11 junho 2013

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Castigo para crianças de 2 anos

45 comentários:

  1. Essa fase dos dois anos é assim, em um minuto temos um bebê lindo, fofo no outro, meu pequeno vira um pestinha! haha
    Aqui em casa também rola um choro "básico" na hora do banho, e na hora de dormir! Cristo o que tem de errado com isso?
    Eu aplico o cantinho do pensamento, não que eu ache que ele vai realmente refletir sobre o que fez, mas acho que serve como uma punição e ele associa com a coisa errada. Sei lá se estou certa... enfim...
    Mas quando ele tem essas crises de birras, eu saio de perto e depois que ele se acalma, converso e ponho de castigo.
    Beijos

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    1. Ju, eu concordo: o cantinho do pensamento serve para associar o fato de ir para o canto com algo que fez de errado - e, aos poucos, eles vão entendendo o porquê.

      Boa sorte para nós, chuchu, não é fácil...

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  2. Nossa, lendo esse texto, me coloquei na situação e realmente tem dias que eles estão mais irritados, noutros, nós estamos com menos paciência... e aí, tudo desanda ao menor descuido.
    Acho também que o amor, o diálogo, um abraço ajuda muito... as vezes esqueço disso, mas agora vou lembrar... vou lembrar desse texto e por em pratica! Nada é 100%, mas pode chegar perto1
    Bjão!

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    1. Exatamente! Eu acredito que, assim como nós temos dias mais calmos e dias mais estressantes, eles tbm têm as variações de humor, não é?
      Temos que tentar entendê-los antes de qualquer coisa.

      Mas não é fácil e não é sempre que conseguimos isso, fique tranquila. Somos humanas e imperfeitas! =)

      Beijos grandes!!!

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  3. Ai Dani,complicado!!!A minha esta com 18 meses, e sei que eventualmente vamos passar pela crise dos 2 anos! Outro dia estava pensando nisso de castigo (cantinho de pensar) e acho que ela ainda nao esta madura pra isso.Mas na idade da Laura, eu acho sim que ela entenderia. A Supernanny (acredito mto nos metodos dela, carinho e firmeza) fala que é 1 min pra cada ano da criança,ou seja, 2 minutos pra ela. Mais que isso perde o foco. E tem que falar no começo e no final porque ela esta indo. Mas antes precisa dar um aviso. No caso de birras na rua, eu acho que o melhor é ignorar mesmo...sem platéia não tem show né? Ai, boa sorte pra nós Mães eeheheheh

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    1. Ana, eu também acho super complicado.... não é sempre que funciona (nem o castigo, nem o carinho...) e não é sempre que conseguimos manter um tipo de ensinamento.

      Quando aplicamos o castigo em casa, obedecemos a esta regra de 1 minuto por ano de vida, pedir desculpas pelo que fez e tals....

      Birras na rua é rezar e pedir calma para não abandonar a criança aonde quer que ela esteja.

      Beijos grandes!!

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  4. Dani, minha flor, eu também acho que cada um educa de uma forma. Às vezes o que funciona comigo não funciona pra você e assim vai.

    Também sou a favor desse abraço de urso, hehe. Eu aprendi com a minha mãe. Aqui tem funcionado olhar nos olhos e falar séria na hora das birras. Mas quando o Pititico tá contrariado, nervoso com alguma coisa, aí o abraço é bem vindo. Porque eles não sabem se controlar né? Acho que é por isso que gritam tanto.

    Ouvi de uma psicóloga que dizer "cantinho do pensamento" é errado porque a criança pode achar que pensar é ruim.

    Mas é isso aí, intuição de mãe funciona sim. E agente vai aprendendo com eles.

    Beijo!

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    1. Deia, intuição de mãe funciona sempre!!! Pode não ser a atitude mais certa no momento (ou mais educativa, repreensiva), mas que funciona, funciona....

      Boa sorte para todas nós, que só queremos fazer o melhor para nossos filhotes!

      Beijos!!

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  5. Ahhh Dani, é aquela coisa "filho não é receita de bolo!". Eu sou como vc, acredito que cada um tem aquilo que melhor se adapta a vida da familia.

