09 abril 2012

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Religião, sim ou não?

42 comentários:

  1. Dani eu sou católica não praticante, assim como vc fui a última vez no batizado da Lavinia... tbm fico bastante perdida em como agir, no que ensinar! Vou aguardar mais dicas aqui nos comentários ;)

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    1. Senta aí, Rê, que tem um montão de gente pra ajudar!!
      Beijo!

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  2. Oi, Dani!!!! Tema cabeludo esse, hein? Dá papo pra mais de hora... Aqui em casa eu decidi me converter ao judaísmo para facilitar as coisas pro Bernardo (e ta,bém porque me identifiquei bastante com muitas coisas, muito mais do que com o catolicismo). Ainda temos uma certa dificuldade em lidar com alguns assuntos, Natal é dificílimo por causa dos meus pais, etc, mas vamos levando. Acho legal com o tempo ir explicando pra ela um pouco sobre tudo, a Páscoa, Natal, o que vc aprendeu no centro e, com o tempo, ela decide o que for melhor.
    Beijos :)

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    1. Lulu, cabeludo é pouco para este assunto... bem complicado, né?
      Vc deve ter feito a escolha certa, já que se identificou bastante com o judaísmo e tal. Acho ótimo! Sempre vão ter datas complicadas, né? Mas estando em paz com os seus (marido e filhos), acho que foi o melhor que vc fez!

      Beijos!

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  3. Vivo essa mesma situação. Eu tenho fé... tenho muitos princípios e valores... quero passá-los a minha filha, quero que ela acredite em uma força maior, mas não sei exatamente como fazer isso fora de uma religião... como falar de Deus com ela quando nem eu mesma acredito 100% em tudo que eu digo?! Complicado, né?!

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    1. Querida, muito complicado. Muito mesmo.
      Acho que temos que ser transparentes e não forçar nada. Que seja tudo espontâneo e natural, acredito ser mais tranquilo...

      Beijo!

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  4. Umm tá quentinho, post acabou de sair do forno! rs.
    Aqui em casa somos cristãos, meu marido católico e eu tbm católica porém acredito nos preceitos Kadercistas e isso acaba gerando uma pequena confusão, rs.
    Quase não vamos a igreja pq meu marido gosta das missas tradicionais e eu gosto das carismáticas, rs.
    Estamos precisando acertar nossos ponteiros quanto a religião, enquanto isso, as meninas vão a missa com as avós...

    Adorei o post e a reflexão.
    Beijos

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    1. Ah Rafa, ri com o seu comentário menina... hahahahahaha... Vc é católica e tbm acredita em coisas kardecistas, entendo bem essa questão... quer dizer, essa confusão... vc e marido vão precisar chegar a uma conclusão quanto ao tipo de missa ou vão acabar indo duas vezes à igreja, para poder colocar as duas vontades em ordem (quanto melhor, né?)!

      Beijos, Rafa, obrigada!

