12 novembro 2012

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Relato de parto cesáreo - parte I

30 comentários:

  1. Que legal você relatar para nós este momento..
    Mesmo sendo tão comum difícilmente as mamãe que tem uma cesária sentem a vontade de compartilhar....Curioso não?!?!..
    O parto normal transborda na mulher um orgulho tão grande que é lindo compartilhar, mas é ótimo saber como foi seu parto, o parto mais "comum" no nosso país e a maneira não menos importante e linda de trazer a sua princesa ao mundo...
    Todos tem seus motivos é bom sabermos para nunca apontar...=)

    Beijos querida...Espero ansiosa o outro relato...

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    1. Vale lembrar que cesárea não é parto. Cesárea é cirurgia. 7 camadas de pele...infelizmente não deveria ser comum.
      Não te julgo Dani, de forma alguma. Leio suas postagens há alguns meses e é nítido ver como já repensou muitas questões, inclusive sobre o PN, é tudo muito claro para quem te lê.
      É disso que toda mulher precisa, informação para não se conformar com esse suposto "mais comum no nosso país".

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    2. Meu Deus, que horror esse comentário! É óbvio que cesárea é parto, aliás, é parto sem a parte ruim e grotesca do parto! Palmas à Dani que conseguiu vir aqui e escrever um lindo relato sobre uma opção que deveria ser feita por todas as mães em nome da saúde e bem estar dos seus filhos! Essa loucura desvairada de mães que precisam se rasgar e colocar a vida dos filhos em risco pra ter um parto que supostamente seria normal me causa repulsa! E tem mais, não vejo em que ponto você, Dani, possa ter errado por optar por fazer a cesárea eletiva com 38 semanas. Não tem nada errado nisso, pelo contrário, foi um ato de amor por evitar que algum dano ocorresse ao seu bebê caso o tempo passasse e você enfrentasse alguma complicação! Parabéns!

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    3. Sem entrar nas questões subjetivas e de mérito da coisa cesárea é sim uma cirurgia, informe-se sobre a definição da mesma.
      Agora, horror é o seu comentário de que cesáreas deveriam ser feitas por todas as mães "em nome da saúde e do bem estar".
      Minha esposa deu a luz (de pé) à nossa filha em casa, sem NENHUM procedimento médico (o médico ficou apenas observando). Eu fiquei o tempo todo junto, e não como mero espectador, mas participando deste processo único e transformador que é um parto humanizado. Nossa filha nasceu saudável (Apgar 10/10) e a minha esposa não teve "rasgão" ou qualquer outra coisa do gênero. Saiu caminhando com nossa recém nascida no colo.
      Eu particularmente fico triste em ver que muitas mulheres aderem a essa ideia de que são incapazes de parir sem intervenção médica. Existem sim, situações onde se faz necessária a intervenção médica especializada, mas isto, segundo dados da OMS, representa cerca de 10 a 15% dos casos.
      Eu não sou contra a existência da cesárea. Acho uma cirurgia bastante válida com potencial para salvar vidas, o problema é ela ser usada como um procedimento de rotina, mesmo em mulheres com um pré-natal que não acuse nenhum FATOR REAL (sim, pois é comum médicos do sistema particular empurrarem desculpas esfarrapadas para induzir a gestante a uma cirurgia) de risco em um parto vaginal.
      Ao ver a série de procedimentos (muitas vezes desnecessários) e as péssimas condições humanas a que são submetidas as mulheres em boa parte dos partos vaginais hospitalares, sendo submetidas a maus tratos físicos (ficar deitada, sem poder se movimentar, vocalizar, recebendo exames de toque dolorosos constantemente) e psicológicos em um momento tão especial eu percebo parte do medo que muitas tem do parto natural, a outra parte acredito ser falta de informação baseada em evidências.
      Existe um documentário bem interessante sobre o assunto, que saiu a pouco tempo, chamada "O Renascimento do Parto" que aborda questões interessantes. Recomendo a todos/todas que quiserem ter um primeiro contato com uma visão um pouco diferente do "mainstream".
      Mas o fundamental mesmo é buscar não apenas informação, mas conhecimento sobre o assunto.
      Um abraço,
      Pedro.

