28 janeiro 2013

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Sobre como eu me via antes e como tudo mudou

45 comentários:

  1. Que lindo Dani, uma forma de evoluir é se auto-avaliar e perceber que as vezes nós mesmas nos julgamos e condenamos, tmb faço parte do "seu grupo" que não conseguiu amamentar mais do que 4 meses e fez cesária eletiva...bjsss

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    1. Camilla, eu tbm acho! Eu só evoluo quando reflito muito e me avalio.
      Hj em dia, com a ligação que tenho com a minha filha, vejo que ter feito cesárea eletiva e não ter amamentado não fez a menor diferença em nada.... somos unha e carne, apaixonadas uma pela outra.... uma loucura!!!
      =)

      Beijos!

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  2. Dani,
    Acho que muitas mães convivem com esse sentimento por toda a vida. Que bom que você percebeu tão cedo que o que importa é ser a melhor mãe que você consegue ser. Eu sofro da sindrome inversa, me acho um espetáculo em todos os sentidos, morro de orgulho da pessoa que eu me tornei quando o Erik nasceu. Não é que eu seja melhor do que ninguém, do mesmo jeito que não comparo o meu filho não me comparo à niguém também, mas é como EU me sinto.
    Um beijo

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    1. Nívea, olha que loucura (não disse que a maternidade consegue ser muito louca???): eu tbm me acho uma mãe excelente!!! Eu me sentia excluída antigamente (e naquela época, não achava que seria uma boa mãe), mas agora, me acho A MÁXIMA! =)
      A gente muda, não?!
      E eu acho muito melhor me achar uma excelente mãe do que uma mãe mais ou menos.... que continuemos sempre nos achando ótimas! =)

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  3. que lindo, parabéns!!
    http://principecaioandre.blogspot.com.br/

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  4. Dani hoje só posso dizer: obrigada!
    Ontem demorei pra dormir pensando em tanta coisa, meus meninos estão numa fase eu diria, enlouquecedora! Me sinto tão esgotada, cansada, sem paciência, culpada! Diferente de tantas nesse mundo bloguístico que até pensei em parar de escrever. Muitas vezes me sinto totalmente fora da rodinha! E te confesso que ler alguns blogs me faz sentir mais deprê ainda porque não sou e acho que nunca serei metade do que algumas mães são por aí. rsrs...
    Obrigada mesmo pelas palavras, acho que devo encarar dessa forma, encarar que talvez eu é que estou me cobrando demais e que as pessoas não são iguais.

    Beijos

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    1. Pâmella, eu me senti MUITO assim, mas muito mesmo!
      Tem blos maternos por aí em que a mãe não é humana, é a supermãe, toda perfeita e trabalhada no "deixei a minha vida pelos meus filhos", mas, quer saber?? Eu não sou assim, nem quero ser! E assumir que a minha vida é muito melhor com a Laura, mas que a Laura faz parte dela, que ela não é TUDO, foi mto importante para mim. Claro que eu preciso que ela esteja bem e feliz para eu estar bem e feliz tbm, é óbvio, mas eu tenho a minha carreira, os meus planos, gosto de estar com o meu marido, quero dormir uma noite inteira sem criança do lado, quero ser eu, acima de tudo. Até para ser uma mãe melhor e inteira para cuidar dela.
      Não se sinta mal, não. E nunca pare de escrever, pq o nosso cantinho virtual é como nossa casa: se a gente deixa um dia, dois dias, três dias... aí a inspiração vai embora e demoramos a cuidar dele.
      Não descuide dele, nem de vc. A sua vida é muito melhor com os seus príncipes, vc é abençoada por tê-los contigo e eles são tudo de melhor que aconteceu para vc, eu tenho certeza, mas vc não é igual a ninguém mais. Vc é vc. E vc é a melhor mãe que eles podem ter!

      Beijos, querida, fico feliz que tenha te ajudado em algo com o meu post de hoje!

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  5. oie...cai por aqui por acaso e adorei, me sinto meio deslocada também. Tmb amamentei pouco, fiz cesarea por opção e trabalho fora... adorei seu blog. Voltarei sempre, deixo o convite para conhecer o meu www.mamybrasil.blogspot.com.br

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    1. Pq a gente se cobra tanto, né????

      Somos óteeeemas!!! =)

      Beijos, querida, vou conhecer teu espaço, sim!

