau humor: será que é porque queremos fazer tudo, somos perfeccionistas demais, queremos tudo certinho. Eu sou assim, e se algo sai errado ou fora do planejado me cobro, me culpo.
    Também não sou mais a mesma, acho que amadureci, envelheci ou então cresci!
    e também não reclamo, porque amo minha filha, mais que tudo nesse mundo e não trocaria minha vida de agora pela de antes!
    Mas houve mudança sim!
    Beijo!

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    1. Menina, vc falou tudo: eu acho que envelheci. E ponto. Não é que eu fiquei mais madura ou adulta, eu fiquei velha, chata, ranzinza, sabe como é?

      Jamais trocaria absolutamente nada disso pelo que tinha antes (o que era mesmo?!), mas sinto falta da pegada da antiga eu, de vez em quando...

      Beijos!!

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  9. A Dani, nao é só vc não!
    Pelo menos EU me vi muito no seu post!
    Eu mudei demais depois q a Anna nasceu. Demais no maior sentido da palavra e qdo vc diz "eu não posso errar pq isso vai impactar diretamente na vida da minha filha" eu sei bem como é se sentir assim. Eu morro de medo de errar, magoar, sei la, qlq coisa desse tipo com a Anna e acabo me isolando até de mim mesma por esse motivo!
    A minha cabeça mudou. Meus medos, meus planos, minhas prioridades. Hj meu mundo gira em torno da Anna Laura e eu não sei até q ponto isso é saudável, visto q daqui uns meses, ela não será mais unica. É complicado. Eu to passando por um dilema q só eu sei qual é. Procurei ate ajufa psicologica pra isso...não ta facil!
    Mas enfim...acho q essas mudanças são validas, embora as vezes elas não nos agradem e não agradem aos outros.

    Tamo tudo junta! :)

    Beijos

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    1. Than, li o seu post de hoje e sou totalmente complacente contigo, imagino que deve ser bem isso mesmo... o medo de ter o segundo filho, de "trair" o primeiro... wow, deve ser confuso a beça!
      Eu quero ter vários filhos (vááários mesmo), então espero que a minha cabeça não me apronte dessas quando estiver grávida do segundinho, mas, de qualquer forma, entender o que se passa e como lidar com essa insegurança é a melhor coisa, na minha humilde opinião.

      Um beijo graaaaande para vcs três!!!!

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  10. Dani meu bebê nem nasceu e eu já estou me sentindo um pouco assim. Parece que cai nos nosso ombros toda a responsabilidade do mundo, e que cabe somente a nós (mães/esposas/mulheres) salvar o mundo, os outros até podem ajudar, mas não vai ser do jeito que NÓS queremos e acaba que não servindo, não nos satisfazendo. Acho que a maior cobrança começa por nós mesmo.

    Bom, deveria ter falado alguma coisa pra aliviar teu coração, acho que piorei, ou não? Tipo, bate aqui colegam tamo junta no mesmo barco! rsrs

    beijos!

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    1. Mara, não se preocupe em "aliviar", não, querida, eu estou bem. Mesmo. Só estou sozinha, no meu mundo muito particular, sabe comé??? Sabe siiim!!! Pq qdo eu estava grávida, eu vivia nesse mundo meu e da Laura. Agora vc está neste mundo seu e do seu baby macho!!! =)

      Beijos grandes!

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  11. Meninas estou me preparando para começar a preparar rsrsrs

    Preparando para virar um "tentante" rsrsr e textos como o seu Dani, me fazer ter a noção da realidade desse amor e doação que é a maternidade.

    Bjs

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    1. Suzana, é tudo infinito: um amor sem fim, dedicação além do alcance, doação integral, carinhos plenos, felicidade completa... mas tem o lado B tbm, como tudo na vida.
      Se vale de dica: eu não trocaria o que tenho hoje por nada, nenhum minuto do que tinha antes. Se Deus me desse a chance de viver 1 dia de solteira de novo, não viveria.

      Beijos!

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    2. "solteira" que eu digo é sem filhos, ôps! =)

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  12. Não é só vc não, Dani: tbm sinto que toda a responsabilidade do mundo ficou em minhas costas depois da maternidade. E vivo morrendo de saudades de mim!
    Bj

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    1. Não é, Josi??? Saudade de quem eu era antes... tão sonhadora, tão crente em tudo e todos, tão feliz, ingênua.

      A vida endurece as pessoas.

      Beijos!