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  2. Dani assim como você na primeira consulta do pré natal eu já disse que queria cesária.
    Entrei em TP mas pq os medicos não quiseram marcar a cesária (inclusive mudei de gineco pq ela não marcava a cesária)
    Olhando assim, hoje com minha cabeça penso no absurdo que fiz mas na época era tudo o que eu sabia...
    Beijos

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  3. Legal falar sobe isso Dani. Por que não contou tudo logo? Ficarei curiosa, rs.

    Eu relatei meu parto que também foi uma cesárea. Não me arrependi.

    Se quiser ler: http://deinhabarbosa.blogspot.com.br/2012/08/o-nascimento-do-alvaro.html

    Beijo!

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  4. Dani, nada como um dia após o outro, com um filho no meio, para aprendermos e revermos nossos conceitos, né não? Deixar-se mudar, transformar é de uma beleza sem tamanho! Estou esperando pela continuação! beijos!

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  5. Já estou curiosa para saber as cenas do próximo capítulo...sempre digo que seria maravilhoso ser mãe de primeira viagem já com a experiência de mãe de segunda...esse medo, pavor, que vc sentiu ao pensar em ter um bb em casa foi a mesma sensação que eu tive, mas, já no final da gestação e logo que cheguei em casa com o Dan nos braços...foi uma sesação horrorosa...ainda bem que passa!! Ufa!! Bjs e escreve logo esse post!! Hahahahahahahahahaha

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  6. Aiiii vc encontrou a fofa da Celi, ADORO ela!
    Estivemos na casa dela na primavera passada, tava indo pra casa da sogra na Hungria e passei pra dar um beijo nela e ver os meninos, a idéia era fazer isso novamente agora no inverno, mas ela tá por ai! =)

    Quanto ao parto, eu fiz cesárea e contei um pouco no blog ano passado, nesse post aqui.
    Fiz e não me arrependo, não me senti abusada, nem que tive meu momento roubado, faria novamente se fosse preciso. =)

    Beijocas

    http://familyaround.blogspot.nl/2011/03/blogagem-coletiva-maes-internacionais_19.html

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  7. Quando a pessoa tá no auge da leitura você pára! Não vale Dani! rsrs Curiosíssima!!!!

    Toda sexta-feira assisto "um bebê por minuto" na Sky.
    Cada história linda que passa lá! E a maioria dos partos são normais, quando a mãe tem que fazer o procedimento da cesária é um chororô, maior auê!
    Tô assistindo pra ver se perco o medo, se aprendo mais sobre parto normal... veremos! (A louca que nem grávida tá) rsrs

    bjos querida!

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  8. Vc lá e u ká!!! rsrsrs
    Obrigado pelas palavras...
    Ta meio off esses dias, mas vim me atualizar...
    Primeiro a pontinha de inveja pelo encontro... huahuaha Imagino a delicia que foi...

    Estou esperando ansiosa pela continuação, quem sabe um dia posto me relato com mais detalhes tbm!!!

    Bj grande!!

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  9. Aguardando o próximo capítulo! E adorei a ideia de, finalmente, um relato de parto cesária desde o início...parece que isto é um tabu, não?
    Bj

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  10. Dani, incrível as coincidências! Terei agora minha segunda filha, a DPP dela é dia 02/01/2013 e meu esposo tb faz níver dia 17/12...kkkk, eu tive a primeira filha de cesárea tb, mas pq não tive escolha...espero q agora eu consiga um PN, vamos ver! O importante é q Laura veio com saúde e vc fez o que achou ser melhor na ocasião!
    Bjsss

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  11. Adorando ler Dani!!
    PS. Te achei no blog da Ilana!!
    Beijos!