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  5. Dani,
    Esta sempre foi uma questão para mim. Desde pequena também. E sei que esse tema é muito delicado para boa parte das famílias.Bem, vou contar a minha história e dar a minha humilde opinião:
    Não fiz catequese e não fui batizada quando criança porque meus pais acreditavam que eu devia escolher minha religião (e se queria ter uma) quando ficasse mais velha. Eu estudei em escola católica na maior parte da minha vida (até oitava série, hoje nono ano) e quando pequena pedi para minha mãe me deixar fazer catequese e ela não deixou. Também pedi para ser batizada e para fazer crisma. Ela, da mesma forma que antes, disse que eu devia escolher isso quando estivesse mais velha.
    Mas sabe Dani, ao mesmo tempo, minha mãe me ensinou a rezar todas as noites antes de dormir, me dizia que Deus existe e me deixava cantar no coral da escola (coral este que cantava uma vez por mês na missa de domingo). Minha cabeça ficou uma salada: não conseguia entender nada a esse respeito. Se existe Deus, porque eu não podia buscar esse Deus? Se eu posso e devo rezar em casa, porque não posso (e não devo) ir à missa como meus amigos faziam. O ápice foi a questão da Eucaristia: eu queria porque queria "comer" a tal da hóstia, mas eu não podia. E um dia fui lá e "comi" por pura curiosidade.
    Depois que minha avó morreu eu ia ao Centro Espírita com a minha mãe e putz, achei muito chato toda aquela ideia de reencarnação e espíritos. Fiquei com medo de andar em casa a noite e coisas do tipo.
    Bem, eu cresci, mudei para São Paulo e depois disso só frequentei locais sem religião, nunca mais pensei nisso e às vezes rezava de noite quando sentia medo dos espíritos até que...Alice nasceu!
    O pai da Alice é católico praticante e foi bem difícil no começo. Porque eu não queria que minha filha vivesse a mesma confusão mental que eu vivi. Alice foi batizada na Igreja, a mãe dela também foi e hoje, somos todos católicos praticantes, por opção e fé.
    Veja bem Dani, eu me converti porque quis e principalmente porque tenho fé. Meu objetivo não é te converter. Eu acredito que a formação religiosa interfere na vida da criança e que se os pais não estão seguros do que acreditam, é preciso cuidado. Dizer que Deus existe É SIM uma responsabilidade grande, porque não adianta você dizer hoje que Deus existe e daqui a um mês mudar de ideia. Me parece sensato o que a Rafaela disse, porque se os pais "precisam acertar os ponteiros com a religião", melhor que nesse quesito deleguem a outras pessoas essa tarefa.
    Mas você não precisa ser católica ou espírita, esta é a questão. Se for, deve ser coerente.
    Espero contribuir para o debate,
    Um beijo
    Gabi

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    1. Gabi, muito obrigada!!!

      Adorei o seu comentário e tanto concordo com tudo o que vc disse que escrevi esse post tanto confuso... e vc está certa (a Rafa tbm), que os pais têm que chegar a um acordo para não misturar as estações na cabecinha das crianças. E eu não quero isso para a Laura, mas ao mesmo tempo, não sei como evitar essa confusão, pq eu mesma estou mto confusa.

      Obrigadíssima pela comentário, pela transparência quanto à tua experiência e sua opinião em relação ao assunto.

      Beijos grandes!!

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  6. Assunto polêmico é pouco.... Difícil responder as suas questões.. Mas o que eu acredito é que devemos mostrar o caminho e com o passar dos anos nossos filhos seguirão o caminho que lhes convier, assim como nós fizemos. Eu não sou frequentadora assídua de nenhuma igreja, mas rezo com a Laura e procuro ensinar-lhe... Mas obrigá-la nunca...

    Beijocas
    Carol

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    1. É isso aí, Carol, obrigar nunca. Eu também detestaria obrigar a Laura a ir a qlq lugar que ela não quisesse ou não se identificasse.

      Beijos!!!

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  7. Dani,
    acho que a proximidade da páscoa fez brotar esse assunto. Conversamos sobre isso durante a semana num grupo de mães que participo, depois já li 3 posts sobre isso em blogs vizinhos!
    Então, aqui em casa somos presbiterianos. Praticantes mesmo. Não houve dificuldade pra abordarmos esse assunto nunca com a Bia que, apesar de pequena, já ouve nossos ensinamentos a ela.
    Nós oramos juntos, vamos a igreja, lemos livros com tematica bíblica pra ela, tudo nos conformes por que temos certeza do que queremos passar pra ela.

    Caso houvesse em mim qualquer incerteza sobre as coisas religiosas, ou mesmo uma certeza sobre não querer ensinar nada à Bia acerca disso, acho que optaria por n]ao ensinar nada mesmo e apenas abordar os assuntos à medida com que fossem aparecendo naturalmente.