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  6. Oi Dani, sou sua leitora há algum tempo, mas comentei poucas vezes..Eu me identifico muito com você, e principalmente com este post. Também fiz cesárea, fiquei grávida no começo do casamento (quando a maioria das minhas amigas eram solteiras ou planejando se casar) e tb trabalho fora e só vejo minha filha de noite..Também fui uma mãe imatura no começo, tb tive muitas frustações que só consegui superar hoje que minha filha tem 2 anos e meio..Estava pensando nisso outro dia, como eu amadureci em dois anos, como sou uma pessoa totalmente diferente!

    Muito bom saber que não estamos sós! :-)

    Beijos! Aline

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    1. Aline, comente sempre, menina!!!
      =)

      Estamos no mesmo barco! Qdo eu passei o primeiro natal em casa, Laura tinha 4 dias (no dia 24 de dezembro de 2010) e eu só pensava "meu deus, o que fiz da minha vida???? meus amigos estão todos brindando, sorrindo, viajando juntos e eu aqui, sem dormir, com um bebê de 4 dias... aonde fui me meter????".

      Hoje em dia, nada no mundo é mais importante do que passar meus momentos com a minha filha... e não dá para a gente se cobrar para sempre. Uma hora aprende, uma hora a gente se entende e ponto.

      E hoje eu acho que sou DI-VI-NA! hahahaha

      Beijos, querida, comente mais! =)

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  7. lindo e verdadeiro seu post...
    a gente tem mania née? de se auto-sabotar!
    A gente é a melhor mãe que a gente podee né não?
    Parabéns por ser a mãe que vc é..adoro seus posts e neles dá pra perceber o quanto vc ama sua pequena, e o quanto se importa com o melhor pra ela...
    bjãao
    perolasdealanis.blogspot.com

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    1. e não é, Camila???
      obrigada pelos elogios, fiquei super feliz!!! (e fico mais feliz ainda pq sei que vc sempre vem por aqui, sempre deixa um recado, uma mensagem, um comentário, obrigada por sempre voltar!!).

      Beijos grandes!

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  8. Ai, Dani, olha só como as coisas são...
    Eu não agendei cesárea, amamentei o Rapha e amamento o Nicolas, praticamente deixei de trabalhar depois que virei mãe e adivinha? Também me sinto assim! Olho outras mães e volta e meia acho que elas são melhores, têm mais paciência, são mais seguras...
    Na verdade, minha vida está dando uma reviravolta e tanto nesses últimos dias. Até sumi do Facebook, deixei de postar... Estou reavaliando uma série de coisas e honestamente ainda não sei o que vou fazer, mas vou voltar a trabalhar (não me pergunte com o quê) justamente para poder ser uma mãe - e principalmente uma pessoa - melhor.
    Crise define. =(
    Beijo

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    1. Querida, deixei uma msg no seu face, bora conversar!
      Vamo tudo chorar juntim! =)
      Beijos!

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  9. Ehhhh
    Amei Dani! Amei!
    Você sabe eu também sou do seu time, aquelas que pouco amamentaram (no meu caso isso nunca aconteceu, das que tiveram seu filhos por cesária e que trabalham fora.)
    Posso dizer que sofri muito, muito mesmo quando voltei a trabalhar, e por "terceirizar" meu filho. Só parei com essa tortura quando vi que quem se dedica full time ao filho tem outra saída eu não. Elas tem um marido, herança sei lá que lhe possibilitam parar de trabalhar um pouco, tem ou não uma carreira que lhe da essa oportunidade. E principalmente querem isso. Lógico que eu amo ficar com meu filho,mas não abriria mão de ter minha vida, conversar sobre outras coisas.

    Pronto acabou meu sofrimento! Eu me acho uma mãe foda! Todas nos somos!
    Eu paro, avalio, mudo, aprendo todo dia com meu filho e isso é um máximo. Hoje eu tenho toda a certeza do mundo que sou a melhor mãe do mundo para meu filho.

    E sabendo bem disso olha a promessa de ano novo que eu fiz. Sair mais, sair mais sozinha esse ano, beber com as amigas, namorar ... Porque eu sei que eu mereço e não deixo de ser uma boa mãe por isso!

    Beijos!

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    1. êêêê!!
      Clap, clap, clap!
      É isso aí, Ju! (na minha concepção)
      A partir do momento em que a gente se ama em primeiro lugar, tudo se encaixa, eu aposto!
      Beijos, querida!

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  10. Vc é muito feliz sim, principalmente por haver percebido a tempo.
    Super beijinho em vc's!!