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  12. Oiie... sempre acompanho seu blog e adoro suas postagens!!
    Realmente é muito bom ler um relato de parto cesária desde o começo e tao rico em detalhes... estou de 35 semanas, decidida por cesária e super ansiosa... Acredito que cada gestante tem o direito de escolher por aquilo que mais lhe convém...apesar das pessoas parecerem nao respeitar muito quando a escolha eh por uma cesárea... mas enfim.. pra mim cesárea eh parto sim! E tbm merece seu devido respeito, seja ela de emergencia ou eletiva...
    bjo e aguardo ansiosa o proximo capitulo!!

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  13. To aqui acompanhando! (e não fugi de vc não, precisamos marcar nosso encontro rs e olha que já temos até o local hein?) rs!

    <3

    Beijos

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    1. Pati, precisamos marcar sim! Quando puder é só dar um aviso, que vou!

      Obrigada pela "audiência", especialmente neste assunto que eu sei que vc foi totalmente contrária, agradeço a sua compreensão e o não-julgamento(pq, né?). Obrigada pelo carinho, Pati.

      Beijo grande!

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  14. Vc conheceu a Celi pessoalmente!!! Que delicia!!! Da uma abraço nela por mim na proxima vez? :o)

    Sobre o post, relatos de cesarea me interessam, sabe? também tive minha filha por cesarea mas ao contrario da sua, a minha foi mega traumatizante... acho que nem fiz relato completo nenhum sobre o acontecido... tai uma boa idéia de blogagem coletiva!Vou ficar no aguardo da sequência!

    bjs!!!

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  15. Dani querida,
    Super apoio a causa: vamos falar de parto. Mais que isso, vamos falar dos tabus! Adoro gente com coragem.
    Tô aqui ansiosa pra saber a continuação.
    Adorei nosso encontrinho delícia. Temos que fazer mais vezes! (E na próxima tirar uma foto em que eu posso mostrar toda a minha fotogenia, porque essa aí, pelo amor de Deus...)
    Beijo!

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  16. Queria muito lembrar onde li uma discussão (talvez no Super Duper :s) sobre algumas mulheres precisarem das suas cesáreas, por motivos diversos. A partir dali eu (que nunca engravidei, veja bem) aprendi a não apontar o dedo pra ninguém.
    Não posso deixar de me questionar, entretanto, omo seria no caso da cesárea não ser uma opção, mas uma indicação como em outros países? Complicado...
    Ansiosa para ler o seu relato, de quem está em paz com a sua experiência, até para mudar um pouco a visão que tenho da cesárea. Posso vir a precisar, não é mesmo? :/
    Beijo, Dani!!

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  17. Dani... Catarina nasceu no dia que completou 38 semanas. Sempre soube que teria “meus filhos” através de um parto cesáreo... respeito e admiro MUITO quem sonha com o parto normal, mas este nunca foi o meu sonho. Não me sinto uma “monstra” por desejar e planejar a cesariana da Catarina.
    O nascimento da minha filha foi lindo, foi perfeito! Ela chegou ao mundo com 49cm e 3.130kg! Um tamanho excelente, dentro dos “padrões”. Teve apgar 9 e 10! Tudo perfeito.
    Sei todos os benefícios do parto normal, afinal, tenho formação na área da saúde. Mesmo assim, quis uma cesárea. Não me arrependo.
    Beijos,
    Paula Martinelli
    www.minhamaternidade.com

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  18. Invejinha de cês tudo se conhecendo por aí e eu aqui no Rio, snif, snif... rs! Só não gostei do "continua", queria ler td de uma vez! Bjks

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  19. Muitos comentários a fazer aqui, te prepara rs!