    Beijocas,
    Marina

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    1. Marina,

      Concordo! Em primeiro, concordo que a Páscoa fez com que esses assuntos brotassem na blogosfera materna, né???

      Fico feliz que na sua casa seja tudo tão resolvido e explicado, acho ótimo, excelente para a Bia e para vcs! E concordo tbm que quando há confusão, incerteza, dúvidas, melhor poupar a criança de qlq coisa, só explicar (ensinar) aquilo em que acreditamos e seguimos.

      Beijos, obrigada pelo comentário!!

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  8. Aqui em casa não temos religião alguma, mas temos espiritualidade. Acreditamos em forças que regem a vida num geral, acreditamos em "plantar e colher", acreditamos na natureza num geral e na nossa pessoal. Não somos contra religião, somos contra a doutrinação. Ter histórias de fé fazem bem pras pessoas, o que não pode é sacanear as pessoas frágeis e abusarem delas em troca de uma falsa salvação. Já passamos pele igreja católica, pela espírita, pela umbanda, pelo hare krishna, pelo budismo... meu marido sempre le e estuda sobre diversas coisas religiosas. Somos artista e a imagem religiosa traz muito pra nossa vida e repertório.. mas não seguimos nenhuma, não rezamos, não temos rigor algum a respeito disso. Somos a favor de nos apropriar daquilo que nos faz bem. Sejam as imagens, as músicas, as histórias de fé. Mas nada é regra, nada é doutrina.

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  9. Muito bom, Carol, muito bom!!!

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  10. Caracoles, que assunto difícil de comentar, hein! Bom, eu sou católica e meu marido não é nada, mas acredita em Deus e até confesso que as vezes a gente vai no centro espírita (meus sogros são espíritas). Não quero impor nenhuma religião para a Luisa, mas quero que ela saiba e conheça esse 'Ser' superior. Quero falar de Deus para ela sim, mas não desse Deus que aprendemos quando a gente era criança que é um Deus que pune e castiga se a gente não andar na linha. Eu acho que se vc falar de amor, respeito, carinho, perdão e gratidão já vai estar falando de Deus para a Laura. Conforme ela for crescendo, ela vai querer saber o por que da Páscoa, Natal, etc... o correto é vc explicar para ela porque se comemora essas datas e ir orientando sua pequena para que no futuro ela possa escolher se quer seguir um religião ou não. E que ser uma pessoa de bom caráter não tem nada a ver com religião.
    Ai, até eu fiquei confusa agora.. desculpa aí! =)

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    1. Imagina, querida. Normal. Esse assunto é confuso mesmo, mas acredito que vc esteja certa na questão de ressaltar o respeito, carinho, perdão... isso tem que ser trabalhado na criança, independente de qualquer coisa.

      Beijos!

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  11. Dani,
    Ótima reflexão e assunto para discutirmos...
    Adorei o que escreveu e me identifiquei bastante. Quando era pequena sempre frequentei a igreja, as missas, fiz primeira comunhão e tudo mais. Depois passei a não frequentar e quando adulta também conheci os centros espíritas (Kardecista). Fui durante uma época e me ajudou bastante. Acreditava que havia uma ajuda maior, que me dava uma enorme força. Minha sogra sempre trabalhou em centros espíritas e nos orientou a fazer o evangelho em casa, as nossas orações.
    Ao mesmo tempo, casei na igreja, batizei o Felipe e tenho muita vontade de batizar o Thomas e futuramente o Lucas. Agora, o que penso: acho que temos que passar somente o que acreditamos. Não adianta fazer algo que não seja consciente. Assim como a Carol Damasceno, temos que orientar, mostrar as diferentes religiões no futuro, para que possam fazer as escolhas.
    Enquanto são crianças a gente agradece, pede para quem confiamos e acreditamos. Sempre rezo com meus filhos, principalmente com o Felipe. Costumo agradecer o dia, fazer uma retrospectiva pequena do nosso dia, pedir para os anjinhos bonzinhos ficarem ao nosso lado. Sempre falo dos anjinhos e não de Deus, Jesus....
    Aos poucos vamos encontrando o melhor caminho para nossa família e para nossos filhos também.
    Um grande beijo.