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  11. Ô, Dani...que paradoxo ser mãe, não? Assim como você, eu me cobrei demaaaais, principalmente quando comecei a ler outros blogs em que parecia que todas as mães eram muito melhores do que eu. Com o tempo (e só com ele isso é possível) eu fui entendendo essa historia de ser a melhor mãe possível. Foi tão libertador!!! Tentei muitas vezes ser alguém que eu não queria ser em nome de ser melhor mãe, mas, quem disse que eu estava feliz??? A maternidade é transformadora sim, mas, a nossa essência não muda! E mesmo que leve um longo tempo, em algum momento vamos sentir aquele "click" e a gente vai acordar e sentir uma necessidade enoooorme de ser como somos de verdade, mesmo que diferente do que os outros esperam de você...claro que ainda vivo conflitos mas hoje eu me torturo bem menos e acho que aos poucos os tais pratos estarão melhor equilibrados! Vamos seguir assim? Beijos!!

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    1. É Mirian, é paradoxo o tempo todo!!!! A gente se cobra, se acha um lixo de vez em qdo, mas no fundo, sabemos q somos as melhores mães que pode os ser -e os nossos filhos amam!!! Administrar conflitos internos é parte da nossa rotina, normal. Vc stá certíssima!!! Não se torture mais. Beijos grandes!!!

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  12. Dani, você mais uma vez conseguiu dizer tudo!
    Eu me sinto assim TODOS os dias. Meu marido me diz que sou muito exigente comigo, mas nunca me convenço disto e fico pensando como você.
    Sabe mãe de fases? As vezes me acho louca, as vezes o máximo e as vezes, o mosquito do cocô do cavalo do bandido... affff.
    Beijos lindona!! Vou compartilhar na rede com as amigas não blogueiras também, pois este é um tema pra lá de recorrente nas rodas de mamães por aqui,

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    1. Obrigada, querida, obrigada!!!! Obrigada por compartilhar o texto, me senti a máxima! Hehehehehehehehe
      Ser mãe de fases faz parte, tenho certeza, o importante é sabermos administrar as tais fases, não é??
      Beijos grandes, chuchu!!

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  13. Dani, vc arrasou neste texto! Eu entro no grupo das mães que " vou trabalhar, deixo minha filha na creche enquanto isso, mas sou feliz e ela também!", pois damos o melhor do nosso tempo uma para a outra quando estamos juntas, tenho certeza disso. O importante é a qualidade, não a quantidade. Sempre. E vamos vivendo...
    Bj

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    1. José, é por aí, mulher!!!! Eu gostaria de ter essa certeza o tempo todo, mas.... Não é sempre. De qlq forma, hj vivo mto melhor com a nossa rotina e nossas possibilidades do que um ano atrás.
      Beijos grandes!!! E obrigada por partilhar a tua opinião!

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  14. Amiga amei seu texto! É isso mesmo! Nem sabe como suscitou inúmeros pensamentos. Sabe quando vai ao encontro, no dia certo. Pois é.... ontem seu texto caiu como uma luva. Serviu direitinho! Pensei tanto, tanto sobre o meu jeito de ser.
    Como a gente se preocupa, quer o melhor para os filhos. Isso chega a sufocar e acabamos tendo uma cobrança tão, tão grande. Também tenho as minhas falhas, mas tento fazer o melhor, o que está ao meu alcance.
    Difícil amiga! Muito difícil ser perfeita! A melhor! Tudo tem haver com a nossa história de vida, tem haver com nosso jeito de ser e ideais. Ninguém é melhor que ninguém, as experiências, relatos e posts que lemos servem para abrir nossos olhos, para enxergarmos um pouco diferente a maternidade, para revermos alguns conceitos e posturas diante do ato de ser mãe, mulher, esposa.
    Tudo muito válido! E é isso mesmo, por mais que a atitude não seja a melhor no momento, há um porque, um desejar algo. Acredito que tudo tem seu tempo, que nada acontece por acaso. Sabe!?
    Estou viajando nas ideias, mas é que o amor é tão grande. Ao mesmo tempo, uma vontade imensa de viver, deixar as coisas acontecerem no seu percurso. Vida de mãe, preocupação de mãe. Faz parte!
    Obrigada pela reflexão e estamos juntas para apoiarmos nossa caminhada, nosso jeito de ser diante da maternidade. Obrigada pelas palavras de sempre1
    Beijos, beijos

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  15. Oi, Dani, adorei seu texto, menina, é isso mesmo!
    A maternidade tem mesmo seus tons de cinza, são tantas as emoções misturadas que a gente nem sabe direito o que está sentindo. E concordo com vc, primeiro de tudo é se enxergar como a melhor mãe que a gente consegue ser (e que isso é MUITO bom). Culpas maternas à parte (e olha que se a gente não tomar cuidado, elas chegam rapidinho), nossas filhas são lindas, fofas, amadas, etc e tal. E no fim das contas, quando você encosta a cabeça no travesseiro, sabe que mais um dia deu certo. Um grande bj!