    1) Eu tive cesárea não eletiva. Foi mais ou menos como a da Ilana, Bento não estava encaixado. Estava transverso. Eu tb, como ela, queria PN e torcia pra Bento virar na hora. Mas a diferença é que eu entrei em TP, minha bolsa estourou e cheguei na maternidade com 4 cm. Ah, estava em 36 semanas. Então somemos bebê transverso com bolsa rota... e temos uma cesárea.

    2) Mala da maternidade? Oi? Fui pro hospital com a roupa que estava, apenas segurando uma toalha pra segurar um pouco a aguaceira da bolsa e não molhar muito o carro... Só depois de Bento já nascido é que minha mãe foi na minha casa buscar as coisas...

    3) O fato de vc ter lido, conversado com outras pessoas e ter mudado de opinião não invalida tua experiência viu! Era o que dava pra vc naquela época, com o conhecimento que vc tinha. Pronto! Numa próxima (se houver) vc avalia as possibilidades, seu medo, seu corpo.

    4) Que demais esse encontro com a Ilana e a Celi hein!! Também quero!!
    bjos

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  20. Finalmente alguem posta um relato de cesarea eletiva!! Me identifico mto contigo. Sempre quis cesarea e foi maravilhosa. Minha pequena nasceu de 37 semanas e 6 dias por problemas, mas estava marcada para 39 semanas.Eu tive duvidas,mas nao me arrependo em nenhum momento,ainda mais pq ela corria risco, entao no fim deu tudo certo.

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  21. Que delícia de encontro!!!!
    estou lendo as três partes do relato e vou comentar no ultimo!!!! Bjocassss

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  22. Adorei sua coragem e honestidade. Não aguento a patrulha ideológica em cima de quem faz cesárea eletiva. Acho que as mulheres têm o direito de escolher o tipo de parto que querem ter e de receber informação de qualidade para que possam fazer sua escolha de forma consciente. Não vejo porque alguém que teve um parto vaginal deva se orgulhar e não vejo porque uma mulher que fez cesárea deva se sentir culpada. São duas formas válidas de colocar os pequenos no mundo. Pelamor, por que uma mulher precisa parir pela vagina para ser mãe de verdade?
    Quanto ao seu estado emocional durante a gravidez, te entendo muito. Minha gravidez não foi planejada. Surtei quando soube que estava grávida. Tinha pavor do parto e entrava em pânico só de me imaginar com um RN em casa. Agora, com 29 semanas de gestação, estou mais tranquila (mas nem tanto, hehe) e até penso em ter um parto normal, para evitar o desconforto do pós-cirúrgico, para não ter tantas limitações na hora de cuidar do meu bebê. Mas posso mudar de ideia. Não vou me violentar só para atender à expectativa dos outros.
    Enfim, não se culpe pela sua escolha, vc deu o seu melhor para a sua filha e, o mais importante, continua dando. Porque ser mão vai muito além de parir.

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    1. É isso mesmo, Tati! É exatamente disso que trato nessa trilogia do relato do parto: liberdade de escolha. Vc não vai ser menos mãe se parir por cesárea, de forma alguma. Eu nunca me considerei assim, só me arrependo de ter marcado a data, hoje eu jamais marcaria e, sim, tentaria um pn para saber como é, para ter essa experiência e pq, no fundo, eu gostaria de passar por isso. Mas só hj eu penso assim. E não me culpo por isso.

      Quanto à gravidez, espero que tudo transcorra bem, que os hormônios dêem uma baixada e que vc fique bem, afinal, esse período é realmente fantástico (mas eu só dei o real valor quando passou).

      Beijos grandes!