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    1. Excelente, Celi! Excelente!
      É isso aí, agradecer todo mundo pode, independente de religião. Fazer uma reflexão do dia e agradecer pelas coisas boas é necessário, né?

      Devagar chegaremos lá, tenho certeza!
      =)

      Beijos!

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  12. Dani, bom aqui, somos parecidos com a Carolina, do comentário de cima. Nossos filhos já chegaram com uma ideia pré estabelecida de um Deus. Muitas vezes faziam oração na hora das refeições, o que talvez tenham aprendido no Lar onde moravam. Nunca cerciamos isto, mas também não incentivamos.
    Como moramos fora do Brasil e não gostamos de dogmas religiosos, procuramos fazer uma vez por semana um encontro, ou o Evangelho no Lar, segundo Alan Kardec, onde lemos alguma história que trabalhe a questão da construção de valores e discutimos sobre estes pontos. Caso não tenhamos a história, relembramos sobre algum fato da semana, da escola...
    Eu, particularmente, gosto muito destes momentos e os meninos também, pois temos a oportunidade de conversar sobre coisas mais profundas, de uma forma lúdica e despretensiosa.
    Beijão lindona!!

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    1. Devem ser momentos mto especiais, Ju. Aposto que são!

      Acho que aqui em casa pode rolar algo assim, quem sabe??

      Beijos grandes!!

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  13. Dani, isso é muito louco mesmo. Eu sou de uma família católica. Batizei a Nina, mas confesso que não sei muito bem porque. Talvez mais por considerar isso uma tradição do que pela igreja em si. Não acredito no catolicismo. Não concordo com as práticas da igreja e não vou à missa, nunca. Por outro lado sou devota de Santa Terezinha (louca quem? Eu???). Minha mãe é Terezinha por causa da Santa Terezinha. Pô, eu acho que a Santa que deu nome pra minha mãe, né? Tem que olhar por mim também. Mas aí, acredito no espiritismo, em partes também, pq não sou adepta desse lance de "carma". Quer dizer que se passamos por uma vida bem difícil e sofrida isso é um carma de outras vidas? Tipo eu não paguei quando fiz algo de errado e estou pagando agora que sou uma pessoa boa e não me lembro do passado? É assim que funciona? Não entendo bem essa lógica, nem curto um Deus com esse tipo de justiça. Por fim, tenho um monte de buda dentro de casa. Porque meu avô sempre tinha, vários e entrei numa, desde pequena, que era a boa ter uns budas pela casa. Nina canta parabéns para eles e dá comidinha para os Budas. Fofa toda vida. Mas a verdade é que acredito. Tenho fé. Rezo e agradeço. Converso com um Deus que super me compreende e entende a religião que criei na minha cabeça. Vou deixar a Nina criar a dela tb. Bjks

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    1. Nossa, Alice, como a gente se parece..... Eu entendo sim... acredito e desacredito... gosto e não gosto... rezo, mas não rezo necessariamente. Entendo sim.
      E acho que é por aí, deixar rolar e ver como é...

      Beijos, querida!!!

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  14. Olha, que assunto difícil! Eu também não faço a mínima ideia do que fazer aqui em casa, mas acho que vou deixar " rolar" : se a minha irmã ou minha mãe quiserem levar na escola sabatina adventista, deixem que levem: no mínimo, ela aprenderá algumas histórias bacanas da bíblia, cultura é cultura. Acho que só vou me posicionar mesmo se ela for pra uma denominação que se aproveite dela de alguma forma. Acho que, no fundo, vou querer mesmo é transmitir valores. Acho isto mais importante que a religião.
    Bjs!

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    1. Josie,

      Deixar rolar é a palavra da vez... eu acho que é isso mesmo!!! Realmente, valores são o mais importante de tudo. Respeito, caráter, honestidade, ... muito mais relevante do que religião, sem dúvida.