    Eu tenho genio forte, falo naturalmente alto e fui criada na base do olhar, até hoje dependendo de como minha mãe me olha eu sei que a coisa ta errada kkk
    Mesmo sem querer eu acabei trazendo isso comigo e sou assim com quem me cerca, inclusive meu filho.

    O pai é diferente, é um homem extremamente paciente, cuidadoso, fala manso e assim como você resolve as coisas no abraço, no carinho e sim, resolve, porém com ele o Pok abusa bem mais doque comigo.

    Eu nunca bati, nunca coloquei de castigo, mas quando a coisa foge do controle eu junto ele pra perto e rola um "olho no olho", aquele bem de pertinho e eu repito pausadamente que aquilo não é bom!

    A frase "não é bom" é algo que ele entende perfeitamente, comecei a usa-la justamente porque aprendi que precisamos ser diretos e conversar numa linguagem que eles entendem, de nada adianta passar um sermão gigante nessa idade.

    Certas horas eu também deixo chorar, berrar e espernear, ali parada e quando ele se acalma eu digo "pronto, podemos conversar?!" e ai lhe dou um abraço e conversamos. Falar ou berrar enquanto eles berram não ajuda em nada, aliás, ajuda sim, ajuda a tornar o ambiente dez vezes pior.

    Pok tem uma vantagem, nas crises dele é raro ele se jogar no chão, e na rua tb não rola escandalo porque ele tem vergonha, se tem gente olhando ele pára na hora e manda beijo! kkk safado!

    Beijocas

    PS: Eu não curto essa coisa de cantinho do pensamento, aqui em casa eu até tentei mas nunca deu certo, nos ver calados e triste faz o Pok pensar muito melhor nas ações dele.

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    1. Ingrid, aqui em casa é o contrário!! hahahaha o pai é bem mais severo e eu mais molenga, paciente, cheia de amor para dar. Não que o pai não tenha, imagina, mas o limite dele é bem mais curto do que o meu.

      Eu tbm fui educada com base nos olhares feios e firmes, faço isso com a Laura sempre! Olho muito feio, fico séria, calada (e como sou super babona, melosa, cheia de dengos, a Laura estranha muito), ela já pára, me olha e começa a chorar (triste, pq ela fez algo errado).

      É difícil educar, não, chuchu????? Cada filho tem que ser educado de uma maneira, mas a gente segue a vida e fez o que acha certo, o que é melhor (o que acha melhor).

      Beijos enormes!!

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  6. Dani,
    Manu ainda é muito pequena pra eu adotar práticas mais sérias que um "não" ou tirá-la de onde está.
    Não digo que não deixarei de castigo, mas antes tentarei outras coisas.
    Só esperando para ver o que ela fará, onde, como e como eu estarei no dia pra fazer. Acho que há uma série de fatores pra escolhermos qual a melhor forma de lidar. Sem dúvida, amor, carinho e intuição feminina são coisas infalíveis!

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    1. Pati, a Manu é realmente mto pequenininha, não precisa se preocupar com isso agora, apesar de ser sempre bom ler e reler sobre o assunto...
      Quando for a hora, tente de tudo, faça o que vc puder e tente escolher a forma de educar da maneira que te deixar mais confortável. Vc verá que não é tão difícil assim, especialmente quando mentalizamos que é para o bem delas.

      Beijos grandes, querida!!!

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  7. Dani mandei email pra vc. Olha lá no terra. Beijo

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    1. Fabi, só tenho a agradecer...
      Vou te responder assim que tiver o documento para enviar...

      se tivesse como fazer coraçõezinhos, faria agora!! =)

      Beijos!!!

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  8. Esse é o tipo de post de blog materno que não me sinto apta a comentar, simplesmente porque não tenho filhos. Posso dizer uma coisa aqui, e depois o cuspe cair na minha testa (como sempre acontece com as mães, é ou não é?). Mas vc escreveu de uma forma tão bonita, tão sensível, que eu senti mta vontade de falar minha opinião, também...
    ... que é exatamente igual à sua. Não tenho filhos, mas sou filha. E eu me lembro bem, não da idade da Laura, óbvio, mas mais velha, em como eu me sentia ao ser colocada de castigo e em como me sentia quando meus pais iam pelo caminho do diálogo e do carinho, na hora de educar. Porque acredito mto, mto nisso, em EDUCAÇÃO acima da punição. Principalmente com uma criança TÃO pequena que não tem noção de certo e errado ainda, e nem de causa e consequência. Punir um comportamento que, mtas vezes, nada mais é do que uma imaturidade da criança, acho ilógico. Friamente, racionalmente falando, claro. Como disse, não tenho experiência prática.