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  13. Dani, nao é só você mesmo. Às vezes me pego pensando quando foi que eu parei de ser menina e passei a ser mulher de fato. Mulher mae, cheia de responsabilidades e preocupacoes... Me olho no espelho e fico pensando que apesar das primeiras rugas ainda me sinto com 20 anos, mas apesar de me sentir com 20 anos eu nao posso me sentir assim, afinal sou mae. Acho que ser mae é crescer.

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    1. hahahahahaha Karen, que engraçado, eu me sinto assim tbm, com a diferença que me olho no espelho e vejo mais rugas do que tenho!!! hahahahahaha e a bunda mais mole, com mais celulite (os meus olhos são meus críticos mais severos).

      Sabe que eu me pergunto quando foi que envelheci tanto??? Não de corpo, que é óbvio e natural, mas de alma, de coração? Não sei. Quando foi que os meus problemas passaram a ser maiores do que os dos outros? Quando foi que a minha família passou a ser mais valiosa do que a do vizinho?
      Eu não era assim antes....
      Sei lá.

      Beijos, queridona!

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  14. Faz uns meses que acompanho teu blog e me identifico demais com vc. É exatamente assim que me sinto, no meu inverso particular... Além de cansada e irritada ( mais do que antes, bem mais!)... E agora que estou gravida de novo, o cansaço pesa ainda mais! Tem dias que acho que não vou agüentar a rotina de filha (3 anos ), marido, casa, trabalho, transito, estresse de cidade grande, fazer supermercado, administrar a faxineira, pensar em todos os eventos.... Só nós mulheres par agüentar mesmo! Em troca, recebemos o dom da maternidade e a relação com nossas pequenas... :) hj entendo perfeitamente o dito que ser mãe é padecer no paraíso! Troco essa louçura pela vida de solteira? Não! Mil vezes não! :)

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    1. Clarissa, eu acho que é isso mesmo: é uma troca com o universo. Nós podemos gestar, nutrir um ser dentro de nós, criar um ser-humano a parte, podemos parir, amamentar, nutrir este ser aqui do lado de fora da barriga, criamos um vínculo milagroso com este ser, nos tornamos a pessoa mais importante da vida desse bebê e, em contrapartida, nossa vida nunca mais será como antes, nem por um minuto sequer.

      Ser mãe, por muitas vezes, é padecer no inferno mesmo, eu brinco e falo isso a toda hora, pq não é fácil, não é tranquilo, é super difícil, mas é tão recompensador.... que só sentindo para entender.

      Beijos!

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  15. Dani, também tenho me sentido mais introspectiva e não sei o que responder para aqueles que me perguntam "o que eu tenho". Não tenho nada. Sei lá. Acho que não tenho mais paciência e tempo para perder com certos papos, mas acho chato demais eu estar nessa vibe, sabe? bjo

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    1. Lilian, "acho que não tenho mais (...) tempo para perder com certos papos" vc disse TUDO!!!
      Quantas vezes me pego presunçosamente pensando "affe, se meu problema fosse esse"... e é errado!!!! Pq o problema dos outros tbm é importante, mesmo que não seja tão graaande quanto o nosso. Mas já me peguei fazendo isso ou menosprezando o caso de alguém, só pq eu tinha em mente outras coisas mais "importantes" para fazer, contar, pagar, entregar....

      É estranho, né?

      Beijos!

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  16. Amiga linda, não só você não. A responsabilidade é muita mesmo. É tanta coisa pra fazer, pra cuidar que tempo pra nós deixa de existir. Sem falar que as amizades mudam né? Afinal mãe não consegue chegar na hora marcada, não pode passar a noite "na rua". E quando sai pra se divertir sem o filho morre de vontade pra voltar pra casa logo, rs.

    A gente se fecha sim, eu também me fechei. Passei a viver um mundo só meu.

    Tem dia que bate o cansaço mas a gente não queria outra vida né?

    Beijo!

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    1. Deia, nem entro no mérito amizades, pq este assunto, para mim, foi a maior decepção de todos.
      Nem me fale...

      A vida endurece as pessoas, volto a falar.

      Beijos!

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  17. Não Dani, você não esta só! Eu também fiquei mais fechada, muito mais carrancuda e muitas vezes reclamona ( na gravidez sou a reclamações em pessoa). Acho que junto da alegria toda que a maternidade nos traz ela também nos impõe responsabilidade em dobro, organização, planejamento e as vezes tudo isso no cansa, resultado ficamos mais fechadas nas nossas preocupações. Também me sinto só muitas vezes e me vejo planejando sozinha varias coisas. Mas tenho certeza que somos muito melhores depois deles. Não tem nada no mundo tão importante do que ver o sorriso do Nino, me faz sentir plena. Esses momentos com eles são os momentos mágicos e que agradeço todos os dias por poder viver! Bjoooo enormeeeeee

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    1. Laiz, eu não tenho dúvida de que sou uma pessoa muito melhor depois da Laura, nenhuma. Vc está certa nisso!!
      E quanto a estar reclamona, use e abuse do seu direito gravídico, menina. Não é fácil ficar grávida, não é!