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    2. Aqui está uma opinião que, mesmo bastante divergente da minha (sou grande defensor do parto natural), tenho que considerar como bastante válida.
      Eu também concordo que a mãe não amará menos seu filho/filha se ele tiver vindo ao exterior através de uma cesariana (apesar de não ter tido aquela descarga "boa" de hormônios formadores de vínculo presentes no trabalho de parto (caso a cirurgia tenha ocorrido antes de entrar em TP). O fator "amor" depende muito mais de outras coisas.
      Eu apenas defendo que as mulheres deveriam ter condições de ter partos mais respeitosos com elas e com sua criança, o que geralmente não acontece em cesáreas e, talvez menos ainda, em partos vaginais hospitalares cheios de intervenções.
      Fico também um pouco preocupado com uma situação que vem sendo criada nas últimas décadas, onde grande parte das mulheres começa a duvidar da sua capacidade biológica de parir.
      Liberdade de escolha? Com certeza! Sou contra obrigar os pais a comprarem qualquer "pacote ideológico pré-pronto", mas acho que existe muita desinformação e esclarecimento que auxiliam a elevar a gritante taxa de cirurgias cesarianas no nosso país. Tenho certeza que se informações "de qualidade" sobre o parto estivessem disponíveis a maioria da população, os índices de cesáreas (sobretudo na esfera particular) cairiam bastante, talvez a níveis próximos a países como Holanda e Dinamarca
      Pedro.

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  23. Eu tentei o parto normal e vieram as fortes contrações com 40 semanas e 2 dias; fui ao consultório e a médica disse que não tinha dilatação, que era para ir para casa. Com muita dor, fui para o hospital de madrugada e: nada de dilatação... me mandaram de volta para casa. Pela manhã eu liguei para médica e disse que não suportava mais. Então ela resolveu pela cesárea. Só que nisso já se ia quase um dia inteiro de dor e, ao nascer, o meu baixinho fez cocozinho (indicando sofrimento fetal), por sorte tiraram bem a tempo. Na verdade, eu não tinha essa filosofia do parto normal, acabei me deixando levar pelos apelos da própria médica e dos argumentos naturalistas. Hoje, se pudesse, voltaria atrás, com certeza, para marcar a data (é o que pretendo fazer quando tiver meu segundo filho). Toda minha gestação foi ótima e foi uma pena que a partir da véspera do parto tenha sido tão sofrido. Acho que essa questão é muito pessoal e a mulher tem que estar muito certa do quer. Infelizmente essa opção não é dada na saúde pública. Não vejo porque não considerar a cesárea um parto "humanizado", pois é um parto em que há a intervenção "humana". Se Deus deu ao homem a inteligência para diminuir a dor, porque não usar? Mas enfim, é uma decisão muito pessoal e ninguém deveria ser estigmatizado pela opção.

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  24. Vítima da Cesariana Agendada

    Se pudesse, aconselharia todas as mulheres a optar pelo parto normal, ou pelo menos a passar pelo trabalho de parto antes de uma eventual cesárea.
    Sou uma vítima da cesárea agendada, aquela sem trabalho de parto e sem a menor consideração para com o bebê. Hoje, com 20 anos e depois de alguma leitura em artigos científicos a respeito, concluo que teria sido mais benéfico, e até mais ético, se minha mãe tivesse me abortado.
    Nasci antes do tempo, com 38 semanas, por conveniência de um médico insensível e pelo medo que minha mãe sentia da dor. Um paradoxo, pois ela relata que a dor do pós-operatório que sentiu, após a cesariana, foi muito mais cruel que a dor que sentiu em seu primeiro parto, que foi normal.
    Além de ter nascido com icterícia (o menor dos problemas) e dificuldades respiratórias, tive problemas de aprendizado no colégio e, principalmente, de socialização. Fui uma criança incompreendida, já que meus próprios pais me condenavam duramente por minhas limitações, e sofri de grave depressão, da qual só consegui me libertar há alguns meses com auxílio de acupuntura.
    “Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas (…) a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.

    Ela nunca foi capaz de voar.” (A lição da borboleta, autor desconhecido)

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Sinta-se a vontade para viajar no comentário! =)
Ele será respondido por aqui mesmo, ok?

Beijas!!

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