    Mas lembrei agora de uma situação que presenciei. Na viagem aqui pro mato (forma como "carinhosamente" chamo o meu local de trabalho no campo), vim de ônibus, e em uma parada presenciei uma criança, menininha, acho que da idade da Laura ou menor, chorando, fazendo uma birra homérica no ônibus. Eu estava entrando e a mãe, a avó e ela estavam sentadas no primeiro banco. A mãe batia nos braços da menina pra ela parar de chorar (o que, pra mim, não tem a menor lógica, porque apanhar dói e a gente chora MAIS, né??). Não sei o que me deu, pq nunca havia feito isso (instinto materno aflorado, será?), mas eu me abaixei e comecei a conversar com a menininha, acarinhando a barriguinha dela, o rostinho, e a mãe parou de bater, surpresa com a minha atitude, deu um sorrisinho amarelo, soltou um "ela é birrenta", mas eu me concentrei na menininha: sei lá, na hora eu senti que ela precisava de consolo, sabe? ela precisava de carinho. Sei que depois acho que a mãe ficou sem-graça e começou a distrair a menina, em vez de bater (ela devia estar com fome, cansada, aborrecida, enfim, ela estava viajando, né? Crianças não lidam bem com ter que ficar sentada por mto tempo) e a criança PAROU de chorar. Pronto. Passou a birra, assim como veio. E, sei lá, é nisso que acredito. Assim como você.

    Beijos.

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    1. Pois é, Lore, seria ótimo se tivéssemos esse discernimento todas as vezes que brigamos com nossos filhos, né?
      É difícil pra caramba.... não deixa de ser um exercício diário, de paciência, compreensão, empatia...

      Quando vc tiver seu baby, saberá como seguir, tenho certeza (e nem sempre fazemos do mesmo jeito).

      Beijos grandes!!

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  9. Dani, aqui em casa eu tentei um cantinho do "castigo". Depois de vezes, a minha flha pegava a cadeirinha e dizia: " Eu quero ir lá para o castigo..." e chorava se eu não deixava. Desisti da ideia, é claro!
    Gostei muito da forma como vc colocou as suas ideias, não há milagre, nem receita pronta mesmo. Vamos acertando e errando, não tem jeito. Infelizmente (ou felizmente) descobri um uso útil da pavorosa chupeta: como fonte de castigo em ocasiões que necessitem de um "corretivo". Tem dado certo. E podem me mandar para a fogueira, não tô nem aí...rs
    Bj

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    1. Josi, aqui em casa tbm tem sido assim, a Laura qdo fica chateada conosco, vai para o cantinho do castigo que o pai pôs! Como assim?!?!?! Não era para ser ruim?!?!?! mas ela vai lá e ainda fala "tô muito BAVA com vc!". Daí é que não adianta mesmo, né?????

      Cada uma faz do jeito que melhor convém, não tem certo e errado. E tbm acredito que não dá para lidarmos do mesmo jeito todas as vezes...

      Boa sorte para nós!

      Beijos!!

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  10. A fase é de birras mesmo! Não tem jeito. Eu até cheguei a tentar o cantinho e vi que não valia à pena, simplesmente porque eles não estão prontos para pensar no que fizeram nessa idade. O melhor é tentar acalmá-los e tirá-los da crise. Mas, nem sempre é fácil. E nem sempre estamos tão clamas pra agir da forma correta! Beijos, beijos!!

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    1. Myriam, nem sempre é fácil??? É sempre muito difícil!!!
      =D

      Oremos para que tenhamos discernimento para lidar com essas birras do melhor jeito, não é??

      Beijos grandes!