      Eu não gostei da gestação da Laura e queria ter outros filhos sem ter que engravidar, fácil né?

      Beijos para vcs três!!!

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  18. Não, não e não.... não é só você amiga. Venha cá e me dê a mão. Não é a toa que passamos a ter afinidade com aszamigas da blogosfera. Não é mesmo? Que passamos a conversar via facetime, a trocar mais figurinhas... Também vivo assim Dani. Acho que estamos em outra fase da vida, porém sempre me pego pensando no meu jeito de ser e agir diante da vida. Temos que darmos um breque a tudo isso. Precisamos viver intensamente, com responsabilidades, com dedicação aos filhos e todas as tarefas que tomamos para nós. No entanto, temos que ter tempo para a diversão, temos que encarar a vida de maneira mais leve... Por que será que os maridos e tantas pessoas conseguem... me diga! Agora, devagarinho precisamos tirar essa responsabilidade, essas preocupações estampadas nos nossos rostos. Certo!? Será que conseguimos? Sei lá...
    De qualquer forma, estamos juntas nessa... Isso já vale, pois damos apoio uma para a outra.
    Um grande beijo amiga.

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    1. Celi, vc não sabe o quanto nossas conversas me ajudam...
      muito!

      é muito bom poder contar com pessoas que passam pelas mesmas histórias que nós, que nos entendem, que estão na nossa pele (em outras vidas).

      é assim com a blogosfera.

      Beijos grandes!

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  19. Dai, há tempos que estou pra comentar os seus posts, mas sempre acontece alguma coisa no meio do caminho e daí tenho que parar.
    Sobre os posts do castigo, adorei, adorei, adorei. Também sou contra castigos nessa idade, e principalmente, sou contra essa cultura da violência que existe no Brasil.
    Sobre o post em questão, querida, você não está só! Mas acho que você precisa dar uma relaxada. Você tem acumulado muitas tarefas, muitas responsabilidades, e isso pesa. Você tem feito alguma atividade física, alguma coisa só pra vc com vc?
    Procure se permitir, de tempos em tempos, pequenos prazeres. Não se afogue na culpa por ter um trabalho demandante, e quando em seu tempo livre ter que usá-lo ou querer somente usá-lo com a Laura. Tenha tempo livre só pra você também. Procure o seu equilibrio!
    Força, amiga, a gente há de se encontrar como mulher, como individuo nesse longo caminhar da maternidade.
    Beijo

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    1. Gáb, eu acho que preciso deste tempo só para mim tbm, mas é bem isso o que vc falou, quando vejo que trabalho o dia inteiro fora e me sobram poucas horas diárias com a Laura, quando é que vou me exercitar? Antes de ir para o trabalho? Prefiro dormir, ganho mais.
      =)

      Poderia tentar fazer algo com as amigas, mas as amigas pré-maternidade sumiram!!!! Agora, se saio com as amigas pós-maternidade, elas levam os filhos e eu levo a Laura, com um super prazer, mas... não era exatamente este o foco, não é?

      Vou tentar fazer algo só a mulherada, que tal?
      Venha pra cá, para batermos um papo e tomarmos um café!
      =)

      Beijos grandes!!

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  20. Dani, talvez isso faca mesmo parte de nossa nova condição, porque ser mae é servir. E estamos aí para fazer isso mesmo. Por isso que devemos pensar muito antes de termos um filho. Por isso que o número de filhos é um assunto muito sério. Mas também acho que a fase representa um peso nessa equação. Os filhos pequenos demandam mais, e ao passo que crescem, aos poucos podemos voltar para nossos planos e sairmos da bolha. Pelo menos, é o que venho acreditando. Coragem! :) Bj

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    1. Cintia, faz muito sentido o que vc diz, quanto às demandas dos filhos pequenos. Acho sim, com o passar do tempo, as coisas acalmem um pouco e eu consiga equilibrar mais os pratos no ar.

      Um grande beijo!