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  16. Obrigada a vc, Célia, por todo apoio que me dá nas minhas crises e, especialmente que me ouve, me lê e me ajuda desde o início do meu blog. Obrigadada por estar presente sempre e por se fazer presente nas nossas vidas-minha e da Laura. Beijos grandes e vamo que vamo, que a maternidade é uma loucuuuura!!!!!
    Beijos!!!!

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    1. Então essa Célia acima sou eu????? rs rs rs Beijos querida.

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  17. Eu li o texto no minuto que vc publicou...
    Me identifiquei tanto... mas to meio aerea esses dias... Perdoa eu?!
    Vim aqui agradecer seu comentário e sua preocupação e fiquei feliz, pq vi que não fui só eu que me identifiquei!!!!

    Juro que depois que passar a nuvem.. eu volto com um comentário descente... !!!!
    Obrigado, viu!!!
    bjnhos em vcs!

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  18. Conheci seu blog recentemente. Estou adorando as postagens, parabéns!
    Parabéns pelos avanços da sua pequena, ela é muito linda!

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    1. Obrigada, muito obrigada!!
      =)

      Beijos!

      E volte sempre!

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  19. "libertador" ... muito bacana ler este seu post. passei o ano de 2012 me entendendo como mãe e entendendo além disso tudo que tenho limitações ...
    beijo
    Liliane

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    1. Liliane, todas nós temos muitas limitações, é inerente ao ser humano e eu acho que a mãe se culpa mto por isso. Eu mesma me culpei mto por não conseguir certas coisas e hoje em dia essa culpa vai e vem, de acordo com o meu bem estar .... é um processo reativo, vc entende? Para mim, é. E eu tenho que me manter bem, feliz, entregue à Laura e ao marido para que a culpa não venha com tudo e estrague o meu dia. E assim eu me mantenho mto bem há vários dias, quiçá meses, sem me cobrar, me culpar, me colocar contra a parede. Entendendo que eu sou falível e que todos o são.

      Beijos e boa sorte!

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  20. Mais um otimo post Dani...
    A gente se compara e se cobra de maneira excessiva... Vendo as "mães perfeitas" da blogosfera então, nem se fala...
    Mas eu posso dizer uma coisa, sempre gostei do seu blog justamente porque ele eh REAL... vc fala qd ta indo td errado, quando a Laura fica doentinha... quando a escola da problema etc... E a vida eh assim!!
    Se nao fosse o seu blog no meio de tantas vidas maravilhosas acho que eu estaria em depressão (ok, nao tanto), me achando uma pessima mãe e sentindo que faço TUDO ERRADO!
    Só porque sou diferente, diferente de vc e de todas as outras... afinal cada uma tenm seu jeito de ser mãe!!!!

    Amei, foi uma injeção de animo no meu dia, muito importante ler td isso até porque amanha começo a trabalhar, e é dificil ser uma mãe que trabalha no meio de tantas mães que ficam com seus filhos (ssoh na blogosfera mesmo!!!)

    bjão!!!!
    nunca abandone o seu blog, se não eu fico sem rumo!hahaha!

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    1. Muri, obrigada, chuchu. Realmente, vc me lê desde que estava grávida, temos uma conexão por aqui.

      Fique bem que o seu pequeno estará bem.

      A gente teima em se descabelar pelo que não há conserto, não é? Eu estou tentando me acalmar qto a isso. É claro que tem dias que eu fico mal, mas na maioria, consegui superar o receio de não ser o melhor que posso ser.
      Posso sim e sou!

      E vc tb!!

      Beijos grandes!!!

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  21. Sabe que também já me senti assim? Porque também fiz uma cesárea, por trabalhar fora.