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  11. Dani, mais uma vez super concordo com voce e não tiro uma vírgula do seu texto. Mateus tem 2 anos e 2 meses. Comportamento exatamente igual da Laura. É um menino carinhoso, expressa isso o tempo todo com beijo e abraços, mas em situações como a que voce citou, se transforma. Faço exatamente como voce. Abaixo, abraço, digo pra ele que entendo que ele está zangado, digo que vai passar e que estou ali pra ajuda-lo. Aos poucos ele vai se acalmando. E quando tudo passa, ele mais calmo me abraça e diz olhando bem nos meus olhos "mamãe, teteu lindo seu". Teteu é ele, e ele diz que é meu lindo. Já chorei em cenas assim, agradecida por ter escutado meu instinto materno em vez de brigar, falar alto, etc. Como voce disse, não funciona 100%, como nada na maternagem é sempre perfeito. O cantinho do pensamento funciona super bem, depois, mais velho. Meu filho mais velho era levado a pensar, sempre ao tira-lo do cantinho eu conversava, mostrando o que tinha gerado aquela 'punição' e ouvindo dele o que ele achava daquilo. Até que aquela determinada atitude que tinha gerado o castigo, já não se repetia mais. Hoje ele tem 14 anos, é bastante obediente (dentro da normalidade pra idade que tem) e sempre é levado por nós a refletir sobre seus erros, tirando ele mesmo a conclusão de onde errou, como não fazer de novo, etc.
    Voce tocou no ponto mais importante pra mim: ouvir o nosso coração.
    Beijos ! Te adoro !

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    1. oi chuchu! Já tinha até pensado "cadê a Lu?" =D

      teteu lindo seu é de morrer, não é não?!?!?! ahhhh aguenta coração, não dá nem para brigar depois.

      não dá para fazermos sempre o melhor, tenho certeza de que tentamos sempre, sem dúvida, porém... se conseguimos, são outros quinhentos.

      Beijos grandes, chuchu!!

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  12. Ai ai..eu vou esperar chegar nessa fase pra poder dar meus pitacos..pq minha pequena so tem 2 meses e eu já queimei a língua em MUITAS teorias q tinha antes de ter filho rsss. A pratica eh senhora de todas as respostas neh rss . Sou bem nervosa, e como professora, tenho horror a birras, mas por conta disso tbm sei q eh possível educar sem bater, uma vez q controlo 28 pequenos em sala somente na conversa (e as vezes no cantinho do pensamento) rsss..espero somente ter paciência com a Nathy e saber educa-la com carinho e amor... bjokass

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    1. Pri, fique tranquila, pois realmente vai demorar muuuuuuuito para a deliciosa da Nathy entrar nesta fase...
      Confesso que nem sempre consigo fazer o melhor, dar o meu lado mais paciente e oferecer a outa face à Laura, sabe como? Mas o ideal, para mim, é ficar mais calma do que ela, pq senão... eu considero que a adulta sou eu, então eu que arque com as consequências de ter escolhido se mãe - e não somente, ter tido uma filha. Mas cada um educa da forma acha que mais eficiente, e tenho certeza de que a maioria das mães educam com vontade de criarem seres humanos bons e felizes.
      =)

      Beijos, queridona!

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  13. Dani concordo com vc!
    Não existe receita mágica, e também acho que com apenas dois aninhos o cantinho talvez não seja a melhor saída. Procuro seguir meu instinto materno assim como vc. Mas, o Felipe agora com cinco anos e meio entende muita coisa e de vez em quando eu uso o cantinho da disciplina sim. Mas, sabe eu percebo uma diferença enorme no comportamento dele quando eu estou com mais ou com menos paciência. Parece que ele tem um catalizador, quanto mais amor e calma, mais ele responde bem. Duro é sempre por em prática, né!!? bjão

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    1. Áh, Francine, se existisse uma fórmula ideal de comportamento materno... seria tão bom!!
      Eu acho que com 5 anos e meio a criança entende BEEEMMM melhor do que com 2 e meio, não é? Eu não tenho uma para comparar, mas acho que sim, imagino que ele consiga entender muito mais, refletir mesmo sobre o erro cometido. Aí sim, acho super válido o castigo, o canto do pensamento, enfim...

      Sem dúvida, tenho certeza absoluta de que o meu comportamento interfere diretamente no da Laura. Não tenho dúvida disso!! Qdo eu estou nervosa, ela fica mais irritada, mais chorona, mais sensível... quando estou mais calma, ela reage muito melhor a tudo.

      Oremos para conseguirmos refletir (nós) antes de tomar qlq atitude com nossos filhos!

      Beijos grandes!