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  21. Dani, acredito que todo esse sentimento esteja incluído no pacote mãe, aquele que vem com " termo e regras de utilização" que agente nunca lê e clima " aceito" só pra seguir adiante. a maternidade nos muda bruscamente, e eu sinceramente não acredito que agente possa a voltar a trás, quando olho a pessoa que me tornei, sem querer, sem ser informada e consultada eu entendo que seja tarde demais pra voltar a trás. Não que eu queira!! Mas como você mesma disse, me sinto como você, vivendo no meu mundo, mundo que ninguém entende, porque todos os outros para mim são ets vivendo nesse meu mundo. E coitados, eles devem pensar o mesmo de mim, uma pessoa que não sai mais com as amigas, porque ou elas também estão atarefadas com seus babys, ou nem ligam mais pra mim porque sabem que eu vou pedir para me ligarem depois porque Laura provavelmente esta esguelando no meu colo. Então eu vou vivendo assim, esse mundo tambem parerelo, um mundo protetor, onde vive eu e Laura, onde eu passo 25 horas do dia pensando nela, por ela pra ela...eu acho que toda mãe, que ama de verdade, que amadureceu da forma que deveria se sente assim em algum momento de sua vida, talvez quando os filhos casarem e se forem e a casa não for mais a mesma, quando me sobrar tempo pra fazer tudo aquilo que eu deveria fazer eu sinta falta desse mundo meu e dela.
    Um beijo

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    1. Fabi, eu não sei quando, mas acho (veja bem, eu acho) que nunca mais vou ter a leveza de antes, o olhar perdido de antes, a cabeça vazia e mente despreocupada de antes....
      Não que seja ruim, pq eu amo ser mãe, mas queria, uns dias, ter mais tempo para mim, ter a mente mais vazia, o corpo mais leve...

      Beijos!!

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  22. Daniiii, esqueci de te dizer! Eu fiz a sua receita da torta salgada e foi um sucesso!! Uhuuul!! Acabou o trauma, tá tudo bem! Hahahahahahahahahahahaha
    Eu quero tomar esse café também!! Vamos ver se em outubro consigo ir a Sampa!! Adoraria encontrá-la!!
    Beijossss

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    1. Myriam, que fantástico!!!!!!!!! Que ótimo menina!!!!

      Que ótimo, ela é fácil-fácil, não é????

      Se vc vier a SP em outubro, nos encontraremos com certeza!

      Um grande beijo!

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  23. Dani só uma observação, permita-se ao erro , quando tive minha primeira filha (estou no segundo) pensava exatamente como você, os anos passaram e aprendi a duras penas que mãe é um ser errante iNGUalzinho aos outros seres na terra, fiquei chocada comigo, mas quando parei de me cobrar tanto e aceitar que erro tambem por amor, por amar demais, por querer proteger demais tudo ficou mais claro e mais leve (não leia menos dificil).
    Sorte e muita força no amor, no colinho, na paciencia sem esquecer de você... afinal eles crescem.

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    Respostas
    1. Patrícia, tenho certeza disso tudo o que vc falou, vc está certíssima. Acho que por ser mãe de primeira viagem, sou mais neurótica, não é? Talvez passe com o segundo ou passe com o tempo... Vou aprender a dosar essa cobrança toda em cima de mim mesma, tenho certeza.

      Beijos enormes, obrigada pelo conselho!

      Excluir
  24. Dani
    Como q vc consegue traduzir em palavras EXATAMENTE aquilo q nem eu sabia expressar?
    è tão bom ler posts assim.. as vezes me pego pensando sobre isso quando meu marido me diz que mudei, que não sou mais a mesma, que pareço triste e até mesmo meio amarga as vezes.. Eu eu concordo.. não sou mesmo! Não sei se mudei pra melhor ou para pior, só sei q mudei..e mudei muito e definitivamente! Tantas coisas agora passam pela minha cabeça, tantos sentimentos! Não sou mais responsável somente pela minha vida, minhas atitudes não resultam mais em consequência somente na minha vida.. a Nathy preencheu um lugar no meu coração e na minha vida que eu antes nem imaginava que estivesse vazio. Agora estou me adaptando a essa minha nova vida.. aprendendo a ME conhecer e a lidar com essa nova personalidade rss. se não ta fácil pra mim mesma, imagina pro maridão e familiares??? rss
    bjãoo

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    Respostas
    1. Pri, bem vinda ao clube, querida.... é assim mesmo....
      A gente vira outra depois que tem filhos, não é?

      Força na peruca para todo mundo: marido, filhos, sogra, parentes e para nós mesmas!!!! Principalmente!

      Beijos grandes!!!

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  25. Dani querida,

    se toda mãe vive num mundo paralelo eu não sei, mas eu vivo!!!
    já somos duas então ;)

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Sinta-se a vontade para viajar no comentário! =)
Ele será respondido por aqui mesmo, ok?

Beijas!!

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