    Adorei o texto. Tem hora que a gente acha que não é normal mesmo. Às vezes, quando tô muito cansada ou de TPM, rs, fico meio nervosa sabe? E tem hora que só queria descansar um pouco de tudo. Me sentia muito culpada por isso, mas acho que é besteira.

    Mas aí fiquei pensando quando li o seu texto (já tinha lido mas deu pra comentar) naquela música da Adriana Calcanhoto - Ciranda da bailarina que diz que "todo mundo tem" e, acho que toda mãe tem dias que tá cansada, que tá desanimada. Mas toda mãe também se entorpece com o hálito do pequeno, adorei isso.

    Nós somos gente né? E não é nada fácil deixar aquela pessoinha e ir trabalhar não!

    Beijo, amo!

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    1. Andreia, menina... não estamos imunes a isso, né? Todas as mães sentem-se assim de vez em quando, eu acredito que sim. Mas temos que superar, ser mais fortes do que este sentimento de fracasso ou frustração.
      Todo mundo tem, sim, Andreia! Todo mundo tem o dia de fúria, o dia do cansaço, da tristeza, de não querer ninguém... e a partir do momento em que aceitamos que temos estes dias, aí, menina, seguuuuraaaa, pq podemos ser mais felizes do que imaginamos!

      Beijos grandes!

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  22. Dani, que post incrível! Não li todos os comentários, mas por alto vi quanta gente se identificou e te apoia aqui. Sabe, a primeira coisa que eu acho é que nem toda mãe da blogosfera é assim tão perfeita. A gente escreve parte do que acontece, parte do que somos. Eu mesma tive mil dúvidas, incertezas, dilemas. Falei sobre isso algumas vezes, mas depois dei uma parada porque cansei simplesmente. Cansei do "lado negro" e quis espairecer, escrever coisas boas e/ou dicas culturais e algo assim, pra amenizar o mundo lá fora, que pra mim já estava, por si só, beeeem cinza. Por isso deixei o blog mais light, só escrevendo às vezes e bem de leve sobre the dark side.
    Outra coisa que acho é que essa reflexão sua é sim uma autocrítica, uma análise sua do seu lado mãe. Do que você gosta, do que acha que está legal e do que queria que fosse diferente. Do que sabe que dá pra mudar e do que não dá. Isso é muito válido, muito importante. Use isso pra mudar o que estiver te incomodando ou pra simplesmente esquecer o que não pode ser mudado!
    Parabéns pelo desabafo viu. Tamo junta!
    bjão

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  23. CLAP, CLAP, CLAP....
    Amei Dani... É bem verdade que muitas vezes nos comparamos com as outras e nos diminuimos, mas temos que enxergar e respeitar que cada casa tem seu ritmo, sua vida a ser vivida, seus valores e é por isso que temos que lutar pelo que acreditamos e sermos FELIZES...Como somos bem melhores quando estamos felizes, né...
    Depois dessa, sou a MELHOR MÃE QUE A LAURA PODE TER....rsrsrs

    Beijocas e saudades
    Carol

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  24. Pô, será que essas outras mães blogueiras são mesmo tão maravilhosas assim? Ou simplesmente aparentam ser assim? No mundo virtual é fácil vestir um personagem, passar uma imagem que não reflete a realidade.
    Mas sabe por que eu gosto do seu blog, Dani? Porque vc é real, você poderia ser uma das minhas amigas. Todas trabalhamos, ralamos para pagar as contas e cuidar dos filhos, do marido, dos cachorros, da casa, dos pais, dos irmãos, dos amigos e de nós mesmas (sim, por que não?)... Não, não somos perfeitas em todos esses papéis, mas somos o melhor que podemos. E, ainda mais legal do que ser o que se é, é se mostrar como se é de verdade, entende? Não sei, mas desconfio de gente que se mostra perfeitinha demais. Soa falso, soa arrogante.
    E tem mais, quem definiu os atuais padrões de perfeição materna? Quem disse que mãe perfeita é aquela que tem parto natural, amamenta por livre demanda, faz cama compartilhada e se dedica 24 h/dia ao bebê? Essa mãe é perfeita para quem? Acho que nem para o bebê. Como li em algum lugar, é nas nossas falhas e carências que nossos filhos crescem. Continuemos então a ser as melhores mães que podemos, cheias de imperfeições, incertezas, mas tb de amor, muito amor. Porque bom mesmo é ser mãe de verdade!

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Sinta-se a vontade para viajar no comentário! =)
Ele será respondido por aqui mesmo, ok?

Beijas!!

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