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  14. Concordo totalmente que cada mãe tem seu modo de educar e o que funciona para uma, pode não funcionar com a outra. E isto também vale para os filhos. Tenho duas e o que funciona com uma, não funciona com a outra. Sophia, mesmo pequenininha, nunca gostou de abraços de urso. Quando ela está no alto dos seus pitis, a única coisa que a acalma é o distanciamento. Então eu sempre falei pra ela: filha, mamãe vai ficar ali na cozinha, você se acalme e quando se acalmar nós conversamos. E assim vamos até hoje (e ela já está com 5 anos e meio). Ela precisa de tempo para se acalmar, mas não gosto de eufemismos e nunca chamei este tempo por cantinho do pensamento ou algo assim. E quando o comportamento era ruim eu o chamava claramente de castigo.
    Já a Helena tem outro temperamento, ela não dá pitis, bate na madeira 3 vezes para que isso não mude!, mas quando tem seus ataques de fúria, de jogar tudo no chão e algo assim, eu já lhe digo, Helena quer ficar de castigo? E ela já logo diz, não mamãe! (ela conhece o processo por causa da Sophia), daí eu pergunto: quer pedir desculpas? Daí ela já vem toda dengosa, me dá beijo e abraço, pede "dicupa" e começa a arrumar a bagunça que fez. Só que isso nunca consegui com a Sophia. Aliás, até hoje, quando ela tem algum ataque, ela precisa do seu espaço.
    Crianças são mesmo diferentes...

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    1. Karen, não tenho dúvidas de que se eu tive 5 filhos, terei que educá-los TODOS de forma diferente... cada um exige uma atenção a determinado ponto, exige maior discernimento da mãe em relação a uma peculiaridade, a um jeito muito pessoal de ser...

      E eu acho que o mais legal de ter alguns filhos (2 ou mais) é justamente a pegada de ter crianças diferentes e que exigem educação diferente dos pais. Deve ser muito bacana!!!!

      Um grande beijo para vcs!!!

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  15. Daniiii...to super sumida, Nic e eu pegamos uma virose daquelas...masss semana que vem podíamos mto almocar...olha so, na verdade todos os filhos dessa idade devem ser bipolar...pq aqui ta igualzinho. pra ajudar Nic ta numa fase, qdo fica bravo ou irritado me bate, me morde, juroo tem horas que tenho vontade de jogar le pela janela(caso nardoni)...hahahhahhahhaa...nao ta facil, pra ajudar, eu e o pai, nao entramos nunca em um acordo sobre como seguir sabe, tipo, cada um pensa de um jeito e obvio Nic ja sacou a parada e ja viu...

    vamos semana q vem??? mto assuntos pra falar...bjussss

    dani (da bike)...hahhha

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    1. Vamos sim, Dani!! Semana que vem!
      Super entendo o sumiço do resfriado... é péssimo...

      Beijos grandes!!

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  16. Olha, meu filho não grita então não posso ajudar! Kkkkk mentira!!! Meu filho grita, muitooooo quando tá nervoso...já tentei acalmar com abraço, mas aqui minha amiga, não funcionou...infelizmente...já tentei brigar e por de castigo, mas dle fica pior ainda e grita mais...o que tem funcionado aqui é: ignorar! Eu ignoro, deixo ele dando escandalo e faço minha melhor cara blasé! Ele vê que não tem público, tenta mais uns minutos e depois para...enfim, dizem que aos 3 anos melhora e vc está mais perto do que eu hehehe Aos 3 eles sabem lidar melhor com as frustações e não agem assim, segundo alguns livros. Espero que seja verdade...
    Grande beijooo!

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    1. Thatá, eu quase enfartei quando li a primeira linha do seu comentário, daí, na sequência, quase morri de rir da sua pegadinha... comassim, tem alguma criança que não berra, não faz birra, não fica chateada????

      ufa, era brincadeira. ufa...
      =)

      Sabe que ignorar tbm é uma das minhas táticas??? É muito bom ignorar!!!! Repare que no primeiro minuto da "ignoração", a criança grita mais, se joga mais no chão, piora muito o comportamento e depois de uns 2 ou 3 minutos, a mesma criança possuída vai ficando mais frustrada e chateada e chora de verdade, toda quietinha no canto... não é? Depois para.
      =)

      Beijos!!