      Beijos!

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  15. Dani nem vou opinar, acredito muito em Deus, mas não acredito em nenhuma religião! Me desiludi, acho que passei por todas! Mas agora com a Emilly fica essa enorme interrogação! E agora?
    Vou ter que refletir muito! Nós aqui em casa vamos ter que refletir!
    Será que preciso mesmo de uma religião? Acho que vou ensina-la sobre Deus! Mas como? A Bíblia é mais um livro de ficção? Vc me fez refletir!!

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    1. Aline, é estranho mesmo... hohohoh

      assunto cabeludo....

      Não sei se precisa de uma religião, não sei se precisa ensinar sobre deus, se ele existe ou não... não sei.
      Também não sei. Esse blog vale uma reflexão a muita gente, né? Nós, como pais, temos que ter isso claro para não confundirmos as cabecinhas dos pequenos...

      Beijos!

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  16. Deixando um beijo para vocês nessa terça-feira!
    Até!

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  17. Ei lindonaaaaa!

    Primeiro, obrigada por me passar seu skype, tá? Te adicionei, vou adorar conversar com vc!!!!

    Segundo, tô emocionada de receber pacotinho do correio vindo de você. Obaaaaaa!

    Terceiro, vou falar tudinho sobre como funciona Pediatra e outras coisas no Canada no proximo post. Me aguarde.

    E... por ultimo, religião! Ai, ai, esse tema me descabela. Fui criada em familia 100% catolica, e totalmente praticante. Eu nunca gostei de ir à missa, vivia inventando que tava doente pra não ir e faltar ao catecismo. Qdo estava quase crismando, me rebelei. Disse que não iria mais, que não gostava e depois de alguns anos me tornei espírita - pra desgosto de toda minha familia. Participei de encontros espíritas por muitos anos, mas sempre tive o pé atras com várias questões (além de que também morro de medo de coisas do além). Qdo fui morar na Venezuela me afastei de tudo, pois lá não tem grupos espíritas. Hoje me considero agnóstica. Não me casei na igreja, não batizei Nic nem batizarei a Lily. Estas escolhas a eles pertencem. As vezes fico querendo agradecer pelas coisas do dia, por nossa saúde, a comida, os amigos, mas não sei bem a quem agradecer. Por um tempo até ensinei ao Nic a agradecer ao Papai do ceu, mas agora parei com isso... Sei lá...

    Bom, tenho que ir, Lily chora.

    Beijos!!!

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    1. Lulu, amiguinha!!!

      Eu vi que vc me adicionou, adorei!!! Vamos conversar sempre que vc puder, pq sei que é corrido pacas... imagino, especialmente, após o seu post de ontem, menina...

      Segundo: eu que estou emocionada por tudo isso!!!!! Adooorooooo nossa amizade!

      Terceiro: aguardando post para quando vc postar. No dia que for, leio correndo, gosto muito.

      E por último: esse assunto punk que é religião... a gente é realmente parecida, né??? Pq eu tbm fui "criada" no catolicismo (mas meus pais eram e são espíritas, vai entender...), detestava ir à missa, detestava com todo meu coração. Tbm virei espírita, participei do voluntariado do centro e tudo mais, mas desvirei depois... a vida é assim, né????

      Eu também não sei... hohohohoho

      Beijos grandes!!!

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  18. Oi Dani...assuntinho difícil esse hein!
    Eu sou católica não praticante, já tive sim minhas decepções com a igreja, ou melhor, as pessoas que estão inseridas alí, mas quando Sofia nasceu resolvemos que ela seria batizada e assim o fizemos. Creio em Deus á minha maneira, não vou a missa, faço minhas orações e procuro sempre fazer o bem, sem ver a quem...acho que é por aí...religião é aquilo de bom que praticamos no dia a dia e trazemos pra dentro da gente e da nossa casa...por enquanto digo que minha filha é católica, quando ela crescer, ela resolve o que quer ser...

    bj

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    1. É isso aí, Ana, concordo.
      Quando a Laura crescer, vai decidir o que quer ser!