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  17. Oi Dani!!!
    Muito bom esse tema. Sabe, eu ja adotei o "cantinho do pensamento" com o Lucas porque tem vezes que a gente quase enlouquece, mas concordo com vc que o carinho, o abraço e a conversa amiga, indiscutivelmente, dão resultados mais satiafatóris para todos. Sempre que eu tive paciência, disposiçao e tempo, funcionou muito mais e melhor que o tal do castigo.
    Eu concordo que o castigo não educa, mas o diálogo sim. Sem contar que ouvir a criança no momento de fúria é reafirmar o quanto a amamos e a respeitamos.

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    1. Ju, o Lucas é mais velho, ele já entende alguma parte do castigo, não é? Crianças de 2 anos não entendem é nada.... a Laura elegeu o cantinho do castigo (que o pai põe) como o cantinho dela, então, quando ela está brava ou chateada, vai pra lá... de que adianta??? hahahahaha

      Beijos grandes, querida!

      (Lucas melhorou de vez??)

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  18. Oi Dani!!!
    Muito bom esse tema. Sabe, eu ja adotei o "cantinho do pensamento" com o Lucas porque tem vezes que a gente quase enlouquece, mas concordo com vc que o carinho, o abraço e a conversa amiga, indiscutivelmente, dão resultados mais satiafatóris para todos. Sempre que eu tive paciência, disposiçao e tempo, funcionou muito mais e melhor que o tal do castigo.
    Eu concordo que o castigo não educa, mas o diálogo sim. Sem contar que ouvir a criança no momento de fúria é reafirmar o quanto a amamos e a respeitamos.

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  19. Oi amiga,
    Difícil esse assunto, hein!?! Legal é conhecer a experiência e conduta de cada mãe. Também concordo que não funciona colocar de castigo ou dizer que é para ficar num cantinho para pensar. Acredito que tirar da situação ajuda! Ajuda muito! Sempre fiz isso com meus alunos e agora com meus filhos também. Sabe quando o ambiente está complicado, a criança briga, grita, está só querendo arrumar encrenca, pois é... tirar do lugar, sugerir para fazer outra coisa, brincar de outra coisa, em outro lugar, ajuda MUITO!
    Acho que é isso! Depende muito da situação e da idade! Minha conduta é muito diferente com cada um dos meus filhos. Felipe por exemplo já entende tudo! Então, não deixo passar... exigo algumas coisas dele que Thomas ainda não tem condições...
    Beijos querida.

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    1. Amiga, tirar da situação ajuda sempre. Sempre, sempre, sempre.
      Concordo contigo, seja com os pais que optam pelo castigo, ou pelos que optam pela conversa, beijos, acalmar, enfim, tirar da situação sempre ajuda, fato!

      Beijos!

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  20. Dani, você beeem sabe que eu não posso falar com conhecimento de causa né? No olho dos olhos, é sempre refresco. rsrs Mas talvez eu possa te ajudar com um pouquinho de teoria. Você está certíssima em suas observações. A criança pequena assim ainda não tem noção de muita coisa, por exemplo, de porque está se comportando daquela forma. Então as consequências do comportamento dela vão modelar a forma dela se comportar. Se ela está frustrada de ter que parar de brincar, mas nào sabe disso, ela só vai mesmo demonstrar a insatisfação. Não dizendo: "mamãe, eu gosto muito de brincar, e estou um tanto quanto frustrada por não poder fazer isso eternamente", mas gritando, esperneando. rsrs E se, enquanto ela faz isso, ela ganha um abração delicioso, vai ficar inscrito no seu organismo - digamos assim, porque ela não tem consciência disso (que fique bem claro!) - que chorar e espernear é uma boa forma de conseguir carinho e atenção, que é outra coisa que criança precisa o tem-po to-do! Daí, fazendo o bem, acaba-se fazendo o mal, porque ela pode chorar e espernear de novo, porque isso tem sido "bom pra conseguir carinho"entende? Sem nem saber disso. Da mesma forma que ela associa o castigo com algo errado.
    Posso sugerir uma mistura do que vc já vem fazendo? Avisa o que vai acontecer (banho em dois minutos), dá um tempinho pra ela se acostumar com a idéia. Se mesmo assim ela embirrar, ignora na hora, só protegendo pra ela não se machucar, deixa o pior passar, e quando ela se acalmar, faz todo o carinho do mundo, como só vc sabe fazer, conversa, explica... Assim, vai ficar inscrito no corpo dela que quando não está chorando, ganha muito carinho. :D
    Depois conta.