      Beijos!!

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  19. Oi Dani, que assunto polêmico, não é mesmo!
    A religião sempre esteve presente em minha vida. Nasci num lar protestante de confissão reformada. Meus pais sempre me criaram nas Sagradas Escrituras e, no nosso lar, Cristo era o centro de nossas vidas. E você não tem ideia de quanto isso foi bom para mim!
    Todas as noites nos reuníamos para cantar corinhos, meus pais me contavam histórias da Bíblia e depois orava comigo. Me ensinava que Deus cuidava de nós, que Ele estava conosco e ainda que eu não pudesse ver, eu poderia sentir seu amor, seu cuidado e carinho para conosco.
    Aos 5 anos fui internada por causa de queda nas plaquetas. Os médicos disseram que era grave e que leucemia seria o próximo diagnóstico. Lembro-me de mamãe segurando minha mão e orando e de acordar no meio da noite e papai estar pedindo a Deus para que o levasse, mas não me deixasse morrer. Lembro da minha oração falando a Deus que eu queria voltar pra casa, para meu coelho, meus brinquedos, minha igreja. Lembro do médico chegando e dizendo "é um milagre! ela está perfeitamente saudável!"
    Fiquei durante um ano indo todo mês ao hospital para fazer exame de sangue e agulhas sempre foram minha fobia. Mas papai tinha me dado um livro chamado "O que faria Jesus?- para as crianças" que ensinava a gente a perguntar antes de qualquer ação o que Jesus faria em nosso lugar. E era assim que eu levava a agulhada sem gritar, espernear ou chorar.
    Meus pais me ensinaram o temor de Deus. Me ensinaram a dizer sempre a verdade, não porque o "diabo é o pai da mentira", mas porquê é o certo a fazer e Deus se agrada quando fazemos a coisa certa. Me ensinaram a responder pelos meus atos, a ser honesta em todo tempo, a amar ao próximo, a respeitar, a obedecer aos mais velhos e a andar como Jesus andou. E este ainda é meu estilo de vida.
    Papai morreu quando eu tinha 14 anos e me deixou princípios que levarei por toda vida. Minha irmã tinha 7 anos e eu me lembro como todos professores na escola comentavam o quanto estávamos lidando bem com sua morte. Era a certeza de que ele estava com o Deus de quem tanto ouvimos falar. Era o consolo que esse Deus plantava em nossos corações.
    Uma semana após a morte do papai ouvir minha irmã orar:
    "Papai do céu, muito obrigada pelos 7 anos que vivi com meu papai da terra. Eu queria que ele ficasse aqui, sinto saudades dele, mas eu sei que ele tá feliz aí no céu e que um dia o verei"
    Aos 16 anos professei minha fé em Jesus Cristo e cada dia tenho experimentado a graça de andar e pertencer a um Deus de amor cujo misericórdias se renovam a cada manhã.
    Faço uma faculdade que me coloca em contato com novas culturas e crenças. Mas de maneira alguma, isso entra em contradição com o que creio e nem impede que eu os respeite como seres humanos dignos.
    Educarei meus filhos nos princípios cristãos, convicta de que será a melhor e maior educação que poderei dar a eles.
    Concordo com quem disse aqui que é preciso uma vida de coerência com o que se acredita. Isso é indispensável e não tenho dúvidas que a influência de meus pais fizeram toda a diferença.
    A todos recomendo que assistam esse vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=2lqUsWwTzeo

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    1. Nossa, Lilian, que bonito o seu comentário!!!

      Bonito, lindo mesmo! Lindo, lindo! De uma fé inabalável, uma crença bonita, feliz, agradável.

      Excelente lição que os seus pais passaram para vcs, que trabalho bonito!

      Obrigada por comentar aqui, por abrir uma parte da tua vida conosco! Adorei!!

      Beijos!

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  20. Este comentário foi removido pelo autor.

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  21. Então Dani... Meus pais são agnósticos. Fui pouquíssimas vezes à missa na infância, e eu e meus irmãos fizemos a primeira comunhão mais tarde, por opção. Até que um dia me desiludi com a missa e nunca mais voltei. Na adolescência, li muito sobre varias religiões. Gosto de algumas coisas, mas rejeito a instituição religiosa.
    Batizei a Olivia pela família. Pra mim, agua na cabeca da criança e boas energias não fazem mal. Eu acredito sim em algo maior, e pretendo ensinar isso pra ela. A natureza é um belo templo... E se quando crescer ela quiser conhecer mais alguma religião, levo, ofereço livros, acompanho em visitas. Mas sempre contando que a minha visão é minha, explicando, até ela ter maturidade de acreditar no que quiser. Light e sem crises.
    Religiões organizadas pra mim soam tão criveis quando a mitologia grega. Que alias me encanta. Então quero sim que ela conheça as historias, pelos valores que elas passam, mas os dogmas e a religião em si, só SE e quando ela quiser!
    Beijo

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    1. Concordo em tudo o que vc disse, MH. Tudinho!

      Beijos!

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  22. Olha Dani, acho legal as crianças terem opção de escolha, mas como escolher quando nada é apresentado a elas?! Aqui, nem eu nem meu marido temos religião definida, mas participamos de um grupo espiritualista (tem gente da umbanda, católico, budista, espírita e gente que num é coisa nenhuma), onde discutimos ideias e valores, mas sobretudo com nos tornarmos pessoas melhores. Acho que isso é o que importa! Não batizamos nossa filhota, pois acreditamos que batizar é iniciar em um religião, então estaríamos sendo incoerentes com aquilo que acreditamos. Também me preocupo muito com a forma que a catequização é feita (ou a evangelização no caso das casas espíritas): tenho mesmo muito medo das pessoas ficarem dizendo coisas que pra mim são absurdas pra minha filha. Então aqui em casa, uma vez por semana fazemos um "culto", no qual lemos algum livro de mensagens juntos (recomento muitíssimo "O livro das atitudes", e falamos sobre como podemos agir para sermos melhores. Acho que independente de qual seja o Deus ou a religião de cada um, isso vai bem ao encontro de todos os deuses e do propósito que tem (ou deveria ter) todas as religiões. Procure o livrinho indicado e dê uma olhada: as mensagens são curtas, tem ilustração e acho que é bem bom de estudar em família! Boa sorte!!!

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    1. Olha Sabrina, obrigada. Vou dar uma olhada, sim!!!
      Beijos!

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  23. O catolicismo é o centro das nossas vidas aqui em casa. mas eu nao era assim nao, entre idas e vindas, resolvi aderir de peito aberto ao catolicismo quando conheci meu marido e ele me pediu que desse uma chance para a Igreja Catolica, que a conhecesse, que a entendesse. Assim estamos, oito anos juntos, criando os filhos dentro do catolicismo. Isso nos dá uma seguranca muito grande, porque temos um porto seguro, um ponto de partida, nao ha espaco para duvida. O que te mata é a duvida, se segue essa ou aquela doutrina. Voce ja conheceu um pouco de cada coisa, faca uma opcao e siga-a. Se for pra ser catolica, abrace a fé e estude-a, nem que seja pra abandonar daqui uns anos. Se for pra ser espirita, vai fundo, nem que seja pra deixar de ir depois de alguns anos, por alguma decepcao. E deixe os filhos participarem dessa busca. Mas faca uma opcao. Chega de ensaios. Compre uma ideia e siga-a. Porque a duvida mata.

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Sinta-se a vontade para viajar no comentário! =)
Ele será respondido por aqui mesmo, ok?

Beijas!!

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