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    1. Nana, eu não tinha pensado nisso! hahahahaha que eu dando carinho e amor logo após a birra, ela associaria a um "presentinho" pela birra.
      E tanto é que a Laura falou ontem "mamãe, tô fazendo manha. Beijo". hahahahahahaha certíssima.

      Eu já aviso com antecedência, sim, do que acontecerá, que é para não ter erro. Aviso que este é o último desenho ou que quando acabar o Mickey, vamos para o banho. E daí, não tem choro nem vela, mesmo! Vamo que vamo, pode chorar, espernear, te pego pelo braço e vc vai carregada. Não tô nem aí.

      Quando vejo que ela se descontrolou pq está fora dos "padrões", ou seja, está com sono e fazendo birra na casa dos outros (culpa nossa, não deveríamos sair e ficar até tarde com ela em outros lugares, talvez), ou quando estamos na casa da minha mãe e ela começa a berrar que quer ir pra casa (mas estamos almoçando no domingo, por ex), então, eu tento acalmá-la e mostrar que eu sei que ela está cansada de ficar na casa da vovó (a a semana inteira) e que assim que acabarmos de almoçar, vamos para a casa dela, para que ela curta seu cantinho tbm.

      Sabe?

      Excelente conselho, though.

      Beijos!!!

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  21. OI Dani...Carol, mae do Vicente e do Gu...

    Dani, eu aplico o cantinho no castigo no Vi... desde antes de dois anos....na primeira semana foi todo dia pro castigo.... agora, raramente vai, ajudou mto no quesito bater na mae e pai e jogar as coisas no chao no momento da raiva, e ele entende bem o poruqe precisou pensar e acredito mesmo que ele pense... outra coisa que ajudou foram desenhos que coloquei no armario dele, com fotos de crian;a batendo, gritando, emprestando o brinquedo, comendo tudo... sempre que faz algo certo ou errado vou la no desenho e mostro e dou bronca ou elogio..... mas o que mais deu certo mesmo foi uma coisa que aprendi com a escolinha....SEMPRE, DIARIAMENTE... falo tudo o que vamos fazer e repito varias vezes....tipo... estamos voltando da escola no carro ja vou falando....vamos chegar, lavar a mao tomar leite e ver filminho, de tanto falar, ele ja repete e faz a sequencia sozinho... de noite enquanto brincamos ja falo que depois vamos tomar banho, e dormir, falo que vamos, nao [e uma opcao.....isso deu mto certo digo que as birras diminuiram em 80%... tenta...
    bjss

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  22. Carol mae do vi...de novo...

    outra coisa que falo muito pra ele: se vc nao trocar a fralda (por exemplo) vou ter que fazer isso a for'ca, vc quer na for'ca ou sozinho? SEMPRE ele escolhe sozinho...entao da certo!!

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  23. quantoo tempo Dani! to lendo as coisas por aqui aos pouquinhos hahaha Esse assunto é bem interessante, confesso que em casa ja rolou cantinho, não digo de pensamento sabe... Lavinia no geral é super boazinha, mas quando se descontrola senta no banquinho sim até parar de fazer escandalo. E como vc falou cada um com seu jeitinho né, lá em casa só assim pra pequena se acalmar ;)

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  24. para mim cantinhio do pensamento antes dos 6, 7 anos de idade nçao funcionao para nada a nçao ser para causar revolta neles, pois eles não sabem pensar sozinhos, e pior esses castigos hoje estçao tendo até no ballet

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  25. Eu tenho um filho nervoso como a laura e muito birrento tem dias q eu do ate umas paumadinhas mas moro com minha mae e ela sempre o defende e tira minha autoridade o que piora o comportamento dele, meu marido nao e o pai dele mas tenta me ajudar na criação dele so que ele briga mesmo e eu nao sei se isso ajuda ou piora

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Sinta-se a vontade para viajar no comentário! =)
Ele será respondido por aqui mesmo, ok?

Beijas